sexta-feira, 27 de agosto de 2010

DISCOGRAFIA DE CHICO BUARQUE ESTÁ À VENDA NAS BANCAS...DO SUL E DE SP



A discografia de 20 CDs do cantor e compositor Chico Buarque, um dos mais polêmicos da Música Popular Brasileira - sobretudo pelos sentimentos de amor e ódio que os ideólogos do brega-popularesco têm pelo compositor - está à venda nas bancas de jornais e revistas...de São Paulo e dos Estados da região Sul do Brasil: Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Os CDs vêm acompanhados de livretos contando a história do artista e depoimentos dele e de outros artistas, como Caetano Veloso, Toquinho e a irmã do músico, a cantora Miúcha. Os livretos também incluem informações relacionadas às músicas de cada disco.

O primeiro disco da série é Chico Buarque 1978, que inclui as músicas "Apesar de Você" (dedicada a Emílio Garrastazu Médici), Cálice (cujo título é um trocadilho com a expressão "cale-se") e "Pedaço de Mim". Os volumes serão lançados semanalmente.

Os CDs serão vendidos separadamente, como se fazem com fascículos. Mas é lamentável que sua comercialização se limite tão somente para São Paulo e para o Sul do país, enquanto as demais regiões sofrem uma grande carência da MPB autêntica, que, esnobada pelos ideólogos da música brega-popularesca, é discriminada por eles e praticamente desconhecida do grande público, sobretudo nas áreas pobres do país.

O que é um grande problema que não se resolve com a regravação de sucessos de Chico Buarque por intermédio de duplas breganejas nem por cantores e grupos de sambrega ou cantoras de axé-music. Até porque a qualidade artística nunca será a mesma da excelente música do notável compositor.

BRASIL É REFÉM DA MEDIOCRIDADE


HÁ 50 ANOS, BRASILEIROS PREFERIRAM O ESPETÁCULO DA MEDIOCRIDADE POLÍTICA EM VEZ DE CONTINUAR O DESENVOLVIMENTISMO.

Parece até filme de Luís Buñuel sobre transporte coletivo. Uma empresa de ônibus da Baixada Fluminense é conhecida pelo seu péssimo serviço, pela sua má administração e sua frota tão velha que representa risco para a vida de passageiros e rodoviários.

Enquanto todos reclamavam da empresa pelas costas, tudo reinava na santa paz. Mas, quando alguém, no caso eu, passou a reivindicar uma solução drástica para encerrar os anos de muito sofrimento de passageiros e rodoviários, surgem pessoas defendendo a empresa, usando desculpas insólitas e até arriscadas, quando a questão não passa além das questões vividas pelos passageiros.

De repente, os passageiros passaram a ser apenas um mero detalhe insignificante, enquanto até fictícias questões de disputas empresariais, ou mesmo a alusão da antiga história dessa empresa de ônibus, são citadas. Criou-se um mal estar pior do que qualquer indignação contra as irregularidades da empresa, que é a Turismo Trans1000 (ou Transmil), de Mesquita (RJ), irregularidades essas que nunca foram inventadas de minha mente, mas colhidas de veículos da imprensa carioca que relatavam também as apreensões dos ônibus da empresa pelo DETRO, órgão fiscalizador de ônibus intermunicipais.

Este é o exemplo do que é a ditadura da mediocridade no nosso país. De repente lutar pela qualidade de vida virou crime, enquanto somos forçados a esperar que medidas irregulares se "aperfeiçoem" não se sabe quando, e eu colho informações da imprensa especializada - a verdadeira "culpada" pela campanha contra a Transmil - e sou culpado. Como passageiro, me sinto humilhado por rodar em ônibus inseguros, com pneus carecas, e de repente tornei-me vilão da busologia por causa disso.

Me lembra um caso que eu tive relacionado ao radialismo rock. Houve uma rádio no Grande Rio que explorava o segmento rock da forma mais incompetente e arrogante, a Rádio Cidade. Eu escrevia textos, em alguns sites meus sobre rádio, baseados nos conceitos de rádio de rock de Luiz Antônio Mello, José Roberto Mahr, Kid Vinil, Fernando Naporano e Leopoldo Rey, e fui espinafrado pela suposta "nação roqueira" da Rádio Cidade e sua congênere paulista, a 89 FM, gente que parecia ter saído dos quartos sombrios do Comando de Caça aos Comunistas, tal o seu reacionarismo.

Eram pessoas que, em fóruns diversos da Internet, se diziam "roqueiros rebeldes" só porque falavam palavram e xingavam impropérios. Mas quando falavam em política, pediam o fechamento do Congresso Nacional, uma solução bem golpista. Condenavam a leitura de livros, e de cinema só aceitavam os filmes de pancadaria e terror, aceitando apenas aqueles com temática relacionada ao rock, por uma simples formalidade.

Hoje o pessoal da Rádio Cidade e 89, com o colapso da cultura rock no Brasil, migrou para o "funk carioca" e o "sertanejo", respectivamente. Desfilam seu reacionarismo sob as bênçãos da mídia golpista, através da Beat 98 (Organizações Globo) e Nativa FM paulista (dos mesmos donos da 89, cujo pai foi filiado da ARENA).

São dois exemplos de como a mediocridade faz do Brasil seu refém. Mas não são os mais típicos. Há o machismo que, por diversas vias, empurra a mediocridade social dos executivos e profissionais liberais sisudos, ótimos profissionais mas chatíssimos no lazer e no convívio familiar; o machismo sanguinário dos criminosos passionais, medíocres no trato e na tentativa de (re)conquistar uma mulher; no machismo das boazudas, com seus corpos exagerados, mulheres medíocres sem personalidade, por vezes brutas, por outras tolas, mas sempre burras e vulgares.

Há a mediocridade política, em que todos parecem defender igualmente a cidadania e o bem-estar social, mas ninguém faz por onde. Há a mediocridade educacional, dos analfabetos funcionais. Há a mediocridade cultural, do brega-popularesco. Há a mediocridade que faz as pessoas abandonarem seus ideais, seus princípios e sua ética em prol de vantagens fáceis e imediatas.

Há a mediocridade de pessoas burras e estúpidas que se dizem "inteligentes" por razão nenhuma. E mesmo assim se acham donos da verdade e, quando são criticados, partem para a ofensiva, com palavras jocosas, violentas, chantagistas, irônicas, como que numa prática de bullying verbal, ou numa espécie de versões textuais do Comando de Caça aos Comunistas, um dos maiores símbolos de reacionarismo juvenil da história recente de nosso país.

O Brasil tornou-se refém da mediocridade e o pior é que, em pleno século XXI, há quem nos aconselhe a ficar calados e há quem deseje e se empenhe em ver o Brasil se modernizar dentro das estruturas podres do atraso.

Há sempre aquele papo, "não é aquela maravilha, mas é melhor que nada", "sei que isso está uma m..., mas deixe estar, vamos esperar que isso vai acabar", "não é 100%, mas é cem por cento". Em todo caso, todos têm medo de lutar pela qualidade de vida e, se alguém luta por elas, é espinafrado. "Ah, você quer ver as coisas perfeitinhas, né?", "Você é um banana quando luta por coisas assim" ("coisas assim" é o que esses reacionários chamam de melhorias de verdade).

É através dessas mediocridades que figuras sórdidas do meio político, por exemplo, sempre estão em vantagens plenas. Fernando Collor, José Sarney, ou mesmo Paulo Maluf, apesar das punições recentes da Justiça. Ou a mediocridade do futebol brasileiro, mais próximo do futebol de várzea, tido como a "única alegria do povo". Argumentação esta tipicamente medíocre, pois o medíocre é que vem com esse papo de "única alegria", sua baixa auto-estima é justificada por mil desculpas, a incapacidade de buscar outras alegrias, de buscar coisas melhores.

Aliás, a busca de coisas boas e melhores, de valores edificantes, de qualidade de vida, é condenada pelos arautos da mediocridade, urubus fantasiados de canários, falando mansinho quando as circunstâncias permitem. Quando são contrariados, partem para xingações, desaforos, ou mesmo mensagens de e-mail que, falsamente amistosas, escondem um perigoso vírus de computador. São tão reacionários que, por mais que usem mil disfarces (que variam do visual de surfista aos bótons com a imagem de Che Guevara), não podem nem conseguem desmentir seu reacionário digno dos direitistas da Universidade Mackenzie naquele sangrento conflito da Rua Maria Antônia, em Sampa, 1968. Bóris Casoy que o diga.

Você chega a ser obrigado a abrir mão até do prazer e do direito de escolha. Se você é homem e a moça que está a fim de você é sósia de Tati Quebra-Barraco e você não a quer, as pessoas lhe ridicularizam, lhe chamando de "preconceituoso". Você não gosta, mas tem que aderir, em nome da "inclusão social", da "superação (?!) das diferenças" ou mesmo da "magia do amor". Se o homem não gosta de mulheres assim, ou nem mesmo de uma Priscila Pires, porque não se afina a elas, para os outros isso não importa, o cara tem que aceitar de qualquer maneira, senão a humilhação é certa.

E se você é mulher e o homem que lhe assediou é rico mas cometeu um crime passional antes, você é obrigada a aceitar pela pressão interesseira da sociedade. Se a mulher não aceita, ela viverá em pleno risco ou, na melhor das hipóteses, será vista como idiota pelas amigas.

Para os defensores da mediocridade reinante, temos que perder o preconceito de tudo, menos do nosso próprio prazer. Nosso pecado acaba sendo o do desejo e do direito de escolha. Temos que esperar que algo ruim seja apenas "um pouco menos" ruim do que agora, mesmo que estejamos à sorte de eventuais malefícios ou restrições. E mesmo que essa espera seja por tempo indeterminado.

São fantasmas de 1964 rondando o país. Gente que não quer lutar pela qualidade de vida. Gente que, demagogicamente, diz "o país está perdido mesmo, vamos nos agarrar a uma causa ou um fenômeno (medíocre), que é a única coisa que devemos fazer". Gente metida a humanista, a pragmática, a todo pretexto supostamente elevado, mas sempre desejando o pior para o país e seus indivíduos. Ou, pelo menos, o "menos pior" (sic).

É gente que não quer melhorias, quer apenas que o circo das desigualdades sociais seja tolerado com alguns paliativos. Gente que quer remendar os problemas, e não resolvê-los. Gente que se ofende quando outro pede soluções melhores, mas que não são esperadas pelo status quo da mediocridade. Gente que se irrita quando os totens da mediocridade cultural são criticados, mesmo de forma construtiva, como é o caso de cantores de sambrega e breganejo cujos defensores ganharam o apelido de talifãs tal a sua fúria intolerante e reacionária.

Fico triste com isso. Parece que há miniaturas de AI-5 (ou AÊ-5, conforme o colóquio da "galera"?) em vários setores da sociedade. Os fantasmas de 1964 renascem neles que, quando são jovens, se passam por "progressistas" mesmo com ideias reacionárias. Afinal, o filhote não nasce longe do ninho: as forças que defenderam o golpe militar de 1964 e a ditadura militar falavam em "democracia" e "liberdade", ideias que na prática combateram até com certa energia e crueldade.

Mas jutando isso a um lamentável passado histórico de nosso país, dominado por latifundiários desde o período colonial, pouco depois do país ter nascido como um "depósito de lixo" de Portugal (que despejava degredados - como se chamavam bandidos, arruaceiros e loucos naqueles tempos pós-medievais - no novo continente), uma trajetória de sub-desenvolvimento social por conta da hegemonia capitalista primeiro do Reino Unido e depois dos EUA, e que num passado recente, há 50 anos, fez o povo brasileiro jogar fora todo um processo de desenvolvimento sócio-econômico promovido por Juscelino Kubitschek, só porque seu candidato à sucessão era um marechal aparentemente sisudo e sem carisma, que foi o nacionalista Henrique Lott.

O povo preferiu escolher Jânio Quadros, que mais parecia um primo pobre de Groucho Marx com trejeitos dos Três Patetas. Jânio tinha um projeto político esquizofrênico, que misturava uma política interna de direita com política de relações exteriores de esquerda. Fez uma política de arrocho salarial violenta, mas condecorou Ernesto Che Guevara (o mesmo bajulado pela juventude reaça enrustida de hoje).

Resultado: o país perdeu a cabeça e as forças reacionárias que se deslumbraram feito crianças mimadas com a visita de Franklin Roosevelt ao Brasil - raiz de toda uma mentalidade neoliberal que ainda hoje tenta fazer barulho no país - , em 1941, e que lutaram contra as conquistas nacionalistas de nosso país, aproveitaram para pedir o golpe já em 1961, conseguindo o feito em 1964 e, de forma ainda mais cruel, em 1968.

Para piorar, essas forças reacionárias se fragmentaram. Tentam se camuflar numa falsa diversidade de versões, com algumas abordagens inseridas equivocadamente nos espaços de expressão esquerdista, como é o fato da defesa da música brega-popularesca (historicamente associada às velhas oligarquias).

Afinal, a defesa da mediocridade tenta assumir um verniz "progressista", mas é a mesma mania de querer que o Brasil sempre progrida sob as bases apodrecidas do atraso, que nos obrigarão a aceitar ônibus caindo aos pedaços, músicos sem talento verdadeiro, mulheres-frutas, pseudo-radiojornalistas baianos, políticos corruptos "arrependidos", machistas sanguinários posando de coitadinhos, rádios pseudo-roqueiras, jovens reacionários pseudo-rebeldes, programas de TV imbecis, e por aí vai.

Como dizem os mais velhos, é por isso que o Brasil não vai para a frente. Porque sempre tem alguém puxando para trás. Em todos os setores da sociedade.

LÚCIO FLÁVIO PINTO ATACA O TECNOBREGA


GABY AMARANTOS NO DOMINGÃO DO FAUSTÃO - Tecnobrega ingressa na mídia golpista pela porta da frente.

COMENTÁRIO DESTE BLOG: Mais goteira na Casa Amarela, encharcando a paçoca folhista de Pedro Alexandre Sanches. E susto nos blogueiros pseudo-esquerdistas que acham que o tecnobrega é a "revolta popular das periferias". A cada vez mais o tecnobrega se mostra tão ligado ao poderio da grande mídia, entrando fácil nos espaços da mídia golpista, seja na Rede Globo, na revista Época e na Folha de São Paulo, enquanto o poderio das "aparelhagens" desmente qualquer tese delirante de que o ritmo brega-popularesco está desvinculado a esquemas de poder midiático.

Pois Lúcio Flávio Pinto, que divulgou uma carta denunciando o poderio da mídia paraense (que segue invisível aos olhos de pretensos "caros amigos" que se infiltram na Casa Amarela), através das perseguições que ele sofre dos barões locais de O Liberal, maior jornal paraense, escreveu um texto lúcido contra o tecnobrega, enquanto os defensores ainda ficam fazendo um mesmo discurso publicitário que acreditam vingar na mídia de esquerda, mesmo estranhamente assimilada pela mídia golpista.

Reproduzimos o texto do portal Troppos que inclui o texto do jornalista do Jornal Pessoal (corajoso veículo de oposição paraense), e também o comentário que o blogueiro do portal fez em relação ao texto de Lúcio.

Tecnobrega: lixo em forma de música

Do portal Troppos - inclui texto de Lúcio Flávio Pinto do Jornal Pessoal - janeiro de 2009.

Já houve criação humana mais horrorosa em matéria de música do que o tecnobrega? Eu não conheço. A rigor, esse gênero nem pode ser enquadrado na condição de música. Não tem harmonia nem melodia. O ritmo é tão pobre quanto o de um bate-estaca. Uma voz esganiçada geme como se tivesse dado uma topada. Uma voz eletrônica interrompe o – digamos assim – cantante para anunciar qualquer coisa. Ao fundo, um ruído eletrônico remete o ouvinte à cacofonia do inferno. Quem submete seu ouvido a essa monocórdia repetição de um cantochão primal jamais virá a saber o que é música.

Servir de cenário para o surgimento dessa monstruosidade antimusical não consagra de vez o Pará como a terra do barulho e Belém como a sua lídima capital? De fato, o paraense tem uma propensão natural para ouvir música, cantar e dançar. A vertente verdadeiramente musical dessa tradição fecundou compositores, músicos e cantores em atividade como Nilson Chaves, Vital Lima, Alcyr Guimarães, Sebastião Tapajós, Nego Nelson, Fafá de Belém, Leila Pinheiro, Jane Duboc, Andréa Pinheiro e muitos outros.

Mas outra vertente foi progressivamente empobrecendo uma matriz que já era limitada. A música paraense de raiz é monótona, repetitiva, dominada pela marcação do ritmo, que cada vez mais sufoca as outras partes (mais relevantes) da composição. Ouve-se com deleite três números de carimbó. A partir daí, a exaustão vem rápido. Um disco inteiro de carimbó demarca na audição a exigência de quem ouve. Uma festa só de brega é passaporte para o rebaixamento do gosto. Uma única música de tecnnobrega é tortura auditiva. Com o som estourando o registro dos decibéis, é poluição humana certa.

A cidade é tomada todos os dias e inundada nos fins de semana por essa agressão de barulho, que também dá sua contribuição à violência geral. Contando, para a consumação do crime, com o disfarce da cultura popular. A tolerância geral para esse tipo de maneirismo não minimiza a gravidade da agressão. Só a torna menos perceptível. E, justamente por isso, mais letal. Corrói aos poucos, aniquila a sensibilidade, deforma o gosto.

Lúcio Flávio Pinto [Jornal Pessoal - janeiro de 2009]

Não só concordo com o Lúcio, como também acrescento outros argumentos que sustentam a tese de que tecnobrega é um lixo. Ultimamente a criatividade dos “compositores” ou “plagiadores” está em declínio. Se antes tínhamos as letras sem sentido, agora temos letras de músicas de outros estilos, como forró, sertanejo, rock e até música gospel. Fazer versões de música gospel é um verdadeiro sacrilégio para alguns, imagine uma música que fala de Jesus tocando em um ambiente onde as pessoas consomem bebidas alcóolicas e até drogas ilícitas. É uma confusão de valores. Além de copiarem a música na íntegra, ainda desvirtuam a mensagem.

A maioria das festas de tecnobrega ocorrem na periferia da cidade e abusam do volume, além de atrair mais violência, já que é comum alguns “frequentadores” delinquentes roubarem para consumir os “baldes” de cerveja, não é a toa que os crimes aumentam justamente nos finais de semana. Assim como ocorre nas favelas cariocas, os traficantes também atuam na contratação dessas festas, uma forma de lavar dinheiro “sujo” e também como co-patrocinadores para impulsionar a venda de entorpecentes aos viciados que vão a esse tipo de festa.

Em Belém houve uma tentativa de atrair um público diferenciado para as aparelhagens, o público da classe média, que consome muito e gera bastante lucro para os empresários da noite, mas a moda não pegou, já que o tecnobrega é estigmatizado. Basta sair a noite e ver quantos lugares frequentados pelos “baladeiros” tocam brega: nenhum!

Na música brasileira e mundial há muita porcaria, cabe a nós colocarmos um filtro em nossos ouvidos e selecionar o que é e o que não é música de verdade.

EXISTEM MULHERES DE BIQUÍNI...E "MULHERES DE BIQUÍNI"



Vamos comparar aqui duas mulheres usando biquíni.

Na esquerda vimos a toda belíssima (e recém-casada, vale avisar) jornalista Ticiana Villas Boas, da TV Bandeirantes, famosa por combinar um rosto sensual e um jeitinho meigo, com uma graciosidade peculiar.

Na direita vemos a "jornalista" Priscila Pires (que está com um affair, o popular "paquerinha"), que dispensa comentários, mas não lamentações. Uma ex-BBB que não disse a que veio a respeito de sua suposta profissão, já que a única coisa que ela fez foi bancar a mulher-fruta de luxo nas boates e praias da hora.

Veja o que é a diferença quando mulheres legais como Ticiana usam biquíni na praia. Além do corpo formoso sem exageros da jornalista, sem apelar para tatuagens nem piercings grosseiros, Ticiana é a verdadeira ninfa quando vai à praia (mas desta vez terá ao seu lado o déficit social em pessoa, que é seu marido). Ticiana exibe beleza, graça, doçura, mesmo com suas sobrancelhas grossas a moça é a primavera em forma de mulher.

Enquanto isso, Priscila Pires, que mesmo com a recente lipoaspiração, não conseguiu se desfazer de seus glúteos exageradíssimos, não tem graciosidade alguma. Sua voz não tem beleza, ela não tem charme, nem delicadeza, e ainda por cima é muito enjoada e tem um gosto musical de fazer sirene de ambulância parecer música relaxante.

E ainda tem uns idiotas que não gostam quando a gente fala mal de boazudas. Como ainda tem machista nesse país escravo do atraso. É a mediocridade afinal, como previu Edgard Scandurra há 25 anos diante do seu grupo paralelo Smack.