segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

O NOIVADO DE OLIVIA WILDE E O MEDO DAS MUSAS "POPULARES"


Sempre há um homem para uma mulher que não é vulgar. Lá fora, embora sem a frequência quase absoluta do Brasil, as mulheres classudas, potencialmente, sempre têm algum pretendente. Recentemente, foi divulgada a notícia do noivado da belíssima atriz Olivia Wilde com o comediante do Saturday Night Live, Jason Sudeikis.

Há poucos meses, a encantadora atriz - cujo sobrenome artístico é em homenagem ao escritor Oscar Wilde, admirado por ela - havia sido modelo da grife Bourgeois Bohême, esbanjando seu charme e beleza. O que mostra o quanto Olivia é uma mulher fundamental.

Mulheres assim os homens são loucos para ter. De cafajestes pedantes a nerds caseiros, eles sempre querem ter uma mulher que seja mais do que um corpo atraente. Em compensação, nem todos os homens conseguem ter esse tipo de mulher, e os homens mais legais são os que mais sofrem.

No Brasilzinho provinciano de cada dia, o que se vê são as "musas populares" com medo de assumir relações amorosas. Enquanto a maioria das atrizes de televisão, por exemplo, são muito bem comprometidas, as chamadas "boazudas" acabam demonstrando ser muito frouxas quando o assunto é vida amorosa.

Oficialmente tidas como "as mais desejadas", as "boazudas" ou escondem relações amorosas, quando as têm, ou então jogam fora oportunidades de ouro, devido a muitas frescuras. Se o rapaz é empresário, elas quase não chegam perto. Se o rapaz é galã, igualmente. Recusam pretendentes como crianças que se recusam a tomar da sopa que nunca tomaram e nem conhecem o sabor.

O pior é que elas vêm com o mesmo papo de sempre. Quando estão sozinhas, falam que "sonham com um cara legal" e umas aceitam até namorar os fãs. Mas quando surge um pretendente, geralmente de boa pinta, elas arrumam desculpa para dizer que "não rolou": "Ele é tudo de bom, é maravilhoso, lindo e gentil, mas decidimos apenas ser grandes amigos".

O pior é que elas a cada dia provocam indignação, não somente para este blogue, mas para os milhares de internautas que mandam mensagens para os fóruns dos portais Ego, Terra Diversão e R7, reprovando até com certa raiva ou ironia agressiva as "musas" vulgares.

O país se transforma e cada vez mais a mulher que só vive para mostrar o corpo para a mídia está sendo passada para trás. E aí surgem pressões para elas formarem família, arrumarem marido etc, e várias delas ficam irritadas, ameaçando processar judicialmente quem só dá bons conselhos e pede para que elas pelo menos se envolvam com algum homem mais importante e poderoso para elas.

Elas preferem levar para a velhice suas gafes e sua sensualidade forçada e caricata a ter que se preparar para um futuro mais seguro. Têm medo do ostracismo, achando que ele é o mal. Não é. O mal é um ostracismo mal vivido, mal orientado, mas um ostracismo com dignidade é muito melhor do que a obsessão pela fama às custas dos piores procedimentos.

Pior é chegar aos 40 anos posando de falsa gostosa, como se fosse uma moleca grotescamente "sensualizada" de 18 anos e lucrar com a fama de grosseira e "encalhada" mesmo tendo filhos crescidos que acabam levando gozação na escola porque as mães deles só sabem mostrar os corpos siliconados e anabolizados na mídia. Será que as "musas populares" não têm "semancol"?

Enquanto isso, os homens de bem ficam a ver navios vendo mulheres que deveriam somar às suas vidas serem comprometidas com outros homens, sejam eles quem são. Isso dói, isso dói, isso dói.

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