quinta-feira, 24 de maio de 2012

LUÍZA BRUNET VOLTOU A FICAR COMPROMETIDA


Sabemos que a modelo Luíza Brunet, que completa 50 anos hoje, sempre gostou de homens mais velhos, desde os tempos em que ela a estrela da marca de jeans Dijon. E isso também é muito sintomático dentro de um contexto de mulheres classudas que, no Brasil, preferem homens sisudos e escravos das etiquetas sociais.

Pois, depois de um tempo em que Luíza esteve solteira - depois de um casamento com o antiquário argentino Armando Fernandez, pai da modelo Yasmin Brunet e do irmão Antônio - , em 2007, ela agora assumiu o namoro com um milionário paulista, Lírio Parisotto, um empresário da área de DVDs, por sinal daquele perfil bem conservador.

Luíza já foi casada, na adolescência, com outro empresário, Gumercindo Brunet, que lhe "emprestou" o sobrenome (o nome de batismo dela é Luíza Botelho da Silva). Gumercindo era aquele empresário emergente, de perfil médio e pouco destacado, quase um yuppie. Armando Fernandez, por sua vez, era mais jovial, apesar de lidar com coisas antigas.

Já Lírio, pelo jeito, parece bem sisudo, dentro daquela tendência de que homens mais ricos envelhecem demais, em personalidade, a partir dos 45 anos, quando passam a ser escravos das regras de etiqueta, desaprendem a se divertir, adotam um comportamento mais sedentário mesmo quando praticam atividades físicas e até tratam os sapatos de verniz quase como se fossem seus segundos pés.

Embora o Brasil apresente, de vez em quando, algumas novas solteiras legais - mas mesmo assim, é muito pouco - , ainda continua valendo, na vida amorosa, a regra infeliz de que, para um homem ter uma mulher legal, precisa montar uma empresa ou ser um profissional liberal. Se um brasileiro for apenas um cara legal, ele sofre, porque ser cara legal no Brasil mais parece um pecado mortal, pois, na maioria das vezes, as mulheres que um homem assim atrai nada têm de legais.

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