sexta-feira, 27 de setembro de 2013

CAMPANHA DIVULGA CORREÇÕES GRAMATICAIS. A 'INTELLIGENTZIA' ESTÁ COM MEDO!!

A INTELECTUALIDADE DOMINANTE, "URUBOLOGICAMENTE", NÃO QUER QUE O POVO FALE CORRETAMENTE A LÍNGUA PORTUGUESA. MAS UM ADVOGADO REMA CONTRA A MARÉ "FAROFA-FEIRA".

A intelectualidade pró-brega está com medo. Para ela, o mundo vai acabar. Os "farofa-feiros" estão apreensivos diante do que consideram uma catástrofe: logo na terra natal de Pedro Alexandre Sanches, a cidade paranaense de Maringá, um advogado quer divulgar as formas corretas de pronúncia da língua portuguesa.

Trata-se do projeto Sinal do Saber, lançado pelo advogado Lutero de Paiva Pereira, que divulga cartazes sobre a forma correta de pronunciar as palavras, um esforço que o advogado promove para tentar diminuir os constantes erros de pronúncia cometidos na fala cotidiana.

Assim, cartazes são divulgados como o que aparece na foto acima. Eles aparecem também em forma de outdoors. A campanha é financiada através de doações de empresas, que pagam os custos de confecção dos cartazes e a remuneração dos trabalhadores envolvidos.

Lutero começou a campanha pensando nos vícios de linguagem cometidos pelas pessoas no dia a dia, enquanto jogava golfe. Ele conversou com um sócio da empresa que mantém e então decidiu iniciar a campanha, que divulga as faixas nos sinais das ruas, além de instalar faixas nas praças e outros lugares das cidades.

A intelectualidade dominante, que nem está aí para a cidadania e usa o pretexto do "popular" para promover o vale-tudo da degradação sócio-cultural que enriquece os barões da mídia, acha isso um horror, porque, para ela, a campanha Sinal do Saber é uma forma de "higienismo social" que vai contra o que entendem como "legítima oralidade popular".

A intelectualidade pró-brega prefere que o povo pobre continue falando errado, porque isso expressa o estereótipo da "pureza" que seus "pensadores" pregam a respeito das classes populares, dentro de uma concepção de glamourização da pobreza e da ignorância.

Mas o povo de Maringá, indiferente a essa "urubologia" da intelectualidade "farofa-feira", aceitou a ideia de Lutero Pereira, e a medida está fazendo tanto sucesso na cidade paranaense que já existem pedidos para que a campanha seja implantada em Curitiba e até em outros Estados, como Cuiabá, no Mato Grosso, e Presidente Prudente, no interior de São Paulo.

Lutero pretende também criar uma outra campanha para informar a população sobre a origem de muitas palavras da língua portuguesa. Ele acredita na correção gramatical como forma de promover a cidadania e melhorar, em parte, a educação do povo brasileiro.

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