terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Estudante desmaia após ser obrigada a beber em trote


IMAGEM SIMULA TROTE QUE DEIXOU UMA ESTUDANTE INCONSCIENTE DEPOIS DE BEBER ÁLCOOL.

Jovem ficou desmaiada por quase um hora no meio da rua

Do Portal R7

Uma caloura de 18 anos desmaiou no meio da rua após ter sido obrigada a consumir bebida alcoólica em um trote aplicado por veteranos de uma universidade da capital paulista.

Por quase uma hora, a jovem ficou desacordada em uma calçada sem receber nenhum tipo de ajuda. O socorro só chegou depois que amigas da caloura ligaram para a mãe da jovem. Ninguém foi punido.


COMENTÁRIO DESTE BLOG: É essa a geração que quer mudar esse país? É essa a geração que defenderá a cidadania? É essa a geração que, voltada para o "brega universitário" em várias de suas vertentes, zelará por valores sócio-culturais edificantes?

Esses trotes constrangedores, mais próximos do bullying do que das brincadeiras sadias, já custaram algumas vidas, mas já é suficiente a gravidade deste caso, quando uma moça é humilhada, forçada a ficar embriagada e ainda por cima ser abandonada numa situação de perigo à sua saúde.

MORREU PENA BRANCA, REMANESCENTE DA MÚSICA RURAL BRASILEIRA


Morreu o músico José Ramiro Sobrinho, o Pena Branca, aos 70 anos, ontem à noite, depois de passar mal em sua casa, no bairro de Jaçanã, em São Paulo.

Ele fez dupla com o irmão Ranulfo Ramiro da Silva, o Xavantinho. Era a admirável dupla Pena Branca & Xavantinho, da hoje cada vez mais rara música caipira autêntica, sem espaço na mídia, usurpada pelos caubóis sacolejantes do breganejo, diluição esquizofrênica da música rural.

Xavantinho faleceu em 1999, aos 57 anos. A dupla Pena Branca & Xavantinho havia surgido em 1962 e teve uma brilhante e íntegra carreira dedicada à legítima música rural. Eram respeitados até por Milton Nascimento (autor, com Chico Buarque, da música "Cio da Terra", que a dupla gravou), o que mostra a relevância dos dois irmãos, que nunca sucumbiram à pasteurização da música caipira nos anos 70, quando o arranjo à semelhança dos Bee Gees afetou a música caipira, obrigando outros veteranos autênticos a gravar discos piegas - na música caipira, não são os próprios intérpretes os arranjadores - , por imposição dos produtores.

É essa diluição que, mais tarde, formatou os ídolos breganejos que surgiriam a partir dos anos 80, além de terem feito a carreira da dupla Chitãozinho & Xororó, primeiro nome a deturpar a música caipira brasileira, já nos anos 70.

Por isso mesmo, o falecimento de Pena Branca mostra o quanto agoniza, infelizmente, a música caipira autêntica. A dupla Pena Branca & Xavantinho agora está extinta em seu todo, pois o remanescente, que representava de uma forma ou de outra o legado da dupla, também morreu. A dupla teve sorte de ter tido espaço na mídia, mas não a grande mídia. É porque seu sucesso coincidiu com um período em que a MPB autêntica vivia seu grande momento.

A música caipira autêntica continua existindo, mas ela não tem espaço na mídia. Com toda a segurança, ela não está representada nos ídolos breganejos que mais parecem herdeiros - por sinal explícitos - de Waldick Soriano na sua esquizofrenia musical. Essa música pseudo-caipira, que ora grava country e boleros caricatos, ora parasita o Clube da Esquina, ora parasita o cancioneiro rural de verdade. Até para tirar vantagem às custas do autêntico, porque o desejo do picareta é se passar pelo autêntico.

Graças a isso, enquanto a música pseudo-caipira, com seus medalhões e agora com ídolos emergentes - protegidos pelo rótulo hipócrita de "sertanejo universitário" - , faz grande sucesso comercial e gera até defensores fanáticos como Olavo Bruno, a música caipira verdadeira segue silenciosa enquanto puder se expressar.

A música caipira autêntica não é a música dos latifundiários, dos empresários de agronegócio, dos burgueses das grandes capitais metidos a consumir "música do campo". É a música dos trabalhadores rurais, vítimas de toda uma campanha da mídia, que trata como verdadeiros vilões qualquer um que tenha uma enxada na mão e queira se expressar.

A demonização dos trabalhadores rurais, junto ao desprezo à verdadeira música caipira - coisa que não se resolve com covers da música rural gravados pelos breganejos - , faz com que a música rural brasileira corra risco de extinção, seja ameaçada de desaparecimento. Convém fazermos alguma coisa para evitar isso.

URINA PÕE EM RISCO OS ARCOS DA LAPA


Alerta o amigo Marcelo Delfino, no blog Brasil Um País de Tolos, que a mania dos cariocas (assim como outros brasileiros) de urinar na rua põe em risco até mesmo os monumentos e áreas públicas, além de causar um grande mal-estar de quem passa por perto.

Mas o maior risco dessa prática fisiológica - no sentido químico do termo - está na estrutura dos Arcos da Lapa. Segundo especialistas, as substâncias ácidas contidas na urina corroem a estrutura da construção, originalmente conhecida como Aqueduto da Lapa e inaugurado em 1750, portanto, com 260 anos de existência.

A corrosão pode pôr em risco os Arcos da Lapa, que podem ruir a qualquer momento, causando uma tragédia. Afinal, é sobre o famoso Aqueduto que passam os bondes que ligam Santa Teresa ao Largo da Carioca, no Centro do Rio.

Urinar nas ruas é uma prática muito ruim, mas ela pode ser pior do que se imagina.

Agora é preciso também que as autoridades e as instalações comerciais, sobretudo bares e restaurantes, invistam em mais banheiros públicos para a população.

GEISY ARRUDA GRAVA CLIPE COM INIMIGOS DA HP


Uma "superimportante" personalidade do nosso país grava clipe de música de um dos "mais geniais" grupos da música brasileira. Breve no programa Noite Preta da MPB FM.

Bah!