domingo, 1 de maio de 2011

RITMOS POPULARESCOS ESTÃO ASSOCIADOS A HOMENS FORTES E VIRIS



Algo está muito errado. Garotas que curtem axé-music, "forró eletrônico", "pagode romântico", "sertanejo" e "funk carioca" chegam a recusar os galanteios de homens que são do agrado delas, sejam viris ou robustos, enquanto vão afoitas para o assédio a rapazes de aparência mais frágil e de personalidade mais pacata.

Medo ou atrevimento? Em todo caso, o gosto esquizofrênico e masoquista de marias-coitadas e marias-bobeiras mostra o quanto há de desinformação - e, preconceito - entre as moças que se dizem "sem preconceitos". Afinal, o gosto musical que elas apreciam tem mais a ver com os homens robustos ou galânticos que elas recusam nos festivais de música de suas cidades.

Os ritmos ditos "populares", que definimos como a Música de Cabresto Brasileira, são associados a um público masculino de status, sejam eles robustos ou mais velhos, ainda que rudes, ou então a homens de boa aparência mas de maior poder financeiro.

Portanto, isso nada tem a ver com nerds ou losers que, se moram no Norte e Nordeste, vão para eventos de agropecuária mais pelos ambientes em si do que pela trilha sonora (que eles abominam), e não estão lá para paqueras (porque as moças que estão lá não lhes são de sua afinidade).

Afinal, que interesse essas moças, que adoram ir às noites de sábados, domingos e feriados para as noitadas popularescas, sobretudo para apresentações ao vivo de seus ídolos, em se interessarem por rapazes que preferem, nessas ocasiões, ficarem em casa lendo livros de ficção científica ou ciências sociais, comendo biscoitos e tomando bebida láctea? Falta de coerência é o mínimo que se pode observar nessas mulheres.

Não é preciso fazer uma monografia sociológica para ver o perfil padrão dos homens que curtem os ritmos popularescos. Independente de serem ou não serem atraentes ou meramente robustos, são eles que deveriam ser os eleitos dessas moças, que, pelo menos, poderiam ser um pouco mais seletivas e ter autoestima suficiente para exigir para namoro homens que somente são de sua afinidade.

A maioria desses homens passa o dia inteiro em botequins ou em campos de várzea para jogarem bola com os amigos. Aliás, é para eles que os ritmos popularescos, todos, se dirigem: para um público que, na pior das hipóteses, é aquele bronco feioso afeito a a criar confusão (como no caso dos "proibidões" do "funk carioca"), ou o galã rico mas de personalidade provinciana (como no caso do "sertanejo universitário", derivado do breganejo).

Em nenhum desses ritmos, se encaixam os homens com personalidade mais diferenciada ainda que esteticamente menos atraentes e mais frágeis, que envolvem nerds (os autênticos, da linha Revenge Of The Nerds), losers e outros tipos.

Portanto, há algo de muito errado nessas mulheres. Ou elas se envolvem num universo sócio-cultural errado, ou elas não sabem o que querem dos homens.

Na boa, eu, pessoalmente, nunca gostaria de ser objeto de paquera ou de paixão de mulheres assim. Eu penso em afinidade pessoal acima de tudo.

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