sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

50 ANOS DA CHEGADA DOS BEATLES AOS EUA



Pois é, a chegada da Kiss FM no Rio de Janeiro se deu há dois dias, mas hoje outro acontecimento crucial para a cultura rock do mundo inteiro comemora 50 anos. É a chegada dos Beatles aos EUA, puxando a invasão britânica que virou de cabeça para baixo o ritmo criado pelos estadunidenses mas revigorado pelos ingleses.

Os Beatles, naquele 07 de fevereiro de 1964, não eram levados muito a sério. John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr eram vistos por muitos como meros ídolos adolescentes sem importância, embora na verdade sempre foram excelentes músicos e suas canções sempre primaram pela qualidade e pelos excelentes arranjos.

É porque naquela época, os tempos eram outros. O mundo adulto era mais moralista e repressivo, embora esse argumento seja clichê demais e arriscado para os dias de hoje, tempos da grosseria brega-popularesca que desafiam os padrões éticos mais liberais, ora pela pieguice romântica mais chorosa, ora pelas baixarias em níveis quase trogloditas.

Mas naquela época a injustiça foi comprovada ao longo do tempo. Os Beatles desembarcaram em Nova York e excursionaram por duas semanas no país. Se apresentaram também em Miami e Washington. E, em Nova York, apareceram no programa do famoso apresentador de TV, Ed Sullivan, conhecido pelo seu perfil conservador. O programa teve recordes de audiência com os Beatles.

A imprensa norte-americana não viu positivamente o fenômeno Beatles. Em compensação, as fãs ficaram extasiadas com a apresentação dos quatro rapazes, com gritos que, mais tarde, fariam o quarteto mais famoso de Liverpool abandonar os palcos para se concentrarem em experimentações artísticas.

O fenômeno Beatles, devido ao sucesso da turnê norte-americana, estimulou a curiosidade de uma rica cena musical existente no Reino Unido desde que o falecido Lonnie Donegan lançava o skiffle, tradução britânica do rhythm and blues e fonte primária para o rock'n'roll da Grã-Bretanha.

A cena era bem movimentada muito antes da Beatlemania - até Richie Blackmore já mostrava seu vigor nas guitarras na banda The Outlaws, ativa antes mesmo do Brasil lançar a Jovem Guarda - e, com a turnê dos EUA, houve depois a "invasão britânica" de nomes como Rolling Stones, Who, Animals e muitos, muitos outros.

Daí que isso transformou decisivamente o rock mundial, com uma diversidade de bandas que fez o rock se popularizar no mundo inteiro e fazer muitos jovens correrem para as lojas de instrumentos musicais e combinar conjuntos musicais com os amigos.

Com isso, a cultura rock ganhou muito com o fenômeno Beatles. O rock, poucos anos depois, se transformou completamente - além dos próprios Beatles se reinventarem de 1965 a 1970 - e muita coisa foi feita, criando uma grande diversidade de bandas, músicos e cantores, de variações musicais diversas, que tornaram o rock mais dinâmico e bem mais aberto a aventuras criativas.

KELLY BROOK MOSTRA O QUE AS FUNQUEIRAS TENTAM ESCONDER


Com toda a certeza, não é a mulher certa para pegar um marombeiro desses. Mas, em todo caso, a modelo e atriz inglesa Kelly Brook agora namora o musculoso David McIntosh, o que, em tempos de muitas mulheres comprometidas, é  de se esperar. Espera-se de tudo, e que todos se preparem para ver até a Isis Valverde passar o fim de ano com um noivo, para não dizer marido.

Pois o caso é também para pensar. Afinal, Kelly Brook está exibindo o que funqueiras ditas "solteiríssimas" tentam a todo custo esconder. Afinal, na boa, aquelas funqueiras, sobretudo as mulheres-frutas com nomes de não-frutas, possuem namorados e maridões com pinta de durões, o que pega mal para a imagem de "sensual" que trabalham em suas carreiras.

As funqueiras tentam inventar que "estão encalhadas", que fazem sexo com vibrador, que levam cantada de afilhados, e até forçam a barra incluindo, em suas apresentações, sessões de tara sexual com prováveis roadies fazendo papel de fãs atrevidos.

O grande problema é que seus maridões e namorados são muito, muito ciumentos, e eles provavelmente são indenizados pelos empresários de suas mulheres, ganhando uma boa casa ou apartamento em alguma área nobre numa capital do Nordeste ou do Centro-Oeste, ou então ganhando brindes como motos importadas, relógios caríssimos, celular de última geração etc.

Mas isso é "segredinho" nosso, ele não pinta nas colunas de Léo Dias e Fabíola Reipert. Afinal, para quê eles ficarem preocupando com funqueiras pseudo-solteiras que são muito bem casadas se ambos estão ocupados com as atrizes de novelas que sofrem surtos de estrelismo em cerimônias de gala? E do jeito que o "funk" é muito bem tratado pela grande mídia...

Além disso, se vazar alguma coisa do tipo "funqueira tal inventou dengue para passar o Natal e Ano Novo com o marido em Maceió" vai cair como uma bomba para os fãs da funqueira. E sabe como são os fãs de "funk" quando sofrem decepção: correm em grupos para fazer arruaças nas ruas, saqueando e depredando supermercados, agredindo vendedores etc.

A culpa não é nossa. O show business brasileiro é que é assim, forçando muitas "boazudas" a se passarem por "solteironas". E no entanto fica para a graciosa Kelly Brook a sina de namorar abertamente um rapagão sarado dotado de músculos e virilidade.