terça-feira, 30 de julho de 2013

MTV BRASIL COMEMORARÁ 23 ANOS VIRANDO CANAL PAGO


Está confirmado. Em outubro próximo, mês em que a MTV comemora 23 anos da filial brasileira, passará a ser canal pago, depois de concluído um processo de reestruturação para dar fim à franquia do Grupo Abril, já em andamento.

O Grupo Abril sofre uma grave crise financeira, que resultou na demissão de muitos profissionais e entre as mudanças feitas pelo grupo empresarial, que havia perdido o empresário Roberto Civita, falecido em maio passado, está a devolução da marca MTV à Viacom, responsável pela MTV matriz, sediada nos EUA e com 32 anos de existência.

A MTV Brasil fará parcerias com produtoras independentes e dará amplo destaque à programação nacional. A expectativa dos novos responsáveis é que, a partir do próximo ano, a emissora tenha, pelo menos, uma média anual de 350 horas de programas brasileiros.

Os programas estrangeiros poderão ser transmitidos dublados, numa atitude considerada polêmica e discutível no contexto da TV paga. No entanto, a MTV Brasil promete dar maior destaque à programação musical, já que, em vários momentos de sua trajetória, a emissora chegou a ser menos musical e muito mais voltada a atrações de entretenimento, como reality shows.

domingo, 28 de julho de 2013

CIA TERIA "PATROCINADO" LIVROS SOBRE BREGA-POPULARESCO


Edward Snowden, o ex-técnico da CIA (Central Intelligence Agency), havia dito que o Brasil é um dos países mais visados pela agência de informações estadunidense. Até pelas dimensões territoriais que rivalizam o país sul-americano com os EUA, que exercem supremacia continental.

Pois a coisa é bastante séria. Além da conhecida, difundida mas ridicularizada (pela intelectualidade dominante em tom meio "urubológico") denúncia sobre o "funk carioca", feita por artistas conceituados, dois livros parecem terem sido patrocinados pela CIA, através de financiamentos intermediados para instituições universitárias.

Dois livros que seguem a pauta de defender a decadência cultural brasileira como se fosse "o novo folclore libertário brasileiro" se originaram de teses que teriam integrado, mesmo de forma indireta, linhas de financiamento de um dos órgãos "filantrópicos" ligados à CIA.

Um é o livro Eu Não Sou Cachorro Não, do historiador e professor da PUC-RJ, Paulo César Araújo - editado em 2001 pela mesma Record que tem como contratados Merval Pereira e Reinaldo Azevedo - e outro é o livro Que Tchan é Esse, da historiadora Mônica Neves Leme, publicado em 2003 pela obscura editora Annablume.

Ambos os livros surgiram de teses de mestrado da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) e se afinam pela pauta de apologia ao brega-popularesco e à domesticação artístico-cultural das classes pobres, através de uma "cultura de massa" tida como "vanguardista" e "discriminada", mas trabalhada com gosto pelo poder midiático nas várias regiões do Brasil.

A UNIRIO é uma das instituições universitárias que integram o plano de investimentos financeiros da Fundação Ford, que, do contrário que se imagina, não é uma entidade necessariamente ligada à famosa companhia automobilística, embora inclua representantes desta empresa, mas envolve também outras empresas norte-americanas que atuam na America Latina.

A Fundação Ford trabalha como entidade "filantrópica" ligada à CIA e tornou-se um dos principais órgãos do projeto "poder suave", estratégia lançada em 1974 pelas autoridades estadunidenses para exercer o controle hemisférico da América Latina, através de convênios financeiros e técnicos que mantenham relações de dependência dos países latino-americanos com os EUA.

Historicamente, a Fundação Ford (Ford Foundation, em inglês) esteve ligada na assistência financeira a Fernando Henrique Cardoso, a partir de 1969, investindo nas suas teses neoliberais da Teoria da Dependência. Recentemente, a Fundação Ford, de forma assumida, é creditada como financiadora acadêmica do antropólogo Hermano Vianna (ligado a FHC) e o professor da FGV, Ronaldo Lemos.

Já os livros de Paulo César Araújo e Mônica Neves Leme - que seguem a pauta popularesca que Vianna e Lemos trabalharam, respectivamente em prol do "funk" e do tecnobrega - teriam sido patrocinados não de forma assumida, até para evitar maiores complicações sobre os trabalhos.

Mas tudo indica que os dois livros têm o dedo da CIA, através de sucessivas intermediações de ordem técnica e financeira. Mas o fato da UNIRIO ter integrado de forma explícita os convênios com a Fundação Ford já sugerem que os dois livros, que atendem a interesses comerciais ligados à indústria fonográfica e ao poderio midiático, teriam sido financiados pela entidade "finantrópica".

sexta-feira, 26 de julho de 2013

MICK JAGGER: UM GAROTÃO DE 70 ANOS


Mick Jagger chega aos 70 anos de idade em boa fase. Sua banda, The Rolling Stones, está bem à vontade no palco e suas apresentações atraem públicos de várias gerações com essa verdadeira lição de rock'n'roll feita por músicos de larga experiência.

Ele faz aniversário hoje, 26 de julho, dia do idoso, e no entanto Mick dá uma grande lição de jovialidade não somente pelo senso de humor e pela repectividade que ele tem aos jovens, mas pela sua surpreendente energia como cantor e intérprete, andando e dançando nos palcos da mesma forma que fazia na década de 60, até com mais desenvoltura que no começo da carreira.

Afinal, Mick era mais "comportado" do que hoje, e olha que os Rolling Stones tinham "má fama" por conta de seu rock mais cru e pelo jeito rebelde que os fazia "rivais" dos Beatles. O que era puro mito, porque os Beatles eram tão rebeldes quanto os Stones, ambos negociavam para não se "atropelarem" no lançamento de compactos e na segunda fase dos Fab Four, o entrosamento com os Stones se tornou mais evidente.

O rock tem para Mick Jagger um compromisso de gratidão, afinal Mick tornou-se um dos mais dinâmicos artistas na sua performance ao vivo, e se os Beatles inspiraram muitos jovens do mundo inteiro a formar bandas de rock, os Rolling Stones eram o grande exemplo de como deve ser uma banda de rock ao vivo.

Os próprios Beatles também valorizaram os concertos ao vivo, tanto que, não podendo mais tocar diante dos gritos histéricos das fãs, abandonaram os palcos e viraram banda de estúdio, criando muitas experimentações. Mas os Stones continuaram se apresentando ao vivo, sendo um contraponto e um excelente complemento à banda de Liverpool nas preciosas lições do rock.

Mick Jagger até causou escândalos, polêmicas etc.. Mas, quando é para fazer música, Mick dava conta de seu recado, como cantor e compositor, além do talento de interpretar também canções alheias, sejam as de Buddy Holly ou de Robert Johnson. Ou mesmo "I Wanna Be Your Man", dos "inimigos" Beatles.

Portanto, numa época em que a cultura rock, pelo menos no Brasil, sucumbe a um pragmatismo caricato e forçado, um "rock" mais preocupado com poses, caras e bocas do que com a cultura musical e o estado de espírito, o exemplo de Mick e seus 51 anos à frente dos Rolling Stones faz muitas bandinhas novas ficarem constrangidas consigo mesmas.

Além do mais, ver que o lançamento em disco do concerto no Hyde Park em Londres, este ano, tornou-se sucesso absoluto no iTunes, um dia após chegar às lojas, é um grande desafio para aqueles que acreditam que rock é só grunge e poser metal.

Portanto, longa vida a Mick Jagger, muita saúde e sucesso para esse garotão de 70 anos.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

COM SONEGAÇÃO, GLOBO ENTRA NO RITMO DA "PRIVATARIA TUCANA"


Obviamente, não vai dar no Bom Dia Brasil. E muito menos nos comentários de Miriam Leitão, a não ser para tentar algum desmentimento no caso. Mas o que vai abalar os bastidores das Organizações Globo é uma reportagem de Amaury Ribeiro Jr. e Rodrigo Lopes que revelará detalhes sobre o escândalo da sonegação fiscal da famosa corporação midiática dos filhos do "doutor" Roberto Marinho.

Amaury é conhecido pelo livro A Privataria Tucana, que revelou os escândalos financeiros dos políticos do PSDB, durante os governos de Fernando Henrique Cardoso, incluindo conexões com o esquema do banqueiro Daniel Dantas, do Opportunity. A veracidade das informações abalou as estruturas do poderio político-midiático, irritando até o "imortal" Merval Pereira. E o livro vendeu muito bem.

Um bom "prato" desse cardápio informativo é o fato de que o Tesouro Nacional bloqueou várias contas e bens da Globopar (Globo Comunicações e Participações S/A), empresa ligada às OG, devido a uma dívida ativa de R$ 178 milhões. A Procuradoria da Fazenda Nacional do Rio de Janeiro chegou a bloquear os bens da Infoglobo e Empresa Globo Ltda., mas os irmãos Marinho recorreram da decisão na 26ª Vara de Justiça do Rio de Janeiro e obtiveram a liberação dos bens.

A reportagem chegou às bancas hoje, no jornal Hoje em Dia, de Belo Horizonte, mas seus efeitos não tardarão a vir e serão fortes. Afinal, não é hoje que a Globo anda muito abalada, tendo sofrido até mesmo ataques de vandalismo em atitudes radicais consequentes aos protestos populares, que incluem a corporação na pauta da indignação popular.

As Organizações Globo são conhecidas, nos bastidores da Receita Federal, como uma das maiores inadimplentes. A corporação dos irmãos Marinho, nos últimos dois anos, recebeu não menos que 776 notificações da Receita Federal sobre as dívidas que a megaempresa tem com o Imposto de Renda.

O número de notificações é escandaloso. E se observarmos o quanto a Rede Globo ganha de dinheiro arrecadado com o programa Criança Esperança, isso é assustador. Afinal, deixemos de ingenuidade: o projeto "filantrópico" arrecada muito dinheiro e apenas uma pequena parte vai para as instituições sociais. O resto vai para seus empresários.

Os primeiros dados de sonegação fiscal foram divulgados por Miguel do Rosário, jornalista que faz o blogue O Cafezinho, que apresentou em primeira mão documentos que a Globo havia sonegado à Receita Federal durante o governo Fernando Henrique Cardoso, devendo um valor na ordem de R$ 183,14 milhões, se levar em conta valores não atualizados. Se considerar valores atualizados e somar a eles juros e multa, a dívida, no processo da RF em 2006, equivaleu a R$ 615 milhões.

É um escândalo digno de ser publicado em livro, e envolve até mesmo a compra de direitos de transmissão da Copa do Mundo de 2002, que, conforme você leu no Mingau de Aço, foi uma grande armação, um "penta" fabricado por Ricardo Teixeira em parceria com a Globo. E, para agravar, a Globopar era uma holding usada para "limpar" as contas de empresas que recolhem mais dinheiro público em forma de publicidade oficial, incluindo os "bônus por volume" que "anabolizam" as verbas recebidas.

Esses incidentes são um alerta justamente para isso. Afinal, a Dilma Rousseff comete o equívoco de alimentar com "bônus por volume" as verbas da grande mídia para esta publicar propaganda do Governo Federal. Desse modo, a presidenta sustenta a mídia que a desmoraliza.

Sem defender com firmeza a regulação da mídia, Dilma e seu ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, consentem com o poder das corporações midiáticas como a Globo. E permite que a Globo cometa irregularidades financeiras enquanto exerce seu poder de formadora de opiniões e até de artífice do inconsciente coletivo brasileiro e manipuladora dos valores da cultura popular brasileira. Isso é muito grave.

Uma empresa que manipula a sociedade e está com situação suja no IRRF. O escândalo da sonegação vai dar muito o que falar.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

PSEUDO-MPB E OS ARTIFÍCIOS DOS NEO-BREGAS



No Domingão do Faustão, o cantor breganejo Leonardo, que havia pensado em se aposentar, apareceu mais uma vez para lançar seu novo disco e contar a respeito de fatos de sua vida, incluindo conhecidas tragédias familiares, como o acidente que quase matou seu filho e a doença que matou o irmão e parceiro Leandro, com o qual formou a dupla Leandro & Leonardo.

A exemplo de outros nomes da geração neo-brega dos anos 90, como Chitãozinho & Xororó, Zezé di Camargo & Luciano, Belo, Alexandre Pires e Daniel, Leonardo tenta um "revival" não-assumido, mas agora admitindo a postura de "veteranos" depois de uma enxurrada de nomes "universitários" que povoam as cenas pós-bregas (que emulam um aparato mais "moderno"), prometendo uma postura mais "sofisticada".

Os neo-bregas que, em 1990, simbolizavam a Era Collor - o próprio ex-presidente Fernando Collor, hoje, é senador e dublê de conselheiro para as esquerdas médias - , sempre ignoraram a MPB e esnobavam qualquer tipo de sofisticação. MPB era "coisa de bacana", mesmo quando, na época, ela tinha um bom trânsito nas rádios e pelo menos fazia parte de 5% do cardápio musical tocado pelas rádios popularescas.

Naquela época, nomes como Marisa Monte e Adriana Calcanhoto, além de Chico César - com sua voz parecida com a de Caetano Veloso - , faziam a juventude brasileira, na ressaca do já desgastado Rock Brasil (que não conseguia manter o mesmo diálogo com o público brasileiro que exercia antes), redescobrir a verdadeira MPB. Era uma surpresa ver, em 1993, jovens de 15 anos falando em Paulinho da Viola, em Bossa Nova, em sambalanço. Era uma grande novidade.

Somente nos últimos 15 anos, talvez para "correr atrás do prejuízo", os neo-bregas passaram a emular clichês bastante manjados da MPB popularizada pelo rádio, mas sem representar qualquer tipo de ruptura com a mesmice que assolou a MPB autêntica a partir do final dos anos 70. Pelo contrário, com o êxodo dos então medalhões da MPB para fora das grandes gravadoras, elas apostam nos neo-bregas para assumir o nicho da "MPB pasteurizada" que a MPB não quis mais fazer.

Leonardo, na sua aparição de ontem, interpretou até mesmo uma canção em arranjo de voz e piano de Michael Sullivan e Paulo Massadas, "Talismã", que havia sido um sucesso nacional da dupla Leandro & Leonardo (mas um sucesso local, no Rio de Janeiro, pelo pagodeiro Edson do Forrogode).

A performance segue a mesma tendência de Alexandre Pires, em arranjo acústico num CD recente - o Eletrosamba, em que o agora regresso vocalista do Só Pra Contrariar imaginou um "novo cenário de samba" que nunca existiu - , e Chitãozinho & Xororó, em arranjos orquestrais sob a batuta do veterano João Carlos Martins.

É a tendência de regravar antigos sucessos agora com arranjos luxuosos - evidentemente feitos por outrem - , como se quisessem entrar no primeiro time da MPB sem muito esforço. Um artifício que os neo-bregas fazem para ampliar seu mercado ou justificar alguma perenidade artística que, na verdade, não existe, por serem eles ídolos da música comercial, queiram ou não queiram seus fãs.

Afinal, trata-se da mesma pseudo-MPB que irritava os jovens nos anos 80, que fazia a crítica torcer o nariz e que fazia intelectuais do porte de José Ramos Tinhorão e Rui Castro os definirem como símbolos da decadência cultural do país. A única diferença é que os "artistas" de hoje possuem maior apelo popular do que os antigos medalhões da MPB que se cansaram de serem feitos marionetes dos executivos das gravadoras.

No entanto, se os neo-bregas ganham dos medalhões da MPB autêntica por terem maior apelo popular, eles, como artistas, perdem pela falta de criatividade e até mesmo pela submissão com que abraçam as tendências do mercado, regravando antigos sucessos ou regravando sucessos da MPB autêntica sem que acrescentassem algo à verdadeira Música Popular Brasileira que não sejam sucessos financeiros ou visibilidade midiática.

Já dá até para perceber que os neo-bregas hoje soam bastante datados. Mesmo os ídolos tardios dessa tendência, como Thiaguinho e Cláudia Leitte, também soam muito datados. E todos eles, querendo fazer "MPB de verdade", apenas repetem os clichês elitistas que a fase pasteurizada da MPB, mais preocupada em criar um clima de luxo e de gala do que de renovar nossa cultura musical, fez para tornar-se conhecida jocosamente como "Música Impopular Brasileira".

Até porque a MPB nunca esteve no coração dos neo-bregas. Nunca fez parte, de fato, de suas vidas, a MPB como um estado de espírito para vocação musical. E ainda por cima eles só esperaram ficar ricos, fazer muito sucesso, para depois tentar fazer MPB, mas uma MPB sem alma, uma mera embalagem para os públicos de elite consumirem. Mas cujo conteúdo chega a ser pior do que a MPB pasteurizada de antes. Os neo-bregas acabaram ficando bregas demais para a MPB.

sábado, 20 de julho de 2013

JULIANNE HOUGH "CONSOLA" FÃS DE ELISHA CUTHBERT


Há casos curiosos de musas de um tipo de beleza semelhante, não necessariamente sósias, em que uma delas se torna bastante comprometida, e outra fica desimpedida.

No Brasil, é notório, por exemplo, que a jornalista Flávia Freire, da Rede Globo, fica solteira na mesma época em que sua sósia norte-americana, a atriz de The Hills Kristin Cavallari, oficializa seu casamento com o pai de seu filho. Se bem que Kristin não é muito conhecida pelo grande público brasileiro.

Mas o mais ilustrativo é o caso de duas louras de beleza bastante sensual, as atrizes Elisha Cuthbert e Julianne Hough. Elisha havia se casado com o ex-jogador de hóquei, Dion Phaneuf, e já voltou até da lua de mel. Já Julianne está solteira desde que rompeu com o namorado, o ator Ryan Seacrest, meses atrás.

Ambas não são exatamente sósias, mas possuem o mesmo tipo de beleza sensual. Elisha é canadense tem 30 anos (vai fazer 31 em novembro) e Julianne, 25. Elisha foi conhecida pelo seu papel no filme Show de Vizinha (Girl Next Door), comédia juvenil de 2004, mas depois passou a fazer, e continua fazendo, filmes menos badalados na mídia.

Já Julianne - que completa 25 anos hoje - é dos EUA (nasceu no Estado de Utah) se destacou por fazer parte do elenco do filme Rock of Ages, sobre rock-farofa, e da versão 2010 do filme Footloose. Profissional de dança de salão, Julianne participou do programa Dancing With The Stars. Ela também segue carreira como cantora e compositora de country music.

Atualmente, Elisha segue no seriado Happy Endings, e se junta a Hilary Duff na condição de atriz casada com ex-jogador de hóquei, um esporte pouco badalado fora dos EUA, mas tem lá seus "pegadores".

Mas, se a beleza de Elisha entristece pelo fato dela ser comprometida, um bom consolo é que Julianne tem o mesmo estilo de beleza e um sex appeal semelhante. E vamos sonhar com Julianne enquanto ela segue sua vida de solteira, enxugando as lágrimas daqueles que haviam se encantado com o "show de vizinha" da atriz canadense.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

EXECUTIVOS DA WARNER IMPLICARAM COM BRITTANY MURPHY SEM MOTIVO


Um dos prováveis motivos do falecimento da atriz Brittany Murphy foi a depressão que a jovem atriz norte-americana, conhecida pelo seu humor descontraído, sofreu com os comentários dos executivos da Warner Bros. que cortaram a participação da atriz do elenco de dublagem de Happy Feet 2.

Chamando ela de "drogada", apenas pelo fato dela usar remédios - ela sofria de um problema cardíaco e usava remédios para tratamento, além de usar também remédios para emagrecer - , os executivos ainda disseram que ela estava atuando em vários filmes apenas para ganhar dinheiro.

Sabe-se que nessa época, o ano de 2009, Brittany havia feito vários filmes de suspense, entre eles Accross The Hall e Abandoned, e terror, como Deadline, e deixou o elenco do filme The Caller por desentendimentos com a equipe do filme e ainda não viveu para fazer as gravações do filme Os Mercenários (The Expendables), que a devolveria ao sucesso e a faria até visitar o Brasil.

Os comentários dos executivos da Warner não procedem. Eles queriam expor um moralismo em relação aos cuidados com o filme Happy Feet e cortaram Brittany, que no primeiro longa fez a personagem Gloria, uma pinguim cantora.

Brittany adorou trabalhar como dubladora, e havia se dedicado com entusiasmo e paixão ao papel de dar a voz a Gloria e cantar, na trilha sonora, as covers de "Somebody To Love", do Queen, e "Boogie Wonderland", do Earth Wind & Fire. A cantora Pink, que esteve presente na trilha sonora do primeiro Happy Feet, fez a voz de Gloria em Happy Feet 2.

Nos anos 90, a Warner havia lançado vários desenhos de animação, igualmente dedicados ao público infantil, que no entanto eram grotescos de tanto mostrar personagens neuróticos. O seriado Animaniacs, produção de Steven Spielberg é um exemplo.

A produção pecava por mostrar personagens por demais neuróticos, numa reprodução grotesca do humor que os desenhos animados da Warner Bros. fazia nos anos 40 e 50. A Warner tentava um revival dessa fase glamourosa, mas os tempos eram outros e os roteiristas também.

Afinal, não havia mais o cuidado criativo de Chuck Jones, Michael Maltese e outros que, por mais que investissem num humor agressivo e politicamente incorreto em personagens como Pernalonga, Patolino, Sylvester e Piu-Piu e Papa-Léguas, havia uma certa poética e os personagens, por mais que tivessem ataques neuróticos, não viviam o tempo todo à beira de um ataque de nervos.

Daí que os executivos da Warner ou ficaram muito paranoicos depois do fim de Animaniacs ou mantém sua exigência comercial severa, não necessariamente preocupada com os valores morais, mas com a publicidade.

O que é certo é que Brittany também foi vítima de um mercado farmacêutico que estimula um consumo maior de remédios. Mas isso não quer dizer que ela teria sido uma drogada, como no caso do recente óbito de Cory Monteith.

Além disso, Brittany era excelente atriz, uma cantora promissora e uma produtora dedicada. Era uma brilhante mulher, famosa pela sua beleza deslumbrante e pelo seu senso de humor jovial. Não deixa de ter razão o também falecido Simon Monjack, roteirista inglês que foi casado com Brittany (embora ele também lhe tenha cometido infidelidade conjugal) ao dizer que a Warner "teria matado" Brittany.

Neste caso, os engravatados da Warner poderiam ter pensado duas vezes antes de fazerem comentários bastante maldosos. Imagine quanta coisa Brittany Murphy teria feito depois de 2009. Ela tinha um forte talento de uma grande showwoman e até hoje deixa saudades.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

IMPUNIDADE NO CASO TRAYVON MARTIN PROVOCA REVOLTA NOS EUA


O desfecho do julgamento do policial comunitário George Zimmerman, acusado de assassinar o adolescente Trayvon Martin, causou uma enorme revolta que reflete desde as violentas reações da população negra nos EUA até a indignação causada por famosos e ativistas sociais, como o reverendo Jesse Jackson.

O caso ocorreu na noite de 26 de fevereiro de 2012, quando Trayvon andava pelas ruas de Sanford, no entorno de um condomínio fechado, quando o policial Zimmerman desconfiou dele apenas porque usava um casaco com o capuz cobrindo a cabeça.

Zimmerman teria interpelado o rapaz, que, naturalmente, reagiu com a natural irritação de um adolescente abordado sem motivo por um policial. Mas o guarda, que provavelmente teria começado o incidente e provocado o rapaz, foi além e atirou a queima-roupa, enquanto Martin estava apenas desarmado.

O julgamento, que ocorreu na semana passada, resultou na absolvição de Zimmerman, que ainda por cima havia sido antes sentenciado a aguardar o evento em liberdade condicional. Zimmerman alegou "legítima defesa" e os familiares de Trayvon entraram com um processo civil por homicídio culposo contra o guarda.

O fato causa intensos debates nos EUA por causa dos históricos conflitos raciais. Zimmerman é de origem latino-americana e branco, enquanto Trayvon era negro. Trayvon usava capuz na cabeça porque era inverno e fazia frio e chovia no local, e não havia motivo algum para o guarda ter feito a reação que fez.

Além disso, Zimmerman se comportou de forma fria no julgamento e ainda esboçou um sorriso. Por outro lado, especialistas jurídicos tentavam, em entrevistas a emissoras de rádio, TV e jornais, esclarecer a opinião pública sobre as diferenças de sentido jurídico entre as expressões "not guilty" ("não culpado") e "innocent" ("inocente"), em relação ao fato de Zimmerman ter sido declarado "não culpado".

Outro aspecto é que o caso põe também em discussão a lei "stand your ground" ("defenda a sua posição"), vigente no Estado da Flórida. A lei, sancionada pelo lobby da National Rifle Association (NRA), entidade que defende o comércio de armas nos EUA e conta como membros históricos o músico Ted Nugent e o falecido ator Charlton Heston, se baseia na ideia de ameaça presumida.

Pouco importa, segundo a Stand Your Ground Law, se alguém atira primeiro para depois perguntar. A suposição de "ameaça", segundo essa lei, "garante" a tese de legítima defesa em um ato de homicídio, onde quer que se esteja, seja em casa, nas ruas ou em outros estabelecimentos.

Zimmerman também se livrou de ser condenado seja por homicídio comum, seja pelo manslaughter (homicídio involuntário e atenuante de culpa), tendo sido condenado "não culpado". Mas as diferenças jurídicas entre "não culpado" e "inocente" não trazem efeitos sociais expressivos, daí que, socialmente, os diferentes termos praticamente se equiparam em muitos aspectos da vida social.

Até mesmo o presidente dos EUA, Barack Obama, disse que, se tivesse um filho do sexo masculino - ele é pai de duas garotas - , ele seria como Trayvon Martin. O cantor Stevie Wonder, por sua vez, defendeu o boicote a apresentações na Flórida, em protesto contra a Stand Your Ground Law.

Outros artistas e celebridades também se manifestaram indignados com a sentença dada ao guarda, enquanto as várias cidades dos EUA enfrentam a grande revolta popular, que varia desde passeatas pacíficas até mesmo a atos de vandalismo, como ataques ou saques a lojas. Como em outros casos envolvendo questões raciais nos Estados Unidos da América.

terça-feira, 16 de julho de 2013

PINTURA PADRONIZADA ACOBERTA CORRUPÇÃO DOS ÔNIBUS CARIOCAS


A pintura padronizada nos ônibus está revelando uma medida bem mais nociva do que sugere, para os passageiros comuns, quando empresas cariocas como Auto Viação Tijuca e Real Auto Ônibus, ou City Rio Turística e Rodoviária A. Matias, apresentam agora a mesma pintura.

Mais do que confundir passageiros de ônibus, a pintura padronizada estaria servindo de "véu" para a corrupção que acontece no setor, e cujas revelações dos bastidores mostram uma realidade gritante, em que políticos, empresários de ônibus e até mesmo a "máfia das vans" se beneficiam neste esquema corrupto.

Beneficiadas com a camuflagem da pintura padronizada, a cartelização das empresas de ônibus era até anterior a isso. Mas se o sistema de ônibus antes de 2010 não demonstrava muita transparência e apresentava irregularidades, ela se tornou cada vez mais grave sob esse "baile de máscaras" imposto sem consulta pública pelo prefeito carioca Eduardo Paes.

Eduardo Paes, ele mesmo, é casado com a filha de um dos barões dos ônibus do Grande Rio. Além disso, Sérgio Cabral Filho também tem alianças com empresários de ônibus e a corrupção do sistema em todo o Estado do Rio de Janeiro se agrava quando o "véu" da pintura padronizada torna pior o que está ruim, onde o logotipo de cada prefeitura camufla a empresa de ônibus irregular.

A formação dos cartéis de empresários de ônibus, a "máfia das vans", as irregularidades nas documentações dos ônibus, o troca-troca de empresas por debaixo da pintura padronizada - a linha 673 Méier / Lucas foi um caso recente de linha, e a Viação Saens Peña de mudança de nome, virando Viação N. Sra. das Graças -  e até mesmo irregularidades do DETRO mostram que o sistema de ônibus fluminense trafega num mar de lama.

Existe até mesmo a briga da Transportes Paranapuan - dona de um dos ônibus que caiu no Viaduto Brigadeiro Trompowsky, em Bonsucesso, matando nove pessoas - com o consórcio Internorte, o qual integra, tempera essa situação escandalosa que deixa os passageiros de ônibus completamente inseguros.

Muitos sentem saudades de outros tempos em que o sistema de ônibus do Rio de Janeiro pode não ter sido a perfeição sobre rodas, mas pelo menos tinha qualidades de sobra para ser, então, uma referência de transporte coletivo para o país.

Hoje, a coisa é extremamente contrária, sendo o sistema de ônibus fluminense um dos mais vergonhosos do país. Juntamente com Curitiba, São Paulo e outras cidades que apostam nesse "baile de máscaras" que encobre toda falcatrua que está por trás dos ônibus que o povo pega.

domingo, 14 de julho de 2013

ATOR DE GLEE, CORY MONTEITH É ENCONTRADO MORTO

CORY MONTEITH, EM UMA DE SUAS ÚLTIMAS IMAGENS DO COTIDIANO.

O jovem e promissor ator Cory Monteith, um dos astros do seriado Glee e que já estava também investindo em trabalhos além deste seriado, foi encontrado morto em seu quarto num hotel em Vancouver.

Até agora não foi divulgada a causa, mas seu corpo foi encontrado sem sinais de violência. Será feita uma autópsia para investigar as causas da tragédia. Cory teve um histórico de vício em drogas desde a adolescência e fazia tratamento para tentar se livrar do vício.

Cory tinha 31 anos e era também namorado de sua colega de Glee, a atriz Lea Michele. Era um ator premiado e, entre os filmes que participou, está a comédia Monte Carlo, e ainda participou de dublagens fazendo o próprio personagem de Glee, Finn Hudson, em "aparições" desenhadas no seriado Os Simpsons.

Cory fazia parte do elenco de Glee desde o começo da série, em 2009. A nova temporada do seriado está prevista para setembro próximo.

sábado, 13 de julho de 2013

JOAQUIM BARBOSA E SEU ESTRANHO NAMORO COM A GLOBO


Joaquim Barbosa é oficialmente considerado como um símbolo de transparência e sobriedade jurídica, mas se insere num contexto de que vários juízes e ministros do Poder Judiciário andam em verdadeira lua-de-mel com a grande mídia, não bastassem suas condutas discutíveis quanto às investigações dos esquemas de corrupção de Marcos Valério e de Carlinhos Cachoeira.

São juízes e ministros que acabam sofrendo a tentação do partidarismo político, sendo duros demais com os petistas e brandos demais com os tucanos por causa de conveniências políticas que corrompem investigações e inquéritos, apressando ou retardando os processos conforme seus interesses.

Joaquim nem chega a ser dos piores, já que os flertes midiáticos de um Carlos Ayres Britto e Gilmar Mendes são muito mais escancarados, enquanto Luís Fux e Roberto Gurgel (este com sua notável semelhança com o humorista Jô Soares) também se animam com a festa. Mas Joaquim Barbosa, não bastasse as viagens sustentadas pelo dinheiro público, agora conta com pedras no sapato por conta das oportunidades de trabalho dadas a seu filho.

Felipe Barbosa já havia produzido uma situação indelicada para a sociedade quando trabalhava como assessor de imprensa da casa de espetáculos Vivo Rio, ligada ao grupo Tom Brasil. Este grupo empresarial foi investigado no processo de número 2474, do Supremo Tribunal Federal, pelo envolvimento no esquema do "mensalão", cujo relator foi o próprio Joaquim Barbosa.

O grupo Tom Brasil teria recebido da DNA propaganda, empresa do publicitário Marcos Valério, que comandou o esquema, um valor de R$ 2,5 milhões, vindos de recursos da Visanet. Além disso, um dos donos da Tom Brasil, Gladston Tedesco, investigado na Operação Satiagraha, tem ligações com o banqueiro Daniel Dantas, do Opportunity, ajudando-o na evasão de divisas para depósitos em paraísos fiscais. Tedesco também dirigiu a Eletropaulo quando ainda era estatal durante o governo FHC.

Depois da experiência na Tom Brasil, Felipe Barbosa ganhou da Rede Globo a função de membro da equipe de produção do programa Caldeirão do Huck, do apresentador Luciano Huck, amigo de Aécio Neves, Eike Batista e Mr. Catra. Se parece coincidência ou não, o que se sabe é que a contratação se deu depois que a grande mídia passou a se derreter pelo presidente do STF.

E aí Joaquim Barbosa viaja com dinheiro do STF (público) para os EUA, ser cumprimentado pelos chefes do periódico reacionário Time, não por acaso da mesma Time-Life que deu uma "ajudinha por fora" para a implantação da TV Globo carioca, embrião da conhecida Rede Globo.

E o STF também pagou a viagem da jornalista Carolina Brígido, de O Globo, para acompanhar Joaquim Barbosa numa inexpressiva visita à Costa Rica. Pouco depois, o próprio Joaquim Barbosa teria ido para ver a final da Copa das Confederações, no Rio de Janeiro, com viagem totalmente bancada pelo Supremo.

Isso tudo fica complicado, se percebermos a figura de Joaquim Barbosa que, à primeira vista, significava um defensor da ética, da transparência e do rigor investigativo (embora sabemos que esse rigor não houve, seja nos casos do "mensalão", seja no do "cachoeiroduto"). Neste contexto, mesmo a coincidente contratação de seu filho pela Rede Globo - inicialmente desmentida pela cúpula, mas depois confirmada - soa tão grave quanto um nepotismo político.

Isso nos faz a pensar quando o namoro entre o Poder Judiciário e a grande mídia pode fazer mal para a sociedade. E que, com o "favorzinho" que provavelmente teria sido o emprego de Felipe Barbosa na "vênus platinada", seu pai será desencorajado a investigar os escândalos de corrupção que envolvem as Organizações Globo. Como a acusação de sonegação fiscal que a Globo teria cometido e que, depois, disse que pagou, sem mostrar o recibo.

Portanto, que moral terá Joaquim Barbosa diante de tantas situações assim? Como ele irá explicar à sociedade suas relações com uma das maiores corporações empresariais do país? O envolvimento com um poderoso grupo privado não pode ser confundido com um fato casual, porque neste caso o interesse público é o maior prejudicado.

quinta-feira, 11 de julho de 2013

VALÉRIA MONTEIRO ANDA SUMIDINHA


A super adorável e belíssima jornalista Valéria Monteiro anda meio sumida. As notícias mais recentes datam de 2012 e a palavra-chave "Valéria Monteiro" já dá, na busca do Google na Web e nas imagens a homônimas que possuem perfis no Facebook.

Valéria, para quem não sabe, foi apresentadora do RJ-TV na década de 80, é mineira que viveu alguns anos em Campinas e depois passou a viver no Rio de Janeiro. Foi casada com o diretor de novelas Paulo Ubiratan, com quem teve a filha Vitória, hoje adulta, e, vivendo algum tempo em Nova York, foi esposa de um corretor de imóveis de prenome Justin.

Atualmente, no entanto, Valéria Monteiro está solteira, e não decepciona, em beleza, aos 48 anos. Como se vê nesta foto acima, de dois anos atrás, com a morena esbanjando sua beleza que não se compromete mesmo com um buço, que só dá um charme mais brejeiro - e, quem sabe, mais mineiro? - no belo rosto da moça.

Recentemente, Valéria experimentou voltar a atuar. Foi atriz na minissérie da Globo, Incidente em Antares, e alguns pequenos trabalhos. Em 2009 fez peças de teatro. Ela também foi radialista, apresentando o programa Mondo, da então Paradiso FM (atual Sul América Paradiso FM).

Valéria também foi modelo (há até mesmo uma foto dela, sem crédito de nome, na edição de maio de 1985 da revista Nova Cosmpolitan, da Abril) e bailarina clássica. E sua beleza estonteante causou controvérsia quando fez, para a Playboy, uma sessão de fotos "discreta demais", mas que não deixam de valer pelo seu charme e sedução.

Esperamos e até acreditamos que Valéria está bem. Mas é uma pena não haver maiores novidades sobre ela, que é uma moça de talento e carisma, enquanto sub-celebridades e "boazudas" viram "notícia" o tempo todo mandando fotos "sensuais" e muita besteira nas redes sociais. Valéria Monteiro é o contrário disso tudo, pelo seu charme e pela doçura que se reflete até em sua voz meiga.

É uma pena. Valéria andou batalhando em vários canais com propostas de programas. Ela mesma é dona de uma produtora, a Toda América, e deve estar cheia de projetos. Talvez ela tenha sumido porque a mídia não dá a devida atenção a ela. Poderia dar. Afinal, ela tem uma grande legião de admiradores e, com um programa de TV ou algum trabalho para ela como atriz, ela teria público cativo, com certeza.

Desejamos boa sorte a Valéria, e aqui manifestamos nossa saudade e carinho. Beijos a ela.

terça-feira, 9 de julho de 2013

PROGRAMA MAIS MÉDICOS É LANÇADO COM BOLSA DE R$ 10 MIL


COMENTÁRIO DESTE BLOGUE: Com o objetivo de diminuir a carência de médicos nas áreas carentes, principalmente no interior do país, a presidenta Dilma Rousseff lançou o Programa Mais Médicos, que, entre outras coisas, investe em bolsas para trabalhar nessas áreas, além de determinar que todo aluno de Faculdade de Medicina tenha que trabalhar dois anos no Sistema Único de Saúde para obter o diploma, aumentando de seis para oito os anos de curso universitário. Também são previstos investimentos para melhorias nos hospitais públicos no Brasil.

Programa Mais Médicos é lançado com bolsa de R$ 10 mil

Do Portal Vermelho - Com informações da Agência Brasil e do Blog do Planalto

O governo lançou nesta segunda-feira (8) o Programa Mais Médicos, que prevê a contratação de médicos para atuar na saúde básica em municípios do interior e na periferia das grandes cidades. O programa será criado por medida provisória qeu foi assinada pela presidenta Dilma Rousseff e regulamentado por portaria conjunta dos ministérios da Educação e da Saúde.

Para preencher as vagas, o governo vai lançar três editais: um para atração de médicos, outro para os municípios que desejam receber os profissionais e um terceiro para selecionar as instituições supervisoras.

A quantidade de vagas só será conhecida depois que os municípios apresentarem suas demandas, mas o governo estima que o número chegue a 10 mil.

O edital para médicos estará aberto a profissionais formados no Brasil e graduados no exterior, inclusive estrangeiros. As vagas serão ocupadas prioritariamente por médicos brasileiros, e os estrangeiros terão de comprovar conhecimento em língua portuguesa e passar por um curso de especialização em atenção básica. Os profissionais receberão bolsa federal de R$10 mil mensais, com jornada de 40 horas semanais.

Só poderão participar estrangeiros egressos de faculdades de Medicina com grade curricular equivalente à brasileira, proficientes em Língua Portuguesa, com autorização para livre exercício da Medicina em seu país de origem e vindos de países onde a proporção de médicos para cada grupo de mil habitantes é superior à brasileira, hoje de 1,8 médicos/ 1 mil habitantes. Os municípios deverão fornecer habitação e moradia para os médicos, além acessar recursos do Ministério da Saúde para construção, reforma e ampliação das unidades básicas.

Por um período de três anos, estes profissionais vão atuar exclusivamente na atenção básica e apenas nos postos a que forem designados no âmbito do programa. Durante o prazo, contarão com supervisão de médicos brasileiros e orientação de faculdades de medicina e terão de desempenhar jornada de trabalho de 40 horas semanais. A manutenção do visto e do registro temporário dependem do cumprimento destas regras.

Os municípios terão que oferecer moradia e alimentação aos médicos, brasileiros ou estrangeiros, além de investir na construção, reforma e ampliação de unidades básicas.

Com a alteração curricular, é esperada a entrada de 18 mil médicos na atenção básica em 2021 e de 36 mil por ano a partir de 2022, dos quais metade já estarão nos pronto-socorros.

O programa ainda terá a criação de 11.447 novas vagas de graduação em Medicina até 2017, distribuídas em 117 municípios. Já havia sido anunciado pelos ministérios da Saúde e da Educação 12 mil novas vagas para residência médica, com 4 mil novos postos já disponíveis em 2014.

A contratação de médicos integra o pacote de medidas para a saúde, lançado por Dilma no fim de junho em resposta às manifestações que pediam melhoria nos serviços públicos do país. O pacto pela saúde também prevê investimentos de R$15,8 bilhões para construção e melhoria de hospitais, unidades de Pronto-Atendimento (UPAs) e unidades básicas de Saúde.

domingo, 7 de julho de 2013

NIGELLA LAWSON ESTÁ MESMO SOLTEIRA


O empresário inglês Charles Saatchi confirmou que seu casamento com a culinarista e apresentadora Nigella Lawson chegou ao fim. Ele havia sido fotografado de mau humor e, depois de uma discussão, tentado enforcar a esposa, em fotos que repercutiram na imprensa do mundo inteiro.

Saatchi, de 70 anos, também conhecido pela sua coleção de obras de arte, tentou desmentir que esteja violentando Nigella, mas depois, ao depor para a polícia, afirmou que a agrediu. Ele fez um comunicado oficial, com as seguintes palavras:

"Lamento anunciar que Nigella Lawson e eu estamos nos divorciando. Sinto que fui uma decepção para Nigella durante o último ano e estou desapontado que ela foi aconselhada a não fazer comentários públicos para explicar que eu abomino qualquer tipo de violência contra as mulheres e que nunca a agredi fisicamente de qualquer forma".

Nigella já havia sido vista sem a aliança de casamento nos últimos dias. Agora o casal entra em processo de divórcio, que pode resultar numa pensão amarga de Saatchi, um dos homens mais ricos do Reino Unido, à ex-mulher.

sábado, 6 de julho de 2013

ROLLING STONES RETORNAM AO HYDE PARK, 44 ANOS DEPOIS

ROLLING STONES TOCARAM NO HYDE PARK EM HOMENAGEM AO GUITARRISTA BRIAN JONES, MORTO POUCOS DIAS ANTES, EM 1969.

Hoje Mick Jagger, Keith Richards e Charlie Watts vão pisar no mesmo palco em Londres onde, em 05 de julho de 1969, tocaram em homenagem ao guitarrista Brian Jones, um dos fundadores dos Rolling Stones, que, pouco após ter sido expulso da banda por causa de seu vício nas drogas (que o impedia até mesmo de tocar uma simples percussão), foi encontrado morto no dia 03 daquele mês.

Com a formação contando também com Ron Wood (que em 1969 fazia parte do Jeff Beck Group) e, entre os músicos de apoio, também conta com o baixista Darryl Jones, com notável trajetória no jazz contemporâneo, os Rolling Stones pretendem manter o mesmo repertório tocado em 1969, mas sem fazer o espetáculo de soltar borboletas, que havia causado problemas na época.

O concerto de 1969 foi a estreia do guitarrista Mick Taylor na formação que durou até 1974 e foi marcada por influências fortes de blues e soul music no som da banda inglesa. Taylor participou como convidado para duas músicas na apresentação do grupo no festival Glastonbury, há poucos dias. O grupo seguia então com Bill Wyman como baixista, função que continuaria até 1993.

O grupo retomou as atividades nos palcos e demonstrou completamente revigorado, impressionando com sua sonoridade crua e seus equipamentos modernos e potentes. O grupo havia passado por um período de férias, e usou a comemoração dos 50 anos de carreira para retomar a atividade. Consta-se que o grupo já tem repertório pronto para um novo álbum.

Apesar do preço ser muito caro, todos os ingressos para a apresentação dos Rolling Stones no Hyde Park foram esgotados.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

SENADO APROVA PROJETO QUE ESTABELECE RESTRIÇÕES AO ECAD



Teve de tudo, de ídolos brega-popularescos a medalhões da MPB. Lembra os tempos em que cantores de diversas tendências iam para o Palácio do Planalto falar com o presidente Fernando Henrique Cardoso e pedir mais rigor ao combate à pirataria.

Desta vez o motivo é outro. O governante também. Os cantores brasileiros se encontraram com a presidenta Dilma Rousseff e a ministra da Cultura, Marta Suplicy, antes da votação dos senadores para o Projeto de Lei 129, que estabelece restrições ao Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (ECAD), entidade responsável pelo registro de obras artísticas e de entretenimento.

Depois do encontro, a votação se deu favorável à reivindicação popular de restrições ao poder concentrado do ECAD, que não repassava de maneira justa o dinheiro arrecadado pelas taxas cobradas no uso de obras artísticas e de entretenimento registradas em propriedade intelectual de seus autores ou executores.

Entre as restrições, está a redução da taxa administrativa do ECAD, que passou de 25% para 15%, enquanto o repasse para os responsáveis das obras aumentou para 85% da arrecadação. Relatado pelo senador Humberto Costa, do PT pernambucano, o PLS-129 foi elaborado depois da CPI do ECAD, realizada entre 2011 e 2012.

O projeto, que prevê também maior fiscalização pelo Ministério da Cultura das atividades do ECAD, entre outros órgãos gestores ligados a cultura e entretenimento, ainda precisa passar pela Câmara dos Deputados para ser definitivamente aprovado e sancionado pela presidenta Dilma. Mas tudo sinaliza para que os deputados federais sigam a tendência dos senadores para aprovação do PLS-129.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

RENATA CERIBELLI ESTÁ SOLTEIRA!!


A bela e deliciosa jornalista da Globo, Renata Ceribelli, voltou a estar solteira. Ela terminou seu segundo casamento, com o advogado Gustavo Brigagão, com quem não teve filhos. A relação durou nove anos. Antes, Renata foi casada com o médico Lenilson Moreira, pai dos jovens Marcela e Rodrigo, de 23 anos.

Surpreendentemente, Renata Ceribelli tem 48 anos e nunca fez plástica. Afinal, ela mantém sua aparência jovial e recuperou a formosura quando decidiu participar do quadro Medida Certa, do mesmo programa Fantástico que ela apresenta.

Que seja bem vinda ao time das solteiras, Renata!!

segunda-feira, 1 de julho de 2013

ZICO GÓES GARANTE CONTINUIDADE DA MTV


O diretor de programação da MTV, Zico Góes, tranquilizou os fãs da filial brasileira da emissora norte-americana e disse que, apesar da crise, a MTV Brasil tem assegurada sua continuidade.

Segundo ele, os cortes fazem parte da reestruturação da emissora, que vive dificuldades, e que na nova fase, a emissora, para evitar muitos gastos, está firmando parcerias com produtoras independentes e com patrocinadores que emprestarão suas marcas aos nomes de alguns programas da emissora, a exemplo do que acontecia nos primórdios da TV brasileira.

Góes acrescentou também que Titi Müller, que chegou a chorar na despedida do programa Acesso MTV, não deixou a emissora, e voltará em agosto para uma nova edição do Mochilão MTV. O diretor de programação não deu detalhes sobre a mudança do quadro acionário da emissora, embora outras fontes já indiquem que a Abril deixará a franquia e a Viacom assumirá a emissora no Brasil.

É provável que a transição do quadro acionário esteja sendo feita, para que a MTV Brasil continue sua trajetória sem qualquer tipo de interrupção. Mas já neste mês a emissora já deve se tornar propriedade da filial brasileira da Viacom.