sexta-feira, 18 de novembro de 2011

POLÍCIA REABRE CASO DA MORTE DE NATALIE WOOD



COMENTÁRIO DESTE BLOGUE: A belíssima atriz de Amor Sublime Amor se foi há trinta anos, e o triste fato será lembrado no dia 29 de novembro próximo. Ela faleceu em circunstâncias misteriosas, com apenas 43 anos de idade.

Numa de suas últimas entrevistas, em 1979, ela falava que tinha muitos projetos para a década seguinte, que não conseguiu realizar. Seu último filme, Projeto Brainstorm, foi lançado postumamente, em 1983. Pena. Ela hoje seria uma bela senhora de 73 anos...

Polícia reabre caso da morte de Natalie Wood

Da Agência Effe - Portal R7

Há 30 anos, atriz foi encontrada morta nas águas do Oceano Pacífico

A Polícia de Los Angeles informou nesta quinta-feira (17) que reabriu, 30 anos depois, a investigação da morte da atriz Natalie Wood, protagonista de Amor, Sublime Amor.

O porta-voz do governador do condado de Los Angeles, Steve Whitmore, destacou que a Polícia recebeu nova informação do caso, mas sem fornecer mais dados, afirmou o canal de televisão Fox. A expectativa é que um detetive realize uma entrevista coletiva na qual pedirá ao público que qualquer informação adicional sobre o caso seja repassada às autoridades.

A atriz de 43 anos foi encontrada morta nas águas do Oceano Pacífico, em um fato que foi considerado acidental, mas que causou polêmica na época. O corpo da atriz apareceu flutuando nas proximidades da ilha de Catalina, na Califórnia, onde passava um fim de semana ao lado de seu marido, o ator Robert Wagner, e seu companheiro de filmagem, Christopher Walken.

As autoridades, que determinaram que a atriz bebeu demais antes de sua morte, concluíram que tudo foi um acidente quando Natalie caiu nas águas do Pacífico enquanto tentava saltar a um bote de borracha atado ao iate onde viajavam.

Apesar da conclusão policial, começaram a circular rumores de suicídio ou assassinato e teorias sobre uma possível briga com seu marido antes de cair na água, motivada por uma suposta crise de ciúmes de Wagner pela amizade da atriz com Walken.

Famosa por suas atuações em Amor, Sublime Amor, Esplendor na Relva e Rastros de Ódio, Natalie começou a trabalhar em Hollywood quando era apenas uma menina. Em comunicado enviado à revista TMZ, o representante de Robert Wagner disse que "embora a família Wagner não tenha recebido notícias do condado de Los Angeles sobre este assunto, apoiam totalmente os esforços do departamento".

O DIVÓRCIO DE DEMI MOORE E ASHTON KUTCHER



Relações movidas pelo amor são livres e de tal forma que, em certos casos, se dissolvem com mais facilidade do que outros, movidos pela conveniência, que mais parecem contratos longevos de muitos anos, principalmente se o marido for um empresário ou um profissional liberal.

Embora Demi Moore seja uma mulher estonteante, belíssima e de uma beleza sensualíssima, a separação dela do ator Ashton Kutcher, no momento em Two and a Half Men (Dois Homens e Meio) mais pede uma reflexão do que uma comemoração.

Afinal, Ashton é um ator admirável, de um grande talento, e, apesar da comédia ser seu carro-chefe, ele havia atuado de forma excelente no filme de ficção científica The Butterfly Effect (Efeito Borboleta).

Lançado pelo seriado That 70's Show, que teve também a deliciosa Mila Kunis, ele havia feito par romântico com várias outras atrizes, como Zoe Saldaña, Cameron Diaz, Natalie Portman e até a saudosíssima Brittany Murphy, sua "esposa" no filme Just Married (Recém-Casados), de 2002. Brittany, por sinal, havia sido namorada dele na vida real.

Outra namorada que ele teve também foi a atriz de American Pie 2 e do seriado Mad Men, January Jones, que, apesar de ter um filho recém-nascido, atualmente está solteiríssima.

Ashton esteve casado com Demi desde 2005. E Demi havia passado por outros dois casamentos, o primeiro com o pouco conhecido músico Freddie Moore (de onde vem o sobrenome artístico da atriz) e o segundo, mais longo, com Bruce Willis, com três filhas, entre elas a atriz Rumer Willis. Bruce já tem outra esposa, mas é muito amigo da ex-mulher, e chegou a dar uma bronca em Ashton quando soube que ele havia traído Demi.

Nos últimos meses Ashton e Demi estavam se desentendendo. Ela chegou até a deixar de segui-lo no Twitter, cuja conta de Ashton é conhecida pelo maior número de seguidores. E eu, obviamente, sou um deles, na minha conta do presente blogue O Kylocyclo.

A relação, antes marcada por uma surpreendente jovialidade e cumplicidade, havia caído na rotina e Ashton, diante das novas e grandes oportunidades de atuação, acabou vendo na vida de casado um fardo, e parecia ver em novas relações amorosas uma grande novidade.

Evidentemente, o fim do casamento de Demi Moore e Ashton Kutcher causa o mesmo impacto que o fim do R. E. M.. E mostra o quanto relações espontâneas são livres até na hora de se acabarem.

Por outro lado, isso nos põe a pensar o que é que faz com que o casamento de Salma Hayek com o sisudo e feio empresário François-Henry Pinaut continue firme. Talvez seja porque o prazo de tal consórcio ainda não se expirou.

EM CRISE, BREGA-POPULARESCO AGORA USA EX-BBB'S PARA SE PROMOVER


EX-BBB RODRIGO NUM TRIO ELÉTRICO, DURANTE UMA MICARETA.

Sofrendo o começo de uma séria crise, a música brega-popularesca, que antes alugava jovens atores de TV em ascensão para fazer propaganda de seus eventos, agora conta apenas com a participação de ex-integrantes do Big Brother Brasil para sua promoção.

O desgaste do brega-popularesco torna-se notório com os recentes episódios vividos pelos seus ídolos, inclusive crises e tensões, tragédias ou quase tragédias.

Até pouco tempo atrás, havia o auge dos ídolos bregas e neo-bregas na mídia, que ameaçavam até mesmo colocar a MPB no ostracismo. Só para se ter uma ideia, enquanto cantores neo-bregas (de "sertanejo" e "pagode romântico") pegavam carona até em eventos como o Samba Social Clube (MPB FM) e Viola Minha Viola (TV Cultura), cantando repertório alheio, nomes como Milton Nascimento e Djavan pareciam condenados ao esquecimento do grande público.

Com a gradual reabilitação da MPB, em que pese o patrulhamento da intelectualidade elitista - representada, sobretudo, pelo crítico Pedro Alexandre Sanches - que quer que o brega-popularesco continue hegemônico na cultura brasileira, os ídolos brega-popularescos, não mais podendo convencer com os sucessivos CDs e DVDs ao vivo que gravam ano após ano, vivem o impasse de um sucesso comercial que não volta mais.

E isso tem causa e efeito no mercado. As rádios FM perecem rapidamente, trocam de donos constantemente e sofrem o mercado perverso da Aemização e do proselitismo religioso. O comércio pirata de CDs até aumentou a visibilidade dos ídolos brega-popularescos em detrimento da MPB autêntica, mas não lhes trouxe dinheiro para sustentar suas carreiras.

Para agravar, a velha mídia que representava a arena segura dos ídolos brega-popularescos está em crise de credibilidade, mas por outro lado também não convenceu a manobra dos mesmos ídolos que aparecem no Domingão do Faustão ou no Caldeirão do Huck venderem a falsa imagem de "discriminados pela mídia" para voltarem ao sucesso. E a ação de troleiros na Internet defendendo neuroticamente os ídolos bregas e neo-bregas só prejudica a imagem publicitária deles, associados a fãs ou assessores violentos.

Com esse quadro, a indústria do brega-popularesco, movida por micaretas, vaquejadas, "bailes funk", "aparelhagens" e outros eventos similares, antes tinha dinheiro para comprar atores em ascensão e até a fazer combinações contratuais com redes de televisão. A atriz tal, se quisesse ser protagonista da nova novela das nove ou fazer comercial de cosméticos, teria que defender o "funk carioca" ou ir a uma micareta ou vaquejada.

Mas como isso também não funcionou, agora o mercadão popularesco, com menos recursos financeiros, têm que recrutar os ex-integrantes do Big Brother Brasil, que topam qualquer parada para aparecerem.

Além do mais, muitos atores jovens, hoje em dia, evitam se associar ao brega-popularesco, porque pega mal, ainda que haja outros que aderem a ele abertamente. Mas estes se tornam cada vez menos comuns e cada vez mais visados, e a coisa torna-se cada vez mais tendenciosa e lamentável.

Por outro lado, a mediocridade da maioria dos ex-BBB se encaixa muito bem na mediocridade espetacular dos ídolos neo-bregas que se promovem nesses eventos.