domingo, 24 de junho de 2012

SER UM CARA LEGAL É PECADO NO BRASIL


Em entrevista recente publicada no Portal Terra, a celebridade Geisy Arruda disse que "está à procura de um cara legal".

Símbolo da vulgaridade feminina metida a "polêmica", bem ao gosto de intelectuais pró-popularescos como Pedro Alexandre Sanches e Paulo César Araújo, Geisy surgiu através de uma "pegadinha", numa "polêmica" forjada por entrar numa faculdade usando roupas "sensuais".

Fez-se "contracultura" em copo de água e criou-se um "feminismo" do nada, uma "liberdade de expressão" de coisa nenhuma. Quem reclamasse da vulgaridade da garota era visto como "moralista" e "preconceituoso". E Geisy se ascendeu assim no nada, passando a rasteira em muitas "big sisters" sem sequer participar do "riélite chou".

CARAS LEGAIS NÃO QUEREM SABER DE MULHERES TIPO GEISY ARRUDA

E agora Geisy procura "caras legais". Homens simples, românticos, carinhosos, meio nerds, meio à cara do Harry Potter. Mas o grande problema é que os caras legais não querem moças vulgares tipo Geisy Arruda, Solange Gomes ou Mulher Melão.

Além do mais, várias dessas musas já têm no currículo ex-namorados durões ou, quando muito, viris, tipo peão de vaquejada. E essas moças vão sempre às noites de sábado nas curtições da vida, enquanto os caras legais que elas dizem querer tanto ficam em casa, vendo comédias estudantis ou lendo livros de ciência política.

Ser cara legal no Brasil é um suplício, um pecado, porque só sobram moças de personalidade jeca como a Geisy Arruda. Talvez nem as "popozudas" mais grotescas sobrem, desde que se descobriu que 55% delas, mesmo as que juram estar "solteiríssimas", possuem namorados ou maridos.

Um cara legal quer saber de moças não somente discretas ou que prometem vestir roupas comportadas ou ficar em casa nos domingos. Um cara legal quer saber de moças que já são discretas e inteligentes de forma espontânea, própria, não é preciso a imprensa sensacionalista dizer que ela "paga o maior mico" sendo "caçadora de sertanejos", "rata de micaretas", "maria chuteira" ou "mulher-fruta".

Portanto, os homens legais, no país, ficam sonhando em ter uma Elaine Bast, uma Débora Falabella, uma Rosana Jatobá. Nenhuma delas se ascendeu "se mostrando demais" e nem passa a bancar a comportada na última hora, depois de tantas vaias.

Portanto, é bom Geisy Arruda ir procurando peões de vaquejada, mais robustos e durões, que são o máximo que ela conseguirá encontrar de "homens simples". Ou, na melhor das hipóteses, um garotão sarado vindo do Big Brother Brasil. Caso contrário, a celebridade ficará chorando no caminho.

Quanto a mim, não estou interessado na Geisy. Nem um pouco. E nem sequer para um passeio a dois sem compromisso. Eu tenho mais o que fazer na vida.

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