segunda-feira, 19 de abril de 2010

REDE GLOBO CANCELA VÍDEO ACUSADA DE TENDENCIOSISMO ELEITORAL



Durou pouco a festa da Rede Globo. Veja aqui os detalhes em texto publicado no portal Terra e reproduzido por Paulo Henrique Amorim:

Globo decide suspender comercial acusado de ser pró-Serra

Claudio Leal

Para não “ser acusada de tendenciosa” e favorável a José Serra (PSDB), a Central Globo de Comunicação decidiu suspender a veiculação da campanha institucional dos seus 45 anos. Segundo a emissora, a propaganda havia sido elaborada em novembro de 2009.

O coordenador da campanha da pré-candidata Dilma Rousseff (PT) na internet, Marcelo Branco, criticou a “mensagem subliminar” da propaganda, acusando-a de inspirar-se no lema de Serra, “O Brasil pode mais”. No texto lido por atores e jornalistas, há a repetição da palavra “mais”: “Todos queremos mais. Educação, saúde e, claro, amor e paz. Brasil? Muito mais. É a sua escolha que nos satisfaz. É por você que a gente faz sempre mais”. A idade da Globo, 45 anos, coincide com o número da legenda do PSDB, 45.

SINAL DOS TEMPOS: POR QUE AGORA AS BOAZUDAS FICAM SOLTEIRAS COM FACILIDADE?


JOANA MACHADO, EX-NOIVA DO JOGADOR DE FUTEBOL ADRIANO.

O que deu com as boazudas hoje em dia, que ficam sozinhas com tanta facilidade?

Em outros tempos, elas eram comprometidíssimas, seja com jogadores de futebol, boxeadores, lutadores de jiu-jitsu, banqueiros do jogo-do-bicho, dirigentes esportivos, dirigentes carnavalescos, comerciários, empresários de rinhas de galos, ou até mesmo gerentes de motéis de rodovia. Sem falar nos policiais, é claro.

Mas agora elas ficam sozinhas. A ex-noiva do jogador Adriano - o tal "imperador" - rompeu com ele porque, segundo rumores, estava apaixonada por um policial. Mas os rumores foram só rumores, e ela está sozinha, mesmo.

O que é que está havendo? Quando se vê a palavra "está solteira" no Google, a maior parte dos linques é de ex-integrantes do Big Brother Brasil. Mas já apareceu Gretchen (que felizmente reatou com o marido), Rita Cadillac e até a cantora dos Aviões do Forró, que eu pude ver grávida num vídeo que passou numa loja (eu passeava pelo shopping então).

Quanta diferença se você colocar a expressão "she's currently single" no Google. Embora não apareça uma Angie Harmon da vida (Angie Harmon está casada, meu irmão...), mas pelo menos aparecem jovens atrizes emergentes, de seus 23, 30 anos. Aparece uma Kaley Cuoco (a deliciosa vizinha de Big Bang Theory e até uma Vanessa Williams, ex-miss, linda mulata de olhos claros, de beleza bem sensual.

Mas, no Brasil marcado por um machismo podre mas resistente, as boazudas hoje é que são as "currently single". Nem os machistas as querem mais, e já se foram os tempos em que um bicheiro velho, vestido de forma espalhafatosamente cafona com seu medalhão em volta do pescoço, aparecia ao lado de uma boazuda que era sua namorada ou, quiçá, esposa. Isso nem foi muito outrora, até os anos 80 havia casos assim.

Mas agora nós, nerds, termos que tomar muito cuidado porque o preço de nossa inteligência corre o risco de ser pago com o assédio de mulheres cuja única coisa que pensam em fazer é viver mostrando seus corpos exibicionistas e sem conteúdo.

"RÁDIO GLOBO AM" FM - TÃO "MOLEQUE" QUANTO A REDE GLOBO



Para comemorar os 45 anos da Rede Globo de Televisão, o Sistema Globo de Rádio lançará daqui a duas semanas a clone em FM da Rádio Globo AM do Rio de Janeiro, que já comete, mesmo de maneira diferente, a mesma molecagem que marcou a emissora do Projac.

Sabe-se que a Rede Globo de Televisão, ou, primeiramente, a TV Globo do Rio de Janeiro, nasceu de uma outorga fraudulenta, porque teve a participação de capital estrangeiro, no caso a corporação Time-Life, o que é considerado ilegal. A Globo News, por sua vez, conta com a participação acionária da Fox News, do magnata Rupert Murdoch.

A Rádio Globo não vem com participação de estrangeiro, mas usa a dupla transmissão AM/FM como outra molecagem. É para pedir empréstimos superfaturados do governo e dos bancos, para assim aumentar o poder financeiro através do sucateamento do rádio AM e da erosão cultural do rádio FM.

REDE GLOBO ADOTA LEMA DE JOSÉ SERRA



Do Blog do Miro - http://altamiroborges.blogspot.com

Por ser uma concessão pública, a TV Globo deveria ter a sua outorga reavaliada imediatamente. Ousada e descarada, ela assumiu de vez o papel de comitê de campanha de José Serra. Para comemorar os seus 45 anos de existência, ela adotou como mote o mesmo slogan da campanha do demotucano – “O Brasil pode mais”. Durante 30 segundos, artistas e jornalistas da emissora repetem “todos queremos mais”, “Brasil muito mais”, “saúde, educação, queremos mais”. Outra referência à campanha de Serra é o destaque ao número 45, o mesmo do PSDB nas eleições.

Para o jornalista Paulo Henrique Amorim, do blog Conversa Afiada, "deve ter sido uma retribuição ao agasalhamento do terreno que a Globo invadiu por 11 anos e o Serra transformou numa escola técnica para formar profissionais para a Globo. Uma mão lava a outra. E cada vez ‘mais’". O vídeo comemorativo é um típico crime eleitoral. Veja acima e fique esperto. Não se deixe enganar pelas técnicas de manipulação da Globo.

PIMENTA NEVES, TRAIDOR DA IMPRENSA DE ESQUERDA


MUITO ANTES DE BALEAR A NAMORADA, PIMENTA NEVES APUNHALOU PELAS COSTAS A IMPRENSA DE ESQUERDA.

Muitos já ouviram falar do Pimenta Neves criminoso passional, que tirou a vida da própria colega e namorada Sandra Gomide, por motivo fútil e sem oferecer à vítima qualquer chance de defesa. Muitos conhecem a impunidade que fez do ex-jornalista o "rei da pizza com pimenta", um Judas em potencial que deixou as grades na época da Semana Santa.

Mas poucos conhecem que Antônio Marcos Pimenta Neves fez coisa tão pior para nossa imprensa. Mais PiG do que ele, impossível. É um mistério seu verdadeiro perfil ideológico no começo de carreira, em 1958, mas ele, filho de um político do interior paulista, havia trabalhado em jornais progressistas como Última Hora, inicialmente como crítico de cinema.

Como jornalista, não deixou marcas. Seu jornalismo não fedia nem cheirava, mas diante de tantos personagens que fizeram história no jornalismo, pode-se dizer que Pimenta Neves era um pouco acima do medíocre. No fundo, fazia corretamente o dever de aula. Era, todavia, homem de contatos muito importantes, o que fez deslanchar no status quo depois de aparentemente estar ligado profissionalmente ao jornalista Cláudio Abramo.

Cláudio Abramo, irmão de Perseu Abramo e uma das figuras de destaque do jornalismo de esquerda, tendo atuado corajosamente durante a ditadura militar, numa dessas coincidências de destino tinha Pimenta Neves trabalhando em sua equipe. Isso ocorreu sobretudo na época em que a Folha da Tarde, único jornal remanescente das três "folhas" que se fundiram e viraram a Folha de São Paulo, viveu um breve período como jornal esquerdista. Isso foi por volta dos anos 60, começo da segunda metade. No Rio de Janeiro, o Correio da Manhã se destacava como jornal oposicionista ao regime militar que, por boa fé, inicialmente apoiou, devido à aversão ao governo João Goulart.

Passada a breve fase esquerdista da Folha da Tarde - postura tolerada por Otávio Frias de Oliveira, devido a questões mercadológicas - , com a saída de Cláudio Abramo, por consequência do enrijecimento da ditadura militar, Pimenta Neves foi escolhido para adaptar o projeto de Abramo para uma linha mais acomodada, inofensiva ao regime militar. Aos poucos, esboçou um jornal direitista, que Pimenta deixou ao sair do jornal.

Ao longo dos anos 70, Pimenta Neves esteve à frente da extinta revista conservadora Visão. Foi também consultor do Banco Mundial, o que diz muito ao direitismo dele. Bem entrosado com os grandes capitalistas, Pimenta foi para O Estado de São Paulo, Gazeta Mercantil e Folha de São Paulo. Virou protegido e aliado das grandes elites. A ponto de, na época do seu crime contra Sandra Gomide (jornalista que ele conheceu nos tempos da Gazeta Mercantil, periódico hoje extinto), cometido em 20 de agosto de 2000, a imprensa paulista orquestrou uma sutil proteção ao criminoso, por claros interesses corporativistas.

Quando eu lancei o zine homônimo a este blog, foi pouco depois deste crime. Ironicamente, "morria" um jornalista e "nascia" outro. Eu estava em Salvador, e quando ouvi a notícia do crime de Pimenta Neves em Ibiúna (cidade do interior paulista antes conhecida pelo Congresso da UNE reprimido pouco antes do seu início, em 1968, com todos os integrantes presos), pensei que era um crime cometido por um editor de um jornaleco de Ibiúna. Mas não foi, foi um crime cometido por um editor de O Estado de São Paulo, o histórico jornal conservador da família Mesquita.

Um dos lances irônicos relacionados a Pimenta Neves é que seu substituto no comando editorial do Estadão foi Sandro Vaia, cujo prenome é a forma masculina da vítima do antecessor. Quanto ao sobrenome, uma palavra cuja ideia está associada à reprovação por meio do grito individual ou coletivo, dá um trocadilho interessante. A substituição teria dado uma manchete muito engraçada: "VAIA NO LUGAR DE PIMENTA NEVES".

Durante um bom tempo a imprensa paulista mais conservadora - Veja, Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo - protegeu Pimenta Neves. A grande imprensa, como um todo, impediu que até mesmo jornais regionais (que se servem de agências de notícias ligadas à imprensa sudestina) colocassem o caso de Pimenta Neves nas seções ou retrancas policiais. O crime por ele cometido e seus reflexos eram sempre noticiados na seção País, normalmente reservada a fatos políticos ou a notícias comuns de âmbito nacional.

Na época do crime, apenas a imprensa humorística protestou contra o crime de Pimenta Neves. A revista Exame Vip, com relativa autonomia editorial em relação à Editora Abril, que publica a revista, criou uma tabela divertidíssima comparando o Abominável Homem das Neves e o Abominável Pimenta das Neves, concluindo que o famoso monstro polar é mais inocente que o ex-jornalista. Na imprensa carioca, destaca-se os trocadilhos jocosos do fictício colunista Agamenon Mendes Pedreira, cria do Casseta & Planeta, entre a palavra "furo de reportagem" e os "furos" que Pimenta deu em Sandra Gomide.

Somente alguns anos atrás, quando houve o júri popular que fez manter a impunidade a Pimenta Neves, a grande imprensa teve que mudar a postura, reprovando a figura do ex-jornalista. Mesmo a revista Veja, que tentou tratar Pimenta Neves como um coitadinho, teve que mudar seu procedimento. O motivo disso tudo estava na pressão da imprensa carioca, sobretudo do Jornal do Brasil, que veiculava textos e reportagens que, na prática, desqualificavam a reputação de Pimenta Neves.

Só para sentir a coisa, enquanto a imprensa paulista, a princípio, definia Pimenta como um "sofredor" que vivia "preso em sua própria casa" e toma diariamente anti-depressivos, a imprensa carioca já revelava o outro lado, do arrogante ex-jornalista mas ainda poderoso socialmente, que ia armado para os eventos chiques. A famosa arrogância de Pimenta Neves pode ser comprovada quando ele, recuperado de um coma induzido, explicava, irritado, o crime que ele cometeu contra Sandra Gomide.

A ascensão de Pimenta Neves na imprensa paulista mostra o quanto ele, trabalhando discretamente na imprensa de esquerda, na medida em que se ascendeu profissionalmente tornou-se traidor do jornalismo progressista, se entrosando com setores mais conservadores da imprensa de São Paulo. Um traidor que, aparentemente, não se revelava em artigos ou seminários, mas nos bastidores da imprensa paulista.

E, assim como a imprensa reacionária, Pimenta acabou cometendo também mau jornalismo, pois, pouco antes de matar Sandra Gomide, Pimenta cometeu deslizes sérios como editor-chefe, criando manobras fúteis no Estadão. Um caderno de TV do Estadão teria sido tendenciosamente editado como meio de pressionar moralmente a colega e já ex-namorada.

Mas mesmo nos seus últimos atos como jornalista, antes da aposentadoria - num país sério, Pimenta teria o registro de jornalista cassado - , o criminoso, dizem, se comportava como um dublê de editor-chefe da imprensa paulista, exigindo uma cobertura "imparcial" sobre seu caso e reprovando quando as reportagens desfavoreciam a reputação dele.

A experiência de Pimenta Neves na conservadora imprensa paulista está documentada no livro Notícias do Planalto, de Mário Sérgio Conti. Já sua experiência na equipe de Cláudio Abramo foi documentada no livro Cães de Guarda, de Beatriz Kushnir.

QUEM VAI INVESTIGAR A CORRUPÇÃO EM SALVADOR?



Há muita sujeira na mídia e nos transportes em Salvador, Bahia. Certa vez, um blog chegou a denunciar um esquema de corrupção em torno da AGERBA, agência que controla, entre outras coisas, o transporte coletivo intermunicipal da Região Metropolitana de Salvador.

O sistema de ônibus soteropolitano - comandado pelo sindicato patronal representado pela patética sigla SETPS (com a risível pronúncia "setépis") - é tão estranho que existe até um esquema chamado "Frota Reguladora" que na prática é como se as empresas legalizadas imitassem o esquema de ônibus piratas. Além disso, as linhas são distribuídas sem obedecer critério de regiões de bairros e os ônibus são até desconfortáveis (bancos de plástico que doem nos quadris e nas colunas).

O sistema de "pool", que já é desnecessário porque uma linha de ônibus fica mais eficaz quando é servida por uma única empresa, desde que a ela seja cobrada um serviço responsável, em Salvador ganha um sabor de politicagem mais explícita. Duplas de linhas como 0342 e 0344 (Rodoviária Circular A e B), e S002 e S011 (Aeroporto e Praia do Flamengo para o Campo Grande), poderiam ser distribuídas de forma que uma linha ficasse com uma única empresa, mas isso não acontece. Além disso, há estranhos casos de linhas em pool em que uma das empresas contribui com apenas um carro, como é o caso das linhas 1348 (Canabrava / Lapa) e 1475 (Águas Claras / Pituba).

No rádio, vemos a hegemonia tanto das rádios de música brega-popularesca, que alimentam o mercado jabazeiro que envolve os blocos de axé-music na capital baiana, e outras tendências popularescas. Mas há também o chamado "Aemão de FM", programas de locutor, noticiários ou jornadas esportivas, em que a politicagem é escancarada, com o envolvimento de políticos, empresários, fazendeiros e dirigentes esportivos.

A herança das concessões politiqueiras de Antônio Carlos Magalhães, antigo chefe político do Estado, quando era ministro de José Sarney, dá o tom da politicagem e da presença de políticos ou "laranjas" no quadro acionário das emissoras de rádio. A programação "aemizada" dá o tom da politicagem, com conchavos com os "cartolas" e com opinionismos e denuncismos que dão o falso tom "imparcial" dos programas, enquanto por debaixo dos panos impera o tendenciosismo e as brigas entre desafetos político-empresariais.

A corrupção existe e não sou eu nem você quem inventou isso. Até porque ela existe, mas os detalhes e pormenores são bastante desconhecidos. Por isso, quem é que vai investigar esses esquemas de corrupção?

Vemos blogueiros ou cronistas baianos que, salvo honrosas exceções, não fazem senão um teatrinho jornalístico em que se limitam a copiar, e muito mal, a abordagem crítica de Carta Capital e Caros Amigos, com pinceladas de Isto É, e para certas coisas se comportam feito crianças deslumbradas, sobretudo quando o assunto é rádio.

E, quando qualquer bobagem sobre transportes coletivos em Salvador é lançada, eles se comportam como crianças obedientes. Se é para manter bancos de plásticos até em linhas longas para o subúrbio ferroviário, tudo bem. Se é para as empresas manterem um visual esbranquiçado que confunde os passageiros, tudo bem. Esses apáticos críticos da mídia na Bahia mais parecem mendigos que, de tão acostumados com a sujeira, já não sentem o fedor que está em sua volta.

É necessário romper as amarras do corporativismo. No caso dos transportes, a coisa também é complicada, porque o "setépis" é anunciante de praticamente toda a mídia soteropolitana. Jabaculê mal-disfarçado, mordaça travestida em verbas publicitárias. No caso do rádio, como os jornalistas poderão investigar a corrupção, se tem aquele medo de botar os amigos e ex-colegas na cadeia?

Ha 20 anos, o jornalista e ativista social Fernando Conceição se encorajou em investigar, como free lancer, o esquema de corrupção da segunda gestão de Mário Kertèsz como prefeito de Salvador. Fernando fez o trabalho para o jornal A Tarde, descobrindo depois que o então prefeito havia criado, com um cúmplice, duas empresas fantasmas que desviaram dinheiro do Governo Federal para as fortunas pessoais dos dois. O dinheiro seria para obras de urbanização de Salvador, que foram paralisadas e terminadas depois pelos sucessores.

O esquema de corrupção custou a vida política de Kertèsz, engenheiro apadrinhado por Antônio Carlos Magalhães e que, também em 1990, foi nomeado por ACM interventor do Jornal da Bahia. Kertèsz deu o golpe mortal, sendo autor material do interesse de ACM em acabar com o JBa, na medida em que destruiu a linha editorial do periódico, convertido no mais abjeto tablóide populista. Mas Kertèsz, deixando a vida política, virou uma espécie de "Cidadão Kane" baiano, e, como dublê de radiojornalista, engana tudo e todos, seduzindo até a esquerda baiana e ludibriando os soteropolitanos com o espetáculo de tendenciosismo que a Rádio Metrópole e o jornal Metrópole fazem dentro da mídia baiana.

Infelizmente, o ex-prefeito de Salvador reverteu a decadência política numa reputação midiática que equivale a uma espécie de Roberto Marinho doméstico, mas metido a um "militante anti-mídia", numa retórica demagoga moderna que pega os críticos da mídia baiana de surpresa, desprevenidos. Em nome da visibilidade, esses críticos se silenciam diante desse grande espetáculo de corrupção, que é o maior mas não é o único que ocorre na capital baiana.

Vale lembrar que o grosso da corrupção e do tendenciosismo não ocorrem só na Rede Bahia (grupo dos herdeiros de ACM), mas dos antigos filhotes políticos de ACM, como Marcos Medrado, Mário Kertèsz, Pedro Irujo, Cristóvão Ferreira Jr. e outros, gente ligada à politicagem midiática, e que por isso não pode ser vista como "mídia alternativa" em relação à mídia carlista propriamente dita.

Contestar a corporação carlista e aceitar os demais "coronéis" eletrônicos soa o mesmo que um paulista falar mal da Rede Globo mas beijar as mãos dos Frias, Civita, Saad e Mesquita, os barões midiáticos de São Paulo.