sexta-feira, 19 de março de 2010

TERRENO DA REDE GLOBO SERÁ USADO PARA "ESCOLA TÉCNICA"


GOVERNADOR DE SÃO PAULO, JOSÉ SERRA (SEMPRE ELE), ASSINA CONVÊNIO COM AS ORGANIZAÇÕES GLOBO PARA CONSTRUÇÃO DA ETEC

Não bastasse o caso da Escola Estadual Roberto Marinho, agora as Organizações Globo querem utilizar um terreno irregular para a construção de uma escola técnica, como forma de tapear as coisas com algo "útil". Era um terreno, avaliado em R$ 11,5 milhões, que era privativo da família Marinho, e está localizado numa área nobre da cidade de São Paulo, na Rua Doutor Chucri Zaidan, na região do Morumbi. O terreno, que oficialmente pertence ao Estado, havia sido cercado há 11 anos.

Pois agora será construída a tal Escola Técnica Estadual, área de mídia eletrônica, no lugar. O curso irá atender 240 estudantes nos cursos de multimídia e produção de áudio e vídeo. O acordo prevê investimentos da Rede Globo no terreno, no paisagismo e na manutenção, enquanto o funcionamento da escola e os equipamentos ficarão sob responsabilidade do Centro Paula Souza, uma fundação ligada ao governo paulista.

Mas é muito provável que o padrão Rede Globo / O Globo / G1 de qualidade prevaleça no programa educacional da ETEC. O que significa que o padrão ideológico das Organizações Globo será ensinado nos cursos. Sob a aparente vantagem de mais um curso para fortalecer o mercado de trabalho midiático, os alunos aprenderão não somente as técnicas profissionais, mas o tipo de visão "global" que terão que seguir, ou que talvez tenham que "exportar" da Rede Globo para as concorrentes da TV aberta.

Isso é um grande perigo, porque o pretexto das oportunidades profissionais esconde todo um padrão ideológico tendencioso, o que singifica que a mídia golpista pode adestrar novos profissionais. E não somente jornalistas, mas também produtores, roteiristas, documentaristas, locutores, todos a serviço de um projeto ideológico que sabemos é dissonante aos interesses das classes populares.

PAULO MALUF E FILHO ESTÃO NA LISTA DE PROCURADOS PELA INTERPOL



E risível ver como os antigos "líderes de opinião", tão zelosos pela "mais pura informação", anos atrás esqueceram que Paulo Maluf era corrupto, demagogo e mesmo direitista. Maluf era promovido como se fosse um "maldito", um "injustiçado" da política, e nessa campanha que seduziu a ala frouxa dos antigos blogueiros, Maluf voltou ao Congresso Nacional.

Mas sua carreira de político corrupto - que o acusado tenta desmentir, sob alegação de uma suposta campanha de perseguição política contra ele - já vive novo episódio. A Interpol - Polícia Internacional - enquadrou Paulo e o filho dele, Flávio Maluf, na lista de criminosos procurados pela instituição. Os dois são acusados pelos crimes de conspiração, auxílio na remessa de dinheiro ilegal para Nova York e roubo de dinheiro público em São Paulo.

Paulo Maluf foi uma das figuras mais lamentáveis da política brasileira, representando tudo que é de ruim no ramo. Participou do IPES ("instituto" que representou um dos braços civis do Golpe de 1964), por conta do sogro, um dos líderes desse "instituto". Defendeu o Golpe de 1964, e tornou-se político pela ARENA. Foi pro PDS, mas depois, por ser um político picareta tão chato e arrogante, que nem os chatos e arrogantes colegas do PDS aguentavam, o PDS, através destes, virou PFL, e Maluf foi para o PPB (depois, PP).

Beneficiado pela impunidade formal - as brechas da Justiça e da lei que sempre beneficiam criminosos ricos - e informal - quando o criminoso impune tenta ser "querido" pela sociedade, através de um esforço de mídia - , Maluf no entanto é visto como figura perigosa nos outros países que integram a Interpol. Se ele for a um desses países, ou então o filho dele, qualquer dos dois poderá ser preso. Mas aqui Maluf pai e Maluf filho não serão extraditados. Eles são brasileiros, ora.

Coitados de nós, que temos que aturar um "mala" como o Paulo Maluf.

JOSÉ SERRA FAZ ANIVERSÁRIO



E o aspirante tucano à Presidência da República quer "presentear" Paulo Henrique Amorim, Luiz Carlos Azenha, Luís Nassif e Maria Frô, ou quem quer que esteja atrapalhando seu caminho, com uma campanha violentamente desmoralizadora.

Junto à causa anti-serrista, também estão outros como Rodrigo Vianna, Altamiro Borges e até mesmo este que escreve o presente blog.

José Serra - THE KING OF PiG. A mídia golpista tem seu rei.

DUPLA PSDB/DEM PRESENTEOU O GRUPO ABRIL COM NOVA SEDE


JOSÉ SERRA (E), ATRAVÉS DE UM TESOUREIRO, TERIA PRESENTEADO O EMPRESÁRIO DO GRUPO ABRIL, ROBERTO CIVITA, COM UM PRÉDIO PARA ABRIGAR A NOVA SEDE DA EDITORA.

Denúncia divulgada pelo blogueiro Altamiro Borges faz voltar à tona um fato que a grande mídia, tão "zelosa" e "guardiã" da liberdade de informação, se esforça tanto em esconder, numa clara traição ao direito de informar, que não permite omissões nem mesmo a ocultação de erros cometidos por quem quer que seja.

Pois no ano de 1997, o diretor do Banco do Brasil e ex-teroureiro do então presidente Fernando Henrique Cardoso e de seu correligionário José Serra, Ricardo Sérgio de Oliveira, fez com o Grupo Abril um contrato de aluguel do Edifício Birmann, localizado na Marginal Pinheiros, na cidade de São Paulo. O prédio era propriedade da Previ, fundo de pensão para os funcionários do Banco do Brasil.

Estranhamente, a Veja não fez o menor alarde sobre a nova sede, porque seria normal que toda vez que uma editora ou veículo de mídia mudam de sede, a notícia seja fartamente divulgada. Mas tem um motivo: a concessão de um prédio pelo Estado para um grupo empresarial privado repercutiria mal ao Grupo Abril, cujo principal veículo e espécie de porta-voz ideológico, a revista Veja, costuma combater quem recebe benefícios extras do Estado.


O PARCEIRO DE SERRA, O "DEMONIADO" GILBERTO KASSAB, DÁ SEU AVAL NUM EVENTO EM HOMENAGEM AO FUNDADOR DA ABRIL, VICTOR CÍVITA, JUNTO AO FILHO DESTE, ROBERTO.

Em todo caso, isso mostra o quanto são excelentes as relações entre o Grupo Abril, uma das corporações que está por trás do Instituto Millenium, e a dupla política PSDB/DEM. Sobretudo nos interesses do mais rasteiro neoliberalismo. A Veja publicou muitos textos elogiosos ao (nefasto) programa de privatizações do governo FHC, e por isso recebeu esse benefício de presente. Houve uma tentativa da grande imprensa em noticiar o escândalo, mas ele foi abafado. Pelo corporativismo, colegas se omitem diante do erro cometido por um deles.

GRETCHEN E A IMPULSIVIDADE DAS MUSAS BREGAS



Mais uma separação envolvendo musas envolvidas com o popularesco. A ideologia brega-popularesca acaba influenciando o caráter impulsivo das mulheres, quando são comprometidas, e o caráter melindroso demais, quando não são comprometidas.

Desta vez , depois de Rita Cadillac e Xuxa, é a vez de Gretchen, ícone da terceira geração de ídolos bregas e "vovó" das "mulheres-frutas', se separar. A antes casadoura estrela, agora, volta a solteirice por questões de impulsividade. Os motivos, segundo seu último marido, Denis Miranda, seriam a falta de diálogo e a intransigência da cantora quanto às sugestões e críticas construtivas. Mas rumores indicavam que a participação dela num reality show teria sido o pivô da separação, coisa que Denis desmentiu.

Em todo caso, mostra o quanto as musas popularescas parecem não ter paciência com casamento. Dizem esperar caras legais, mas no fundo elas querem mesmo é homens meio durões, meio carneirinhos. Quando não estão comprometidas, parecem tão molengas que ficam recusando pretendentes quando vão aos eventos de forró-brega nas exposições agrícolas, vaquejadas ou festivais juninos. Quando estão comprometidas, basta uma coisinha de nada para o casamento, "sólido" feito um castelo de areia, ruir.

A coisa é tão absurda que um provável marido de 'mulher-fruta" tem que se preparar até para situações como, numa inocente saída para comprar pão, ele voltar para casa e ver seus pertences no corredor do pavimento, desalojados do apartamento onde até então morava. Por qualquer ninharia, casamento de mulher vulgar, ou de mulher-coitada, se dissolve com muita facilidade.

Coisas mais dramáticas acontecem entre casais com marido "elegante" e mulher classuda e o casamento mais parece parafuso enferrujado, que custa a sair.

PESQUISEI A FRANCIELLE SIQUEIRA NO GOOGLE



A "fã" do cantor brega Alexandre Pires não é figura muito frequente na Internet, do contrário dos "cavalheiros" Olavo Bruno e Eugênio Raggi, mas Francielle Siqueira, ao que tudo indica, já deixou seus recados nas páginas em que aparecem vídeos ou tópicos sobre Alexandre Pires nos programas Caldeirão do Huck e Domingão do Faustão.

Ela parece ser de São Paulo e também apareceu num tópico sobre a caloura breganeja Nathália Siqueira, que ganhou de um reality show na Band um contrato para gravar um disco, incluindo composição de Rick Bonadio e participação do breganejo Leonardo (que havia cedido um sucesso dos tempos da dupla com o falecido Leandro para o acústico do Só Pra Contrariar). Algum parentesco?

Francielle, no entanto, não tenta ser "juíza" da cultura brasileira como os pedantes Olavo e Eugênio, mas tem temperamento suficiente para ser a dama-de-ferro dos defensores do brega-popularesco que, defensores do pensamento único, tentam desqualificar este blog.

Lembrando que eu nunca invadi os blogs favoráveis ao Alexandre Pires para falar mal dele.

O BREGA-POPULARESCO COMO "SABÃO EM PÓ" MUSICAL


CAROLINA DIECKMANN - Um dos atores jovens usados para fazer propaganda de ritmos do brega-popularesco.

O brega-popularesco é a "cultura popular" transformada em mercadoria. O que significa que a música brega-popularesca é seu produto, é produto de mídia, trabalhado e promovido como tal. Como um automóvel, como um sabão em pó, essa mercadoria tem que ser vendida, tem que manter rentável durante muito tempo, e é compreensível que hoje em dia os "grandes nomes" da música brasileira hoje são apenas axézeiros, breganejos, sambregas, funqueiros, forrozeiros-bregas e outros que atualmente se reduzem a crooners que lançam sucessivos DVDs e CDs ao vivo e gravam covers com frequência além da conta, tudo para sustentar o sucesso da música medíocre, mas vendida como mercadoria de primeira linha.

Por isso, para manter o sucesso comercial do brega-popularesco, seus produtores e promotores lançam mão de atores de TV para fazer propaganda desses estilos e fazer o jovem de classe média brasileiro associar o brega-popularesco à imagem de sucesso representada por esses atores e atrizes, geralmente emergentes.

É discutível se esses atores e atrizes gostam ou não desses ritmos popularescos. Em muitos casos, eles não gostam dos ritmos que são obrigados a defender na mídia, mas sendo atores emergentes, os contratos envolvem participações em micaretas, vaquejadas, "bailes funk" e o que tiver de similar, que servem de condição para os atores e atrizes fazerem depois comercial de TV ou obter um papel de ponta na próxima novela da Rede Globo.

Uma atriz que, por exemplo, se "entusiasma" no "baile funk", dando entrevista "defendendo" o estilo, na verdade ela está cumprindo uma etapa de seus compromissos contratuais que depois garantirão a ela fazer um comercial de uma linha de cosméticos ou a ser protagonista na próxima "novela das oito". Para isso, tem que rebolar até cair no chão ao som do "funk carioca" (FAVELA BASS) que ela, no íntimo, abomina de tanto ódio, mas que tem que passar o tempo todo dizendo na imprensa que "adora muuuuuiiiiiiiitooooooooooo". Senão não tem comercial de cosmético, não tem "novela das oito" e talvez não tenha lugar sequer para novelas da Record e SBT, porque os executivos de televisão vão logo espalhar que a atriz tem "personalidade difícil".

Essa defesa, portanto, nada tem de espontânea. É apenas propaganda dos ritmos popularescos. Espertos, os empresários de axé-music sempre recrutam jovens atores para ficar no alto do trio-elétrico, dançando e cantando com o respectivo grupo ou cantor que ali toca. Posam para fotos, dizem que tudo aquilo é demais, parece que tudo é espontâneo, tudo é agradável, tudo é lindo.

No entanto, é a mesma coisa da apresentadora que faz propaganda daquele produto de maquiagem que, na verdade, lhe dá forte alergia. Ou do sabão em pó que promete deixar as roupas branquinhas mas não deixa, e o ator que faz propaganda dele não tem a menor coragem de recomendá-lo à sua empregada. Ou do novo modelo de automóvel dirigido por uma atriz e cuja marca não é a que ela usa na vida particular.

É a alma do negócio, a alma da propaganda. Enquanto tem muito ingênuo achando que a cafonice musical brasileira conquistou o primeiro escalão de atores de TV (menos, menos), as celebridades pegam seu cachê silenciosamente, cumprindo seu papel de tentar usar sua imagem para estimular a popularização dos ritmos popularescos. E elas vão para casa ouvir Djavan e Milton Nascimento nos seus toca-CDs.