segunda-feira, 19 de agosto de 2013

ISHA SESAY, ÂNCORA DA CNN, SE CASOU


Uma das jornalistas mais belas do mundo está casada. A âncora da CNN, a inglesa de origem serra-leonense Isha Sesay (também famosa por sua voz deliciosamente sedutora), se casou ontem com o jornalista da mesma rede, Leif Coorlim, na noite de ontem.

Há poucos dias, outra negra de beleza deslumbrante e sedutora, a atriz Kerry Washington - de Django Livre e do seriado Scandal - , também havia se casado, com um esportista, o que mostra o quanto mulheres charmosas e de beleza encantadora quase sempre estão comprometidas.

Enquanto isso, a gente toca a vida, um tanto tristes em ver mulheres classudas assim comprometidas, embora nada tenhamos pessoalmente contra seus maridos (que até possuem afinidades pessoais com elas). O problema é que não é qualquer Isha Sesay ou Kerry Washington que aparece pelo caminho. A maioria segue a linha "rainha de Barretos 2013", "dançarina de pagodão" ou funqueira.

Cá para nós, não são estas moças apreciadoras de brega que homens diferenciados, mesmo os pouco convencionais nerds autênticos, querem. Sendo negras, morenas, louras, ruivas, orientais etc, queremos mulheres classudas, inteligentes, charmosas. Não temos preconceito de raça ou cor, só vemos na afinidade de personalidades o caminho seguro para um convívio mais harmonioso possível.

Quanto àquelas que adoram brega-popularesco, de qualquer raça ou credo, pedimos que elas limitem-se a desejar homens de seus meios, que possam se afinar melhor com suas personalidades. Ter critério faz parte da ruptura de preconceitos, porque significa decisão e consciência de desejo.

Não serão os fãs dos Smiths, leitores de Noam Chomsky, espectadores de Luís Buñuel os melhores parceiros para garotas que adoram "sertanejo", "pagode romântico", "funk" e "forró eletrônico". Até porque essas garotas já têm seus pretendentes nos seus meios, elas é que precisam perder o preconceito de namorar peões boiadeiros, funqueiros, jogadores de futebol etc.

Perder o preconceito, muito mais do que aceitar as diferenças, é aceitar as afinidades. E, no Brasil, as pessoas têm muito mais medo de encarar afinidades de personalidade do que aceitar diferenças.

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