terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Novos tempos: classuda Emmanuelle Chriqui é a mais desejável


Uma pesquisa realizada neste ano pelo site masculino AskMen.Co, sobre as 99 mulheres mais desejáveis pelos homens para ser namorada ou esposa aponta a atriz canadense Emmanuelle Chriqui, essa doçura fascinante na foto, como a primeira colocada.

O critério adotado pelo site é bem diferente, conforme a própria Emmanuelle, estrela do seriado de TV Entourage, respondeu ao ser entrevistada sobre o assunto: "O maior elogio de todos é ouvir no que se baseia a votação, porque se trata de ser uma mulher completa".

Segundo o editor-chefe de AskMen.Com, James Bassil, o comportamento da personagem de Emmanuelle no seriado, que é de uma namorada meiga e graciosa, influiu na votação, mas também o fato da atriz não ser uma celebridade superexposta na mídia nem inclinada a escândalos.

Conta James Bassil, à agência de notícias Reuters: "Ela não é uma pessoa muito pública, então isso deixa alguma margem à imaginação. Ela não fica chamando a atenção para ela mesma na mídia, o que poderia manchar sua imagem. Muitos dos comportamentos que vemos na mídia não são do tipo que gostaríamos em uma namorada ou esposa".

Este é um sinal da mudança dos tempos. Afinal, são tempos novos. Dá pena a imprensa populista, no Brasil, considerar as boazudas vulgares ainda "em alta", quando o homem em geral está se cansando da mulher vulgar, vazia, que só fica mostrando o corpo, que parece "simpática" e "boazinha", mas é difícil de se conviver no namoro e casamento por causa delas serem tão superficiais e vazias, para não dizer infantis e burras.

Dá para perceber que, no Brasil, mulheres como Flávia Alessandra, Grazi Mazzafera, Leandra Leal e Renata Capucci começam a se tornar mais desejáveis como musas do que qualquer mulher-fruta ou ex-dançarina de pagode.

Emmanuelle Chriqui , além da beleza graciosa, encantadora e meiga, é charmosa, inteligente, simpática e tem desenvoltura. É a beleza feminina do século XXI.

Ana Paula do vôlei vai se casar com advogado dos EUA


ACREDITE SE QUISER, A INICIATIVA DA JOGADORA ANA PAULA DE CONTRAIR NÚPCIAS COM UM ADVOGADO ESTRANGEIRO FARIA A EX-DANÇARINA SHEILA MELLO TREMER DE MEDO.

Sim, o "mercado" das mulheres interessantes no Brasil se fecha e existem até "investidores" estrangeiros no páreo.

Agora a jogadora de vôlei de praia Ana Paula Connelly, ou Ana Paula Rodrigues, se casará com um advogado estadunidense, Carl Heine. Ele tem 40 anos completos ano passado - idade que o rapagão que escreve este blog só alcançará em 2011 - , mas não se sabe se ele faz o estilo sisudo - ele diz ser fã do U2 - , mas a classe profissional dele, no país do Tio Sam, é conhecida pelo cacoete de usar terno, gravata e os impagáveis sapatos de verniz - scrrriiiiiiiiiiiiiiiiicccchhhhhhhh! Cuidado com o assoalho... - até para ir à feira de ciências do filhinho caçula.

Falando em filho, Ana Paula já tem um filho de um segundo casamento. Ela foi casada com um jogador de vôlei estadunidense, depois foi casada com um treinador de vôlei brasileiro, do qual resultou um filho. E agora é a vez do advogado ianque.

Sim, meus amigos. O "mercado" se fecha e as mulheres mais interessantes, por sua inteligência, charme, elegância e beleza, se tornam as mais comprometidas. É de se constatar que, até 2008, setores lunáticos da imprensa especializada ainda falavam em "multidões de solteiras, lindas e interessantes, dando sopa no Brasil". Havia reportagens em revistas femininas, havia reportagens no Fantástico, havia radialistas alardeando, só que isso não apenas era puro mito - não havia tanta solteira linda e legal dando mole, assim, não - como houve uma onda de casamentos e comprometimentos mil de tantas mulheres lindas e bacanas.

E, como toda liquidação, só sobraram poucas solteiras lindas e legais. A maioria das solteiras, ainda que seja bonita, elegante ou fale bem, embora haja também moças grotescas ou infantis, no entanto não guarda referenciais bons. Afinal, essa maioria peca por gostar de músicas bregas (sobretudo Fábio Jr., Alexandre Pires, Exaltasamba e Bruno & Marrone), adotar sentimentos piegas, sentir fanatismo por religião ou futebol, entre outras ninharias que causam a maior decepção nos homens que procuram moças legais para se conviver.

As musas popularescas, então, nem se fala. Enquanto o "mercado" se fecha, elas continuam insistindo em não ter namorados, recusar pretendentes que toda mulher sonharia ter, fingir modéstia na escolha de seus homens, ou dar a falsa impressão de que ainda são meninas dóceis e recatadas. Realmente lamentável.

A defesa de Fábio Pannunzio e os "donos da opinião e do saber"


Lendo o texto do Altamiro Borges em seu blog, soube da defesa que Fábio Pannunzio fez do colega Bóris Casoy na TV Bandeirantes. O texto foi publicado no site do próprio jornalista, veterano repórter da emissora dos tempos em que Chico Pinheiro trabalhava na emissora.

Tentando inocentar o colega, o qual Pannunzio diz conhecer há apenas dois anos, o repórter e apresentador-suplente do Jornal da Noite - que tem Casoy como titular - classificou de cyberbulling (implicância virtual) a reação de boa parte dos blogs - O Kylocyclo está dentro - contra a ofensa que o âncora fez aos lixeiros.

Altamiro Borges, em seu texto questionando a defesa feita por Pannunzio, nos lembrou o seguinte: "No texto “Em defesa de Boris Casoy”, Fábio Pannunzio comete vários erros. As pessoas sensatas não “crucificam” o âncora “por seu credo, origem ética ou preferência sexual”. Não se combate preconceitos com preconceitos. Casoy, sim, é que nunca escondeu os seus piores preconceitos, principalmente os de classe. Com suas ironias, risadinhas e trejeitos, ele vive desqualificando os trabalhadores, principalmente os que lutam por seus direitos. Seu ódio aos ativistas do MST que lutam pela reforma agrária é visceral, escancarado; todas as greves são motivo de seu veneno".

Eu mesmo pude ver a pose cínica dos comentários de Bóris Casoy, quando assistia ao TJ Brasil. Em 1989, eu tinha 18 anos, puxa. E pensava que o TJ Brasil era um grande avanço na mídia brasileira, e boicotava a tola novela Bebê a Bordo, da Rede Globo (que, além da história sem pé nem cabeça, abusava de "Carmina Burana" na trilha incidental).

De fato, o TJ Brasil do SBT parecia um olha na terra de cego. Mas muita gente foi ingênua de ver revolução em coisas hoje banais, como um telejornal cujo apresentador opinava (e somente Bóris opinava, se havia um suplente, não comentava, como o Heraldo Pereira, há um bom tempo tendo voltado à Globo e, ironicamente, já atuando como comentarista).

Mas a Folha, a tão reacionária Folha de São Paulo, estava travestida de "moderna" e "democrática", como símbolo maior de um jornalismo "moderno e dinâmico" e tivemos que engolir esta postura durante anos. E muita gente que achava a Rede Globo tendenciosa comprava a Folha com gosto e prazer, fazia até pose na cadeira, cruzando as pernas, folheando com cuidado as páginas dos cadernos da Folha, fazendo um sorriso esnobe de puro prazer.

Felizmente os tempos são outros e já se sabe a palidez com que sentem os jornalistas da TV Bandeirantes quando tentam defender Bóris Casoy. Até mesmo jornalistas que não são arrogantes nem presunçosos, como Pannunzio e Ricardo Boechat, mas que em todo caso são colegas de Casoy e com ele convivem constantemente, de uma forma ou de outra, no cotidiano jornalístico da emissora.

A TV Bandeirantes, em reputação, foi também uma espécie de "Folha de São Paulo" em versão audiovisual (com o prestígio estendido para outros veículos do grupo, como a Band News FM), símbolo do "jornalismo moderno e dinâmico" que chegou até a ultrapassar, em prestígio, a própria Folha, até os recentes ataques ao MST pela mídia dos Saad e pelo episódio Casoy.

E muita gente se iludiu com a mídia com muito mais idade que meus 18, 19 anos naquela virada dos anos 80 para os 90. E com muito mais ingenuidade. O que dizer dos experientes Emiliano José e Oldack Miranda, dois jornalistas de esquerda baianos, mais de 30 anos de profissão, diante do tendencioso Mário Kertèsz?

O passado de Kertèsz nos anos de chumbo não é menos sombrio que Bóris Casoy e do dono da Folha Octavio Frias, no que diz ao apoio aos militares, já que todo mundo andou de mãos dadas com a ARENA, com o AI-5 e apoiando todo tipo de aparelho repressivo para afastar qualquer germe "comunista" que surgisse ou tivesse alguma atribuição, ainda que delirante, pelos militares. É bom lembrar que Oldack e Emiliano são autores de um livro sobre o guerrilheiro Carlos Lamarca, um dos inimigos da "revolução" instaurada em 1964 e reafirmada com o quinto ato institucional.

Mas torna-se coisa risível o apoio que Kertèsz recebeu dos dois jornalistas de esquerda, um apoio quase servil, que resultou num grande choque. Foi quando o dono da Rádio Metrópole passou a espinafrar os dois em pleno ar, com uma irritabilidade que antes não se imaginava, porque o ex-prefeito de Salvador convertido em pseudo-jornalista (sem diploma, sem formação, sem talento ou coisa alguma, só com fome e sede de poder). Foi em 2008.

Esse e outros exemplos, seja de gafes ou reacionarismo da grande mídia, seja ela nacional ou regional, têm um aspecto bastante positivo. Faz com que o chamado "quarto poder" da mídia caia de seu pedestal. Faz com que os proclamados donos da opinião pública sejam desmascarados, antes que nossa liberdade de pensamento se torne, na prática, um bem privativo deles.

É bom que Barbeiros, Casoys, Frias, Kertèsz, Garcias, Hippolitos, Mainardis, Petrys, Azevedos que comandam noticiários no rádio, imprensa escrita e TV sejam desmascarados. Melhor assim do que trairmos nossos pontos de vista, nossa formação intelectual espontaneamente desenvolvida, para adaptarmos ao "seguro pensamento" desses astros da grande mídia.

Imagine como seria ridículo abrirmos mão de nosso senso crítico e, de forma crédula, aderirmos ao padrão de pensamento desses "âncoras", só porque eles detêm os segredos das fontes de suas notícias e são pessoas supostamente dotadas de profunda informação e saber. Seria uma atitude similar a do povo diante dos sacerdotes da Idade Média, eles mesmos também "donos da opinião e do saber", pelo mesmo pretexto de detentores dos mais profundos segredos e mistérios da humanidade. Pretexto que se demonstrou muito falso, como o de nossos jornalistinhas de escritório.

Cabe agora não levarmos muito a sério os "sacerdotes" modernos da Idade Mídia, que, com suas gafes ou seu reacionarismo, escorregam feio do mármore liso de seus pedestais.

Solange Gomes irrita enfermeiras


A modelo Solange Gomes, uma das boazudas popularescas da década de 90, posou no seu Twitter numa sessão de fotos em que ela aparecia com o chapéu de enfermeira e fazendo o famoso sinal de pedido de silêncio.

O ato irritou as enfermeiras brasileiras, sobretudo as que estão à frente da Associação Brasileira de Enfermagem, que definiu a atitude como uma degradação à imagem da categoria.

É a terceira vez que uma boazuda faz poses eróticas usando traje de enfermeira. Antes, a ex-dançarina do É O Tchan, Scheila Carvalho, causou semelhante escândalo. Em seguida, os empresários de "funk" chegaram a inventar a "Enfermeira do Funk", que, diante de um processo judicial, teve que deixar o traje e virar a "Proibida do Funk".

Os defensores do brega-popularesco esnobam a atitude da Associação Brasileira de Enfermagem, acusando-a de "moralista". Bia Abramo também reprovou a atitude da ABE contra a "Enfermeira do Funk".

Como se vê, os defensores do brega-popularesco, em nome da libertinagem, sentem total desprezo aos valores éticos de nosso país.

Leonardo Prudente é afastado da presidência da Câmara do DF


O juiz Álvaro Luis Ciarlini, da 2ª Vara da Fazenda Pública do Distrito Federal, determinou ontem o afastamento de Leonardo Prudente (ex-DEM, hoje sem partido) da presidência da Câmara Legislativa de Brasília.

Leonardo Prudente era o deputado visto num vídeo colocando dinheiro nas meias, e estava envolvido no esquema mensaleiro do governador José Roberto Arruda.

Prudente havia sido afastado do cargo, mas retornou à casa alegando que não havia motivo do afastamento.

O advogado que pediu o afastamento de Prudente, Evilázio Santos, pediu também o afastamento de José Roberto Arruda do governo distrital.

Blogueiro iluminado contesta validade do "funk"


SEM ESCRÚPULOS - "Funk carioca" é empurrado para público infantil no bairro carioca da Cidade de Deus. Sem medo de mostrar glúteos enormes sacolejando na cara das crianças.

O blogueiro Zé, do CAOS TV, escreveu uma mensagem contestando a propaganda do duvidoso blog Observatório da Indústria Cultural ao "funk carioca".



O "OICult" até engana no seu nome, visual e postura. Se autoproclama um "Observatório", como se tivesse uma visão crítica da cultura brasileira. Seu logotipo lembra aquela arte psicodélica brasileira do início dos anos 70. E a postura é auto-proclamada de esquerda.

Pois a defesa entusiasmada ao "funk carioca" tira o sentido do blog, que certamente mancha o tal "observatório", que poderia falar de coisas realmente interessantes - quantos malditos da MPB precisam de algum espaço na mídia, enquanto os supostos injustiçados, do Waldick Soriano, Odair José e Benito di Paula aos funqueiros atuais, vivem um verdadeiro clima de oba-oba na mídia? - , em vez dessa porcaria toda.

Afinal, o blog não é um observatório porque não observa, apenas faz propaganda. Só vê o mundo das aparências mas é incapaz de questioná-lo, como fazem os verdadeiros observatórios. Também não é um site sobre cultura, porque o "funk" não é vanguarda, é a retaguarda da cultura brasileira, é a brutalidade troglodita trabalhada pelos sintetizadores dos empresários-DJs (ou DJs-empresários, a ordem dos fatores não altera o produto).

Além disso, não é um blog de esquerda porque o "funk" cresceu pelas mãos da direita corrompida brasileira, o "funk" cresceu nas mãos de Collor e seus aliados fluminenses, e recebeu empurrão na mídia mais fisiológica e tendenciosa do país, sobretudo as ORGANIZAÇÕES GLOBO, cujo apoio ao ritmo salta aos olhos de tão evidente. E só falta Mr. Catra aparecer nas Ilhas Caras abraçado aos irmãos Marinho, com tanto apoio que o funqueiro e todo o restante do ritmo recebe da mídia "global".

Segue o comentário de Zé, que é de uma absoluta sensatez:

"O QUE É UMA PUBLICAÇÃO DE ESQUERDA??
JÁ EU, NÃO ACHO QUE O FUNK SEJA DISCRIMINADO.
PELO CONTRÁRIO. TOCA FUNCK EM TODA ESQUINA. TODO MUNDO GOSTA. DISCRIMINADO COMO??
DISCRIMINADA É UMA OUTRA CULTURA. UMA QUE NÃO ESTÁ OFERECIDA EM LUGAR NENHUM, QUE NÃO SE ENCONTRA FACILMENTE, QUE CUSTA UMA GRANA PRETA TER ACESSO.
ACONTECE QUE O FUNK É QUASE UMA ANTIMÚSICA E QUEM NÃO FAZ PARTE DAQUELE UNIVERSO ACHA INSUPORTÁVEL.
INSUPORTÁVEL MESMO. E ISSO NÃO É DISCRIMINAÇÃO.
DISCRIMINAR É IMPEDIR QUE AQUILO SEJA DIVULGADO, CONHECIDO, DIREGIDO.
O FUNK, AO CONTRÁRIO, É EMPURRADO GOELA ABAIXO."

A FAZENDA 2: MEMBROS CRITICAM FANÁTICOS RELIGIOSOS


Mais dor de cabeça para o "bispo" Edir Macedo, não bastasse aquele trecho do filme A Queda, sobre a decadência do líder nazista Adolf Hitler onde foi colocado um texto, usado como uma suposta legenda, que descrevia a realidade da Rede Record, como se Hitler fosse o próprio Edir.

Pois numa conversa entre dois integrantes do riélite A Fazenda 2 - podem ficar tranquilos, li no Portal Terra - , Mateus Rocha e Igor Cotrim, o primeiro fez um comentário depois de ter cantado o refrão de um antigo sucesso da Xuxa, "marquei um X, um X, um X no seu coração".

Nem vou falar que outros internautas identificaram letras satânicas em vários sucessos da Xuxa tocados de forma invertida (de trás para frente). Mas que Xuxa foi a pioneira na erotização juvenil contemporânea, completada depois pelo É O Tchan e hoje pelo "funk", isso é verdade.

Continuando com os "peões", Mateus fez o seguinte comentário: "Só porque X lido ao contrário é six as pessoas falam que ela se referia ao número 666, que é o símbolo da besta. Eu acho coisa de criança esse negócio de ficar falando que todo mundo que faz sucesso é porque fez pacto com alguma coisa ruim. Por que as pessoas não dizem que alguém faz pacto com Deus, né?".

Vale lembrar que, na numerologia, X corresponde ao número 6. Aliás, na numerologia do alfabeto ocidental, as três letras que representam o número seis são F, O e X. As letras formam a palavra "fox", que significa "raposa", animal simbolicamente associado à ideia de esperteza e espírito traiçoeiro.