domingo, 5 de agosto de 2012

NATALIE PORTMAN ESTÁ OFICIALMENTE CASADA



Natalie Portman se casa hoje, com seu já "namorido", o coreógrafo Benjamin Millepied - que ela conheceu nas filmagens de Cisne Negro (Black Swan) - , numa cerimônia íntima da Califórnia. Na prática, ela já está casada, a cerimônia apenas será a oficialização de tudo isso.

Não faltam homens para mulheres que não são vulgares. Se, nos EUA, temos as frivolidades das "donas de casa" de Beverly Hills que se divorciam como quem está a dar um espirro, para não dizer uma Jwoww (quase uma Geisy Arruda de lá, com a ressalva de que surgiu num reality show e não num factoide qualquer) ou Pamela Anderson da vida, há várias opções de mulheres interessantes solteiras, famosas ou não.

No Brasil, solteiras interessantes há, mas são muito mais raras. E há um "exército" de moças vulgares ou simplesmente cafonas que permanecem solteiras, ou então há as "encalhadas profissionais" ou "marias-bobeiras" - essas que dão fora em pretendentes nas vaquejadas e micaretas da vida, mas vão para o Facebook chorarem porque "os homens têm medo delas" - , fruto de uma péssima educação sócio-cultural nos trevosos anos 90.

Aqui, então, o fã-clube de Natalie Portman, como este que lhe escreve e o amigo Marcelo Delfino, já se prepara para a nova condição de Natalie Portman, agora a jovem senhora Millepied. Foram-se os tempos em que Natalie estava livre, leve e solta na vida. Parecia ontem, mas era há uns cinco anos atrás.

Agora Natalie, mesmo esbanjando toda a sensualidade nestas duas fotos para a grife de Cristian Dior, além da natural beleza que aperfeiçoa o que já está perfeito, não é mais do que uma senhora bem casada, quando muito fazendo papéis de mulher solteira em ficções cinematográficas, únicas oportunidades para Natalie Portman exibir sua mão esquerda livre do anelzão de casadona.

Enquanto isso, uma nulidade como Geisy Arruda procura "caras legais". Pode ser eu ou você, mas nós não a queremos. E ainda tivemos a titia Solange Gomes na barraca de beijinhos em festas juninas (ali, nem de graça eu vou). Fora as popozudas do "funk" que, até seus maridos aparecerem em ocorrências pouco agradáveis, passam a imagem, falsa mas persistente, de pretensas "solteironas".

O que mostra que ser "cara legal" no Brasil é um suplício. Estamos condenados a namorar mulheres com as quais não sentimos atração nem afinidade, que não nos acrescentariam coisa alguma para nossas vidas e que ainda nos levariam para canhestros eventos "culturais" tidos como "populares". Melhor seguir a lição segura do ditado (realmente) popular: "Antes só, do que mal acompanhado".

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