domingo, 16 de setembro de 2012

DAKOTA FANNING É UM EXEMPLO DE MULHER


Na semana passada, na premiere do drama juvenil Now is Good, em Londres, uma atriz chamou a atenção não somente pelo seu charme e simpatia, mas pela beleza deslumbrante e suas generosas formas físicas.

Alguém pensou na atriz mirim de filmes como Grande Menina, Pequena Mulher (Uptown Girls), Dakota Fanning? Quem pensou está absolutamente certo.

Dakota Fanning tem hoje 18 anos e já mostra o esplendor de sua beleza e sensualidade. Há três anos, ela já deu conta do recado fazendo o papel da cantora das Runaways, Cherry Currie, aprovado pela própria cantora do grupo, que juntamente com Joan Jett, era a dupla central da banda de rock, que divulgaram o filme biográfico juntamente com suas intérpretes em cena, Dakota e Kristen Stewart.

A princípio, parecia estranho, porque Dakota, aparentemente, parecia uma carolinha simpática, que dificilmente sugeriria fugir da imagem infanto-juvenil de seus primeiros filmes. Mas Dakota deixou tranquilamente essa imagem, buscando uma sensualidade que nada tem de excessiva ou vulgar, e uma beleza e uma formosura na medida certa.

Dakota já está com dois filmes em andamento. Um é Very Good Girls, com a também estonteante Elizabeth Olsen (a irmã mais nova das gêmeas Olsen, as estilistas de moda Ashley e Mary-Kate), no qual apareceu até de biquíni ao lado da parceira (uau!). E sua busca pelos personagens adultos é tal que ela faz o papel de uma mulher casada no filme Effie.

Dakota Fanning, de longe, torna-se um grande exemplo de mulher. Belíssima e charmosa, ela se destaca no entanto dando boas entrevistas, mostrando consistência e desenvoltura. É uma mulher inteligente, talentosa, e que certamente irá brilhar muito, e já é admirável por tudo que ela está fazendo até agora. Boa sorte na carreira, Dakota!!

O QUE A PADRONIZAÇÃO VISUAL PODE FAZER PARA CONFUNDIR...


Esta foto, no cruzamento da Rua Dr. Paulo César com a Av. Roberto Silveira, na esquina da Av. Marquês do Paraná, em Niterói, dá uma boa noção do que a chamada padronização visual nos ônibus pode fazer para confundir as pessoas.

É bom deixar claro que, no dia a dia, muitas pessoas ficam ocupadas demais para "examinar sem pressa" o ônibus que vai pegar e é ilusão que todo mundo "receba" sempre o ônibus vendo o veículo pela dianteira.

Muita gente tenta pegar um ônibus vendo-o na lateral, de longe, porque tem pressa e nem todas as linhas possuem uma frota grande, obrigando muitos a correrem para o primeiro ônibus que virem, mesmo à distância.

Esta foto é ilustrativa. O desavisado poderia imaginar que um carro da Viação Fortaleza, na linha 57 (Santa Rosa / Centro, via Fagundes Varela), cortou pela Paulo César - geralmente ele vai pela Rua Gen. Pereira da Silva antes de dobrar a Roberto Silveira - por alguma eventualidade e se dirige à pista lateral da avenida para dobrar a Rua Miguel de Frias em direção à Fagundes Varela.

No entanto, o ônibus em questão é da Santo Antônio Transportes, linha 45 (Cubango / Centro), que havia pego um caminho alternativo, já que normalmente passa pela Paulo César direto, talvez para se dirigir sem problemas para a pista lateral da Av. Marquês do Paraná, exclusiva para ônibus.

A pintura padronizada do consórcio Transoceânica permitiu essa "pérola", que a elite busóloga não tem o menor problema de discernir, mas os cidadãos comuns, principalmente os mais pobres, têm muita dificuldade de identificar.

São transtornos assim que a gente questiona, mas nem todo mundo gosta. Afinal, a "novidade" do visual uniformizado, desse "baile de máscaras" que se tornou o sistema de ônibus de Niterói e do Rio de Janeiro, deslumbra alguns, sobretudo aqueles que querem mamar nas tetas do Estado e que por isso fazem defesa até do serviço irregular da Turismo Trans1000.

Só que, nas ruas, a realidade é bem outra do que aquela que a ilusão dos escritórios tenta inventar.