domingo, 10 de fevereiro de 2013

MUSAS DE VERDADE FAZEM DIFERENÇA NO CARNAVAL

AS BELAS CRIS VIANNA E JULIANA ALVES - AUTÊNTICAS E BATALHADORAS.


Ultimamente, o Carnaval, pelo menos nas principais capitais do país, foi entregue a um comercialismo voraz, que, no caso do Rio de Janeiro e de São Paulo, transformou os sambas em expressões da mesmice na qual se salvam poucas exceções.

Já não são mais os sambas marcados pela criatividade natural para a folia, mas enredos encomendados que, em si, não representam mal algum. O problema é que eles viraram uma fórmula, onde cada vez mais os andamentos, as estrofes e os refrões se tornam cada vez mais repetitivos.

No que se diz as rainhas da ala da bateria, musas que dançam diante dos músicos que batucam durante o andamento do desfile, o "mercado" também sofre com a concorrência de musas de verdade com outras que apenas expressam a vulgaridade das mulheres-objetos, e que passam o ano inteiro "esbanjando" todo o seu vazio intelectual e toda a mesmice de uma "sensualidade" forçadamente mostrada.

No lado das musas de verdade, vimos o destaque que Luíza Brunet, a supermodelo dos anos 80 que mantém sua beleza deslumbrante até hoje, teve nos desfiles de escolas de samba. E hoje vemos as atrizes Cris Vianna e Juliana Alves, ambas na foto acima, mostrando o esplendor e o charme da mulher negra brasileira.

Mas o "mercado" também se serve da vulgaridade de "beldades" como Andressa Urach, Gracyanne Barbosa, Viviane Araújo, Valesca Popozuda e Mayra Cardi. Os desfiles de escolas de samba tornam-se as vitrines dessas pretensas musas, talvez alguma "justificativa" para a fama delas.

Para estas moças, desfilar em escolas de samba é o refúgio "substancial" de uma pseudo-sensualidade obsessiva, uma única atividade "útil" para elas, diante da falta de algo a dizer ou fazer. E isso as faz em desvantagem das duas citadas atrizes, pois sabemos o quanto Cris e Juliana são autênticas, batalhadoras e bastante talentosas.

Juliana Alves não pode ser vista como cria do Big Brother Brasil, tal qual a Mayra Cardi. Afinal, Juliana, a exemplo dos ex-BBBs Grazi Mazzafera e Jean Wyllys, possuem trabalhos e trajetória própria até antes de entrarem no programa, e mostram talento e competência.

A competição parece "harmoniosa", mas as musas vulgares querem levar uma vantagem na qual na verdade não possuem. No fundo, as musas da vulgaridade precisam se destacar nos desfiles carnavalescos para ter algum motivo para aparecerem na mídia. Por alguns dias, elas tentam fazer alguma coisa.

Depois do Carnaval, saberemos que Cris Vianna e Juliana Alves, além de outras musas autênticas, seguirão seus trabalhos, suas carreiras, buscando aperfeiçoar suas atividades e não satisfazerem com a realização dos desfiles, uma vez que elas, conscientes de seu talento e vocação, sabem que é preciso aprender muito a cada dia, o que fazem muito bem.

Já as "popozudas", após a folia carnavalesca, voltarão a "mostrar demais" na mídia, sempre em aparições constrangedoras, repetitivas e grotescas. O que mostra que "mostrar demais" não é sinônimo de "mostrar melhor".

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