segunda-feira, 21 de novembro de 2011

ANANDA APPLE E FIONA APPLE: "MAÇÃ" SEM VULGARIDADE



Enquanto temos uma funqueira chamada Mulher-Maçã, que, nos seus ataques de pedantismo, disse que o falecido Steve Jobs era "gênio de muitas modernidades" e pretende usar o mestre Cândido Portinari para "cobrir" sua vulgaridade siliconada, outras mulheres com sobrenome de maçã passam muito longe dessa grosseria tão pretensiosa.

Vemos o caso da jornalista de TV Ananda Apple, que, curiosamente, já tem 50 anos e continua exibindo sua beleza meiga e graciosa que a faz parecer bem mais jovem do que é atualmente. Ananda, mulher de todos os sonhos, atualmente está solteiríssima, com duas filhas gêmeas, e sua personalidade admiravelmente doce se destaca pelo seu conhecimento de flores.

Outra peculiaridade de Ananda é o fato dela ser fã dos Beatles. Já dá para saber que o sobrenome artístico da bela repórter se deve ao selo fonográfico que os Beatles criaram durante sua segunda fase, a Apple Records.

E já que falamos de música, outra que se destaca por sua beleza deslumbrante e pela inteligência é a cantora Fiona Apple, de 34 anos. Nascida apenas quatro dias e uns muitos quilômetros longe de Maria Rita Mariano, Fiona deve ter um mapa astral com muito em comum. Afinal, Fiona e Maria Rita são cantoras que se sobressaem na sua geração, com ótimos referenciais culturais e notável talento.

E Fiona, então, é até mais "difícil". Mesmo seus primeiros sucessos de 1996 do álbum de estreia Tidal passam longe do comercialismo e a cantora e pianista assimila influências de folk, jazz, soul e até rock clássico. Com intervalos relativamente longos entre um álbum e outro, seu quarto álbum está para sair este mês.

Fiona foi estuprada na infância, chegou a sofrer de anorexia e teve problemas com a Sony Music por conta de sua música pouco convencional, o que fez com que o álbum Extraordinary Machine fosse regravado com outro produtor.

A versão original desse disco de 2005 foi rejeitada pelos executivos da Sony por ser musicalmente "difícil". Jon Brion foi o produtor original e o disco estava ameaçado de nunca ser lançado, até que os fãs da cantora lançaram a campanha Free Fiona para garantir o lançamento do mesmo. Mas os executivos exigiram como condição sua regravação com outro produtor, e o disco foi lançado nesta forma.

Já o álbum original permanece inédito, e a princípio Fiona expressou interesse em finalizá-lo com Brion, mas nenhuma notícia a mais foi dada a respeito.

Estas duas mulheres, sim, que usam o 'sobrenome Maçã' para mostrar inteligência e cultura para o público.

TAÍS ARAÚJO E LEANDRA LEAL TERIAM USADO BANDA CALYPSO PARA GANHAR PAPEL EM NOVELA


LEANDRA LEAL - "Adesão" à Banda Calypso destoa do perfil intelectualizado da atriz e pode ter sido feita em troca de papel em novela.

A "espontânea" aparição das atrizes Leandra Leal e Taís Araújo numa apresentação da Banda Calypso pode ter sido um mero compromisso contratual.

A aparição coincide com a escalação das duas para a próxima novela das 19 horas da TV Globo, Marias do Lar, já em fase de produção. Leandra Leal e Taís Araújo serão duas das três protagonistas da novela.

Usar atores para "apoiar" eventos do brega-popularesco, através de parcerias contratuais com a mídia e com os patrocinadores, é uma medida que anda decaindo, já que ultimamente micaretas e vaquejadas preferem alugar ex-BBBs hoje para economizar gastos. Mas a medida apenas tornou-se rara, e a Banda Calypso, tudo indica, foi apenas um trampolim para duas atrizes ganharem papéis de protagonistas numa nova novela.

A medida consiste em atores e atrizes fingirem ser fãs da mediocridade musical do brega-popularesco, em troca de algum bom papel de novela ou como um acordo contratual para se ascender na carreira profissional em geral. Muitas vezes um "baile funk" é até um "pistolão" para a atriz tal ganhar um comercial de cosméticos na TV, que pode até ser transmitido no exterior (em Portugal, pelo menos).

Sabe-se que Leandra Leal é muito culta para aderir, de verdade, a um grupo de forró-brega que é claramente risível e, musicalmente, não deve ser levado a sério.

CIDADÃ LAMENTA TER DEIXADO DE FUMAR. LAMENTÁVEL É ELA



Dias atrás, estava eu e meu irmão Marcelo numa filial de uma rede de supermercados em Niterói quando ele ouviu uma mulher dizer para uma amiga que lamentava ter deixado de fumar, declarando que foi obrigada.

Não bastasse isso, ela comentou com a amiga que adorava fumar e continuava achando que fumar é uma coisa boa. "Infelizmente, tive que deixar de fumar, pois fumar é tão bom...", foi o que ela disse, sendo mais claro.

Isso é que é lamentável. Como é que alguém pode achar o ato de fumar maravilhoso? Será que ela não sabe o quanto é trabalhoso, depois de tantos anos de fumo, alguém fazer uma violenta e inútil quimioterapia para combater um já avançado câncer no pulmão?

O "delicioso" ato de fumar provoca tosse, enfraquece o organismo, envelhece rapidamente. Dá para perceber que, em muitos casos, as ninfetas lindas com beleza de contos de fadas, ao fumarem compulsivamente se tornam, quando chegam aos 40 anos, tão feias quanto bruxas velhas. Mesmo quando não chegam a tanto, dá para perceber no entanto que a degradação física é inevitável.

Nota zero para a ex-fumante que continua com saudades desse inútil veneno portátil.