segunda-feira, 7 de junho de 2010

"ROSA" DO COMERCIAL DA FORD ESTÁ EM NOVOS COMERCIAIS



A belíssima, encantadora, fascinante, formosa e tudo, tudo, tudo de mulher que é atriz de comerciais e fez a "Rosa" do comercial da Ford ("Chega de tudo bem") está em novos comerciais da televisão.

Um é o mais recente comercial do produto Aspirina, da Bayer, e outro é o do produto de limpeza Veja (não confundir com a patética revista da Editora Abril), com direito a ela mesma fazendo papel da Neura.

E, neste país onde o ridículo impera, até agora não sabemos qual o nome dessa estonteante atriz, que sabemos ser uma mulher inteligente, esforçada, talentosa. Isso quando as nulidades-boazudas do Big Brother Brasil mostram nome e sobrenome, contam com zilhões de fotos na Internet e fazem sucessivas sessões para Playboy (da Abril, que como a Globo e o "mestre" do BBB, Pedro Bial, marcam cartão de ponto no Instituto Millenium).

Como voto de esperança, pedimos para o humorista Marcius Melhem arrumar uma participação da "Rosa" do comercial da Ford em algum episódio de SOS Emergência, porque será só assim que a gente saberá o nome dessa deslumbrante mulher, uma das mais lindas do nosso país.

E olha que eu tive uma sósia dela como vizinha, quando morei em Salvador. Uau!

A ATUAL PREPOTÊNCIA DE ISRAEL



O Oriente Médio - uma das mais problemáticas regiões do Velho Mundo - sofre violentas tensões sociais. Sucessivos ataques terroristas, a ameaça do governo do Irã em produzir bomba atômica, a ameaça de Osama Bin Laden, até agora não capturado.

É muito complicada a questão, para nós, ocidentais, sobre essa tensão que oprime tantos inocentes, dizimados por diversos atentados políticos, feitos seja por organizações terroristas, seja por governantes sanguinários, que faz tantos cidadãos virarem nômades e saírem de suas terras em busca de lugares melhores. Isso, quando têm sorte para tal aventura.

O que leva grupos rivais a fazerem sucessivas carnificinas, defendendo supostas tradições milenares, só nos faz inferir que a ganância e egoísmo de grupos extremistas pelo poderio político de toda forma até agora não viu seus próprios limites.

No caso de Israel, a coisa fica ainda muito mais complicada para a nação, cujo nascimento em 14 de maio de 2008 foi festejado como uma nova era para os judeus, que haviam sido vítimas da crueldade nazista pouco antes. Agora, o Estado de Israel tornou-se vilão pela repressão aos palestinos, a pretexto de exterminar o terror.

O fato inédito na abordagem ocidental é que a imprensa de esquerda analisa a atual prepotência de Israel, apoiada pelos EUA, como força de repressão ao povo palestino, sobretudo através de ataques que, pretensamente em nome do combate ao terrorismo, dizimam tantos inocentes, além da suposta "limpeza" que transforma os palestinos, na prática, nos "judeus" da hora.

É um conflito injusto, porque judeus e palestinos, em si, não são ruins. O que é ruim, neste caso, é o atual contexto político autoritário de Israel, os conflitos existentes dentro do seu território, a luta do povo palestino em ser ouvido pelas autoridades do mundo inteiro, ou ao menos pela imprensa internacional que se sensibilize com o sofrimento desse povo.

Mas a imprensa conservadora, a grande imprensa orientada pela ideologia capitalista, havia defendido Israel como peça de manobra da máquina imperialista ianque no Oriente Médio. Mas, de repente, as tropas israelenses dizimam uma dezena de ativistas humanitários, e ficou mais difícil para a grande imprensa sair em defesa de Israel, diante desse ato precipitadamente cruel.

É lamentável essa atual prepotência de Israel, que tanto reprime o povo palestino, por conta de interesses territoriais. Que também é uma injustiça para os verdadeiros judeus, que não correspondem ao estereótipo usurário nem ao poderio político atual. Os judeus que pensam em paz e fraternidade certamente se solidarizam com os palestinos, mesmo com suas discordâncias de crenças e visões de mundo.