sábado, 26 de maio de 2012

KEIRA KNIGHTLEY ESTÁ NOIVA


Vejamos as duas situações. No Brasil, vemos mulheres que se orgulham em serem "inteligentes" por coisa nenhuma. Tão ignorantes, ignoram sua própria ignorância e acham que entendem tudo de coisas que, na verdade, não entendem sequer de longe.

E há, por outro lado, uma atriz inglesa que, por não ter cursado a faculdade, se acha "não muito inteligente", mas no entanto lê muitos livros, procura entender as coisas, vai a eventos culturais de qualidade e é capaz de dar boas entrevistas.

Este é o caso de Keira Knightley. Aquele é o caso de várias brasileiras, como Andressa Soares, a Mulher Melancia, que se acha "inteligente", e até mesmo muitas orkuteiras que não se olham no espelho e, de tão narcisas, julgam possuidoras de uma inteligência que não têm.

E, como existe sempre um homem para uma mulher que não é vulgar, Keira Knightley, a exemplo de Natalie Portman - à qual a inglesa é frequentemente comparada, sobretudo pela semelhança facial (e olha que as duas estiveram em dois mesmos filmes, um deles da saga Star Wars!) - está noiva.

Tudo bem, Keira está com um músico de uma banda legal, The Klaxons, o tecladista e um dos vocalistas da banda, James Righton. E, certamente, a relação é fruto dos ambientes bacanas que a atriz inglesa frequenta, e que incluem festivais como o Reading na Inglaterra.

E aqui? Ouvi numa loja de departamentos um horroroso forró-brega em que a "cantora" berrava feito gralha "Tá faltando homem... Eu quero namorar!!", de forma tão ridícula que ela merece, tranquilamente, o meu fora. E aqui muitas moças "orgulhosas de serem inteligentes" preferem ir a eventos de "sertanejo universitário", axé-music, "pagode romântico", para não dizer o abominável "funk carioca".

O problema não é Keira estar comprometida, e ela está com um cara legal, que merece mulheres assim. O grande problema é que são muito poucas as mulheres legais que ficam livres no "mercado". Muito, muito poucas. Sobretudo no Brasil, quando a própria mídia não traz referenciais positivos ou relevantes para a sociedade.

Por isso a maioria das mulheres que "sobram" são tão ignorantes que ignoram até mesmo sua própria ignorância. Muitas com o corpo fora de forma, outras místicas demais, outras bastante "futebosteiras", outras cafonas demais, todas insossas ou nada atraentes, que não sabem por que estão sozinhas. É porque não sabem o que há realmente de errado nelas. E isso é grave.

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