quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

PREZUNIC AINDA NÃO REPÔS FARINHA DE COPIOBA BAIANA


Até agora, a rede de supermercados Prezunic não repôs os estoques da marca baiana de farinha de copioba Torradinha da Bahia, apesar de ser do mesmo dono da rede de supermercados G. Barbosa, sediada em Salvador.

A seção de farinha continua estagnada, com as marcas Granfino, Chinezinho e Tipity monopolizando o mercado, só competindo com a marca Vascaína, de Santa Catarina. Só que o Sul é conhecido por sua farinha de péssima qualidade, que mais parece uma farinha de trigo ruim cozida.

O mercado fluminense de farinha é até melhor que o do Sul, mas bem inferior ao do Nordeste. E a farinha de copioba é um tipo diferente de farinha de mandioca, que quase não há no mercado sudestino, pelo menos o do Rio de Janeiro. E a farinha nordestina é considerada de produção artesanal, tendo maior qualidade e sabor.

Não dá para entender, ainda, por que o Prezunic ainda não se dispôs a repor a farinha Torradinha da Bahia, mesmo com as chances de permuta com o G. Barbosa. Além disso, a farinha Vascaína não está tendo bom retorno de vendas. E nem a farinha de mandioca da marca Yoki teve o estoque reposto. Só tem a Vascaína e as marcas dominantes no mercado fluminense.

Isso é mal. Sobretudo em Niterói, cidade conhecida pela péssima logística de produtos. Só falta termos que comprar pela Internet a farinha de copioba que tanto faz falta no mercado fluminense e que poderia muito bem ensinar aos produtores do Estado do Rio de Janeiro como fazer uma farinha de modo artesanal e com muito sabor.

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