sexta-feira, 1 de novembro de 2013

SALVA PELA AGENDA: DEBORAH SECCO DESISTE DE ATUAR EM FILME SOBRE BANDA CALYPSO


Deborah Secco, por problemas de agenda - leia-se uma série de compromissos profissionais diversos - , desistiu de participar do filme da Banda Calypso, aquele grupo no qual só aparece o casal Joelma e Chimbinha.

A Banda Calypso chegou a ser queridinha daquela intelectualidade de esquerda-que-a-direita-gosta, chegando mesmo a fazer parte do dirigismo cultural desses mesmos intelectuais, ou seja, aquela mania de impor o "mau gosto popular" à apreciação da sociedade mais culta, sob o pretexto de alguma suposta causa nobre.

A coisa só terminou quando Joelma adotou posturas homofóbicas, o que fez decepcionar as esquerdas médias, que largaram a apreciação do grupo que, entre outras coisas, havia plantado, anos atrás, uma notícia falsa sobre uma suposta indicação ao Nobel da Paz.

Deborah Secco iria fazer o papel da Joelma. Nada a ver. Deborah não tem a aparência enjoada e cafona da cantora, mas uma deslumbrante beleza ao mesmo tempo sensual e meiga. Fazer um papel desses não é a praia de Deborah, até porque ela faria uma imagem bem mais agradável e sedutora do que a que a cantora brega representa na realidade.

Deborah fazer o papel de Joelma seria, mais ou menos, como se colocasse Reinaldo Giannechini para fazer o papel de Beto Barbosa, ou André Gonçalves para ser Luiz Caldas. Alguém imaginaria Rodrigo Santoro fazendo o papel de Bell Marques?

Será que Deborah Secco está se tornando aos poucos uma daquelas garotas bacanas de nossos sonhos? Ela, no fundo, é bastante esforçada, talentosa, ambiciosa, inteligente, charmosa, sexy. Talvez aquelas idas para micaretas e outros eventos sejam apenas compromissos profissionais. É a tal da agenda.

Mas, ironicamente, foram justamente os compromissos profissionais, que em outros tempos empurravam atores e atrizes da Globo para aguentar os ídolos da música brega-popularesca, que livraram Deborah de fazer o papel da Joelma. Ainda bem.

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