terça-feira, 10 de agosto de 2010

BOAZUDAS TENTAM ATRAPALHAR EVENTO COM CLÉO PIRES


SE NÃO FOSSEM AS MUSAS DA VULGARIDADE, CLÉO PIRES TERIA SORRIDO MUITO MAIS.

É lamentável. As boazudas, musas comprometidas com a vulgaridade e com a exploração gratuita do corpo, em detrimento da personalidade (vazia) delas, não querem reconhecer sua decadência de jeito algum.

Por conta do lobby dessas musas com a grande mídia - claro, a mídia golpista também é machista - , musas do porte de Gracyanne Barbosa, Nicole Bahls, Solange Gomes, as ex-BBB's (como Lia Khey e Anamara), a Garota da Laje e até a paraguaia Larissa Riquelme ganharam ingresso VIP para comparecer ao evento de lançamento da revista Playboy com Cléo Pires.

Certamente, Cléo, que é uma mulher classuda, não se sentiu à vontade com as popozudas se exibindo como sempre exibem, com aquelas mesmas roupas "provocantes" que não provocam mais, até porque as boazudas mais parecem carne de rua, que, de tão à mostra, chega a dar enjoo.

Sabemos que essas boazudas estão com a maior inveja de Cléo Pires, porque esta é atriz, é bem mais do que uma mulher bonita e possui formas realmente belas, e não os glúteos exagerados e os bustos siliconados das popozudas. E as boazudas já começam a sentir o peso da decadência - Priscila Pires, por exemplo, leva fora até de Léo Santana - e não querem sair de cena, não.

Graças à mídia machista, que trata criminosos passionais como pessoas menos criminosas que os trabalhadores rurais mais pacíficos, as boazudas ainda têm onde irradiar sua luz artificial no circo do entretenimento. E, aí, a mídia golpista dá até um jeitinho, transformando Cléo Pires em vilã, classificando-a equivocadamente de "temperamental".

Claro que Cléo Pires se sentiu incomodada, com razão. Mas as mídias gorda, fofa e popozuda não quer saber, ocupadas com o festival de glúteos exalando fedor de vulgaridade.

CHICO ANYSIO, MAITÊ E A TROPA DE CHOQUE


CHICO ANYSIO, NA PELE DO FASCISTA JUSTO VERÍSSIMO, POTENCIAL GAROTO PROPAGANDA DE JOSÉ SERRA, E A ATRIZ MAITÊ PROENÇA, A NOVA VOZ DA "REAÇÃO" DEMOTUCANA.

COMENTÁRIO DESTE BLOG: Chico Anysio andou falando mentiras e errou até quando disse que Dilma Rousseff participou do sequestro do embaixador estadunidense Charles Elbrick, em 1969. Não, não foi Dilma, foi Fernando Gabeira, que por sinal apoia José Serra, que participou do sequestro (ele até lançou livro sobre isso, não precisamos perguntar qual o título, né, companheiros?).

Além do mais, Maitê Proença - que perdeu a mãe por força de valores machistas - recorreu aos machistas para fazer sua "campanha" eleitoral do medo. Junto a eles, já tem também a turma do Instituto Millenium, antro da direita brasileira e espécie de instituição secreta dos defensores da música brega-popularesca (aqueles que tentam nos convencer de que Amado Batista, MC Créu, Gaby Amarantos e É O Tchan são líderes de uma suposta revolta popular das periferias), fazendo a sua campanha tenebrosa para defender o "hipocondríaco" José Serra.

Chico Anysio, Maitê e a tropa de choque

Por Altamiro Borges - Blog do Miro

Chico Anísio, o humorista da TV Globo que sempre manteve sólidos vínculos com as elites no poder – ele até foi casado com a ex-ministra de Collor de Mello que surrupiou a poupança dos brasileiros –, despejou mentiras contra a candidata Dilma Rousseff numa entrevista recente ao programa Cultura Geral, na rádio Guarani FM, de Belo Horizonte:

“Eu fico meio grilado porque a candidata Dilma, assim como o Gabeira, está proibida de entrar nos Estados Unidos e em mais 11 países. Se botar o pé em Miami vai presa e não sei como que um presidente do Brasil pode conviver com essa proibição de entrar em 11 países, na América e mais 11 países importantes tipo Alemanha, Inglaterra, França, Itália”.

A radialista ainda retrucou: “Mas isso são águas passadas”. Mas, em tom sério, o decadente humorista insistiu na mentira: “Não… não, americano não perdoa. Ela participou do seqüestro do embaixador americano. Americano não perdoa, não”.

Mentiras e machismo explícito

Duas mentiras repetidas na maior caradura. A ex-ministra, que nunca negou o seu engajamento na resistência à ditadura militar, não participou do seqüestro do embaixador dos EUA no Brasil, Charles Burke Elbrick. Dilma Rousseff também nunca foi proibida de entrar naquele país. Tanto que, poucos dias depois das falsidades de Chico Anísio, ela até visitou os Estados Unidos.

Já nesta segunda-feira, a atriz global Maitê Proença negou a sua história – ela que teve destacado papel na luta pela redemocratização do país – ao afirmar ao jornal Estadão que a discriminação das mulheres talvez “venha a calhar nesse momento de eleições, atiçando os machos selvagens e nos salvando da Dilma”. Maitê já declarou que está em dúvida entre Marina Silva e José Serra, mas participou do jantar oferecido por artistas globais ao demotucano no Rio de Janeiro.

Globais investem na tática do medo

As duas declarações – uma mentirosa e outra machista – possivelmente não foram orientadas por Ali Kamel, o “senhor das trevas” da TV Globo, mas indicam o clima predominante na poderosa emissora. No Jornal Nacional, Willian Bonner não disfarça sua rejeição à candidata do governo – o que gerou outra “briga no ninho tucano” durante a entrevista de Dilma Rousseff, com Fátima Bernardes solicitando “um minutinho” de calma ao seu marido agressivo. Nos outros telejornais, Merval Pereira, Cristiana Lobo e outros também não escondem as suas preferências eleitorais.

No seminário do Instituto Millenium, realizado em março passado, várias estrelas da TV Globo já tinham sinalizado qual seria a linha editorial da emissora na cobertura das eleições de 2010. Willian Waack, Arnaldo Jabor e Marcelo Madureira, entre outros, esculhambaram o presidente Lula e a sua candidata. O evento do Millenium, antro da direita brasileira, serviu para unificar o discurso da mídia em torno da “tática do medo”. Na ausência da atriz global Regina Duarte, que cumpriu este deprimente papel nas eleições de 2002, outros já se alistaram na tropa de choque.

O DIREITO DE CONHECER A VERDADE


COMENTÁRIO DESTE BLOG: A juíza sul-africana Navanethem Pillay, Alta Comissária das Nações Unidas para os direitos humanos, defende a revisão dos critérios de anistia em países como o Brasil, de forma que não beneficie também os condenados, favorecendo a já célebre impunidade que envergonha tanto os brasileiros.

O direito de conhecer a verdade

Por Navi Pillay - Comissária das Nações Unidas para os direitos humanos
Reproduzido do Blog do Tsavkko - Angry Brazilian

As anistias que sepultam a verdade são suscetíveis a prejudicar a perspectiva de construção de sociedades justas e seguras no futuro

A recente sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos exigindo que o Brasil revise sua lei de anistia é um marco crucial na luta contra a impunidade em uma região que ainda precisa entender melhor e confrontar as atrocidades cometidas durante os conflitos internos das últimas décadas.

As leis de anistia que fazem vista grossa para os abusos de direitos humanos não só distorcem os registros históricos que todo país deve ter mas também minimizam o sofrimento das vítimas e prejudicam seu direito a conhecer a verdade e a obter uma reparação.

Os governos costumam justificar as leis de anistia em nome da rápida reconciliação nacional.

A história mostra, porém, que não responsabilizar os autores, além de negar a justiça às vítimas, pode gerar novos conflitos em vez de curar feridas. Quando anistias são concedidas na pressa de virar a página dos conflitos -ou pela sinistra razão de encobrir os abusos- sua revogação deve ser sempre uma opção aberta.

No entanto, na América do Sul e em outros lugares, o esquecimento continua sendo promovido. Isso acontece apesar de que, como a Corte sublinhou, deixar indefesas as vítimas e continuar com a impunidade são ações incompatíveis com o espírito da Convenção Americana sobre Direitos Humanos.

Um exemplo é o Brasil, onde o Supremo Tribunal Federal negou a possibilidade de alterar a lei de anistia de 1979, afirmando que os crimes cometidos durante a ditadura foram "atos políticos".

No Chile, a lei da anistia continua vigente, após 32 anos, apesar do repúdio internacional e das tentativas fracassadas de condenar o ex-ditador Augusto Pinochet.

No Uruguai, o governo teve que intervir para impedir a promulgação de uma lei que teria permitido a libertação de autores de violações de direitos humanos devido à sua idade avançada. Nesse contexto, medidas para melhorar a prestação de contas são fundamentais.

Na Argentina, país com o maior número de julgamentos de direitos humanos no mundo, tribunais continuam presidindo casos de crimes contra a humanidade e graves violações de direitos humanos cometidos durante a guerra suja. O ex-ditador Rafael Videla está novamente respondendo por violações de direitos humanos.

A Argentina tem demonstrado que conhecer a verdade é um direito sem limites. E um direito que ninguém pode negar. Todos e cada sociedade têm o direito de saber quem violou seus direitos, por que, quando, onde e como os crimes foram cometidos, e de serem informados sobre o destino das vítimas.

Anistias que sepultam a verdade e isentam os responsáveis são suscetíveis a prejudicar a perspectiva de construção de sociedades justas e seguras no futuro. A impunidade fomenta o ressentimento e a falta de confiança nas instituições. Ela encoraja os autores a cometer novos crimes e pode encorajar outros a se juntarem aos infratores.

A posição da ONU sobre as anistias é claríssima: não são admissíveis se evitam o julgamento de pessoas que podem ser penalmente responsáveis por crimes de guerra, genocídio, crimes contra a humanidade ou violações graves de direitos humanos. Por outro lado, a anistia não deve pôr em perigo o direito das vítimas a recursos legais, incluindo a reparação, nem pode limitar seu direito e o das sociedades de conhecer a verdade.

O exercício desses direitos é incompatível com a impunidade. Os países do hemisfério Ocidental devem estar atentos à decisão da Corte Interamericana e prover a longa e negada justiça às vítimas de violações dos direitos humanos.

"PAÇOCA" DA IMPRENSA GOLPISTA: FOLHA DÁ MAIOR AVAL PARA TECNOBREGA



COMENTÁRIO DESTE BLOG: Tecnobrega está fora da mídia, né? Fala sério!! A vedete da mídia golpista, a Folha de São Paulo, dá o maiorrrrrr apoio ao ritmo brega-popularesco do Pará.

E, além do mais, quanto custa esta aparelhagem pesada? Para certos "caros amigos", deve custar R$ 1,99, o popular "dois real", já que para eles os empresários do tecnobrega - os tais donos de "aparelhagens" - não têm dinheiro para comprar um sítio, mas têm para fazer aparelhagens, luzes, vestuário para os tecnobregas. E jabaculê para as rádios.

Mas a máscara cai e nossos pseudo-esquerdistas de plantão devem estar apavorados com a FALHA abraçando a mesma causa pró-brega que eles. A mesma Folha de São Paulo que, segundo Paulo Henrique Amorim, já está plantando notícia, fabricando escândalos contra o BNDES.

Para quem duvida do apoio da Falha ao tecnobrega, clique no link. Há também a reprodução de parte da reportagem - não é montagem de Front Page, é real mesmo - sobre o tecnobrega. Abaixo, reproduzimos a reportagem, que cita ainda a histórica (no sentido que José Serra é histórico) aparição de Gaby Amarantos, a Beyoncé do Pará, no Domingão do Faustão (que é da Rede Globo, sabiam, "caros amigos" do brega?).



NÃO DÁ PARA NÃO LER O AVAL ENTUSIASMADO DA DEMOTUCANA FOLHA PARA RITMOS BREGA-POPULARESCOS COMO O TECNOBREGA.

Beyoncé do Pará aposta em aparelhagem pesada para mostrar tecnobrega em SP

Bruna Bittencourt - Folha de São Paulo

Gaby Amarantos não economizou para sua primeira apresentação solo em São Paulo: mandou trazer uma aparelhagem de Belém, que chega de caminhão à capital paulista.

"É uma navezinha que eu mandei fazer", diz sobre a parafernália típica das festas paraenses.

À frente do Tecno Show, Gaby é uma das figuras mais conhecidos --e menos discretas-- do tecnobrega, o brega tradicional sobreposta à música eletrônica, que nasceu em Belém.

Nesta terça, ela se apresenta dentro do projeto Prata da Casa. No repertório, tecnobrega, tecnomelody, guitarrada e carimbó misturados à batidas eletrônicas.

"Música paraense, basicamente", conta Gaby, que canta faixas como "Poderoso Rubi", "Melô da Masoquista" e "Tô Solteira". Foi a última faixa, aliás, que lhe valeu o título de Beyoncé do Pará.

Gaby foi neste ano uma das atrações do Recbeat, festival de música que acontece em meio ao carnaval recifense.

"Eu estava com um maiozinho preto e cantei a versão de 'Single Ladies'. Quando vi, as pessoas estavam gritando 'Beyoncé! Beyoncé!'".

O rótulo lhe rendeu mais tarde uma apresentação no "Domingão do Faustão".

ORQUESTRA

O próximo disco da cantora tem produção de Carlos Eduardo Miranda (Rappa, Mundo Livre), Kassin e Berna Ceppas, da Orquestra Imperial.

O grupo contou com a participação da cantora em várias de seus shows. O primeiro convite veio quando a banda visitava Belém.

"Eles me contaram que foram visitar os pontos turísticos da cidade e em todos eles escutavam as minhas músicas."

A "MÚSICA POPULAR" DAS RÁDIOS NÃO É REBELIÃO DO POVO POBRE


NÃO HÁ UM ESTILO BREGA-POPULARESCO COM O ATIVISMO SOCIAL DE MOVIMENTOS COMO OS DOS SEM-TERRA.

Rola por vários blogs e pelo Twitter uma tese delirante que credita essa suposta "música popular" que rola nas rádios como se fosse a "rebelião do povo da periferia". Vinda de defensores do brega-popularesco que tentam impressionar a opinião pública tentando dissociar essa categoria musical dos mecanismos da grande mídia e da política que a sustentam e promovem.

Essa lorota encheu de milhões de reais os bolsos dos empresários do "funk carioca", e agora enriquece também os empresários do tecnobrega, que reproduziu o discurso funqueiro na medida em que o ritmo carioca, com sua clara superexposição nos veículos das Organizações Globo, se desgastava por não convencer que sua qualidade artística duvidosa e sofrível representava a "genuína expressão do povo pobre".

Pois esse pessoal tenta convencer que toda a música brega-popularesca é a "verdadeira expressão das periferias", desprezando estética, qualidade artística ou mesmo ignorando outros aspectos, que é a tutela empresarial ferrenha e o fato dessa categoria musical sempre mostrar uma visão estereotipada e domesticada do povo pobre.

Neste blog eu apresento vários aspectos deste problema, seria cansativo repeti-los aqui. Mas dá para perceber o quanto é delirante o raciocínio de Sakamotos, Patolinos e outros, que parece sentirem medo quando alguém questiona o império mercadológico de breganejos, sambregas, forró-calcinhas, funqueiros, etc, etc, etc.

E aí eles apelam para teses que, embora insistam em nos convencer que não está relacionada com a grande mídia nem com a política conservadora, se encaixam muito bem no raciocínio neoliberal de nomes como Francis Fukuyama.

Quando dizem que a era de grandiosos músicos vindos dos morros, roças e sertões (como Ataulfo Alves, João do Vale, Marinês, Luís Gonzaga e outros) acabou, eles estão aplicando os mesmos conceitos de "fim da história" de Francis Fukuyama para a música brasileira.

Quando eles dizem que a música brega-popularesca - eles preferem chamá-la de "cultura das periferias" - representa a "verdadeira diversidade cultural", eles aplicam o mesmo conceito neoliberal de "democracia" (a "diversidade" sócio-política, segundo a direita) tão conhecido entre nós.

E o fim das identidades regionais, como o fato do povo pobre não ser capaz de fazer um baião autêntico, mas um engodo que mistura disco music, ritmos caribenhos, country e sanfona gaúcha (que é o que se define como forró-calcinha, forró-brega ou oxente-music)? Defendê-lo, sob o pretexto de que "não existem mais fronteiras regionais como as de outrora", não é adotar o discurso que a direita faz sobre "globalização"?

Então, por que é que esse pessoal quer ser sempre inclinado ao pensamento político de esquerda, se no âmbito cultural se mostram ser estupidamente neoliberais?

Será que eles não percebem o que está por trás dos ídolos do brega-popularescos? Eles tão ingenuamente definem ora como pessoas inocentes e doces, ora como rebeldes indomáveis, numa clara esquizofrenia teórica.

Será que eles não percebem que mesmo os ritmos "mais excluídos" do brega-popularesco foram beneficiados com o patrocínio das elites conservadoras, sejam as ligadas ao poderio político dominante, sejam as ligadas à grande mídia golpista?

Francamente, eles tentam dissociar a gema do ovo, preferindo procurar neste alguns cabelos. Eles fazem um discurso sentimentalóide em prol dos ídolos popularescos, pensando que estão sendo bonzinhos com o povo. Não estão. O que eles fazem é promover uma visão elitista e paternalista da cultura popular, fazendo o possível para que o povo permaneça sempre culturalmente subordinado - "é o que o povo gosta", "é o que o povo sabe fazer" - e se comporte sempre como uma massa domesticada, com seus sorrisos patéticos e com sua ignorância nunca resolvida.

O povo apenas consome os sucessos do rádio, e cria sucessos e estilos popularescos de acordo com o previamente determinado pelo mercado, e os defensores do brega-popularesco metidos a "esquerdistas" querem nos convencer de que isso é a "natural expressão criativa do povo da periferia". Vão mentir noutra freguesia!

Em resumo, eles querem apenas o seguinte: que a cultura do povo seja de má qualidade e nós é que finjamos crer que essa má qualidade é boa.

Mal sabem eles que, dessa forma, eles combatem duramente os movimentos sociais. Apunhalando-os pelas costas.