sexta-feira, 11 de março de 2011

JESSICA BIEL ESTÁ SOLTEIRA!!!!!!!



Faltam palavras para comentar essa notícia do fim do namoro de Jessica Biel e Justin Timberlake. Nada de pessoal contra ele, ele é promete ser um bom ator, mas uma mulher como Jessica Biel livre, leve e solta no "mercado" é uma notícia de causar euforia.

Afinal, Jessica Biel é uma das mulheres mais estonteantes do mundo e dona de uma forma física maravilhosamente sensual. Tem uma voz sexy, um rosto belíssimo, é muito charmosa e também talentosa. Que mulher!!!

TRANSAMÉRICA AINDA NÃO SAIRÁ DO AR



Foram desmentidos os rumores de que a Rede Transamérica desaparecerá para dar lugar à Rede Record News. A negociação foi desmentida por ambos os lados, o da rede que iria desaparecer e o da rede que iria entrar no ar, de propriedade do pastor Edir Macedo (foto).

O que não quer dizer que seja motivo de comemoração por parte dos radiófilos.

Afinal, a Rede Transamérica já anda moribunda, perdida num ecletismo ao mesmo tempo pedante e pretensioso, e sua audiência em todo o país anda baixíssima, por diversos motivos.

Primeiro, a Transamérica não atualizou seu perfil pop. Segundo, cometeu o erro de investir na fórmula desgastada (mas vigente e impositiva) do "Aemão de FM", o que "envelheceu" mais, no pior sentido, a rádio. E, terceiro, porque o rádio em geral anda perdendo audiência pela Internet, pela TV paga ou mesmo pela simples ocupação das pessoas em outras atividades.

Mas mesmo que a notícia da compra não se tenha confirmado, ela dá indício da crise que o rádio FM, sobretudo em antigos totens como a Rede Transamérica, está sofrendo.

Se o rádio AM praticamente tem a morte anunciada com o desaparecimento de seu espaço de sintonia em vários países, o rádio FM se decai em ritmo bem mais acelerado, se levarmos em conta que o rádio AM já foi ameaçado pela televisão, há 60 anos, e conseguiu reinar soberano durante 40 anos, sem a concorrência desleal do rádio FM.

Já o rádio FM, que representou, a partir de 1998, uma ameaça real à sobrevida do rádio AM, já começava a ter sua reputação contestada e abalada por vários episódios, sobretudo com as redes via satélite que dizimavam programações regionais e com o fim ou o desvirtuamento de rádios que eram referência de criatividade nos anos 80, como a Fluminense FM.

A "invasão AM" nas FMs, nos últimos anos, já veio com o mercado de FM desgastado, com um público declinante e com a concorrência com a Internet e a televisão. A programação maçante, datada e cansativa do "Aemão de FM" praticamente só serve para a vaidade corporativista dos seus próprios profissionais, dos colunistas de rádio e de radiófilos adeptos.

Por isso já é muito a Rede Transamérica não conseguir mais ser a "Rádio Nacional" das FMs com roupagem de AM. O "Aemão de FM" não consegue grande audiência, mesmo quando sintonias individuais são mascaradas pelo rádio ambiente em lugares de demanda coletiva, como lojas de material de construção, bancas de jornais, pontos de táxis e portarias de prédios.

É fato concreto que muitos programas tipo "Aemão" que dariam audiência de mais de 40% em AM, quando foram para o FM, não conseguiram mais do que 10%. Um grupo de quatro FMs que adotam programação tipo rádio AM nunca conseguiram alcançar o índice de audiência da terceira ou quarta AM mais colocada. E muitos locutores esportivos que eram considerados "rei do Ibope" do rádio AM, quando iam para o rádio FM perdiam, em audiência, até para rádios comunitárias ou mesmo piratas.

A grande frustração de que o mundo não cabe nas quatro paredes do estúdio de FM indica que, com ou sem Transamérica, o rádio FM está em séria crise.