domingo, 3 de janeiro de 2010

Mortos em Angra dos Reis são mais de 40


POUSADA SANKAY, EM ANGRA DOS REIS, ATINGIDA POR DESLIZAMENTO NO ÚLTIMO REVEILLON. FOTO DE NICHOLAS SERRANO, DA AGÊNCIA ESTADO.

Essa é uma triste lição para aqueles que desprezam a questão da Ecologia no mundo. Até pouco tempo atrás, havia gente que se julgava "inteligente convicta", "conscientizada", "defensora da cidadania" e "ciente de sua responsabilidade social" que chamava de "chatos" quem se preocupasse com os problemas ecológicos, seja a poluição, o desmatamento, as construções irregulares etc. Surgiu até um termo, "ecochatos" e até os programas realmente chatos da TV aberta associavam a mobilização ecológica ao "politicamente correto".

Pois se um Bóris Casoy "comprometido com a responsabilidade social" e com a "missão de passar o Brasil a limpo" foi derrubado por um comentário sobre os lixeiros, imagine essa patota juvenil "anônima" que infesta comunidades virtuais e fóruns na Internet?

Pois a tragédia recente na pousada Sankay, em Angra dos Reis (sul do Estado do RJ) é uma lição dolorosa para esse pessoal que espera a sabedoria surgir de um passeio de mountain bike. Esse pessoal não tem a ideia de quantos semelhantes seus, mais inocentes talvez e querendo saudar um feliz 2010, tiveram o reveillon tragicamente interrompido pelo deslizamento de terra que atingiu a pousada, provavelmente uma construção irregular, ao que se pode indicar.

Esta tragédia é um recado para quem despreza a Ecologia e acha que qualquer coisa na vida vale, sem cautelas, sem planejamento. Para quem gosta de viver em risco e acha até beber embriagado sinônimo de cidadania, essa tragédia com outras pessoas é sinônimo de nada. Até essa "galera irada" vir a enfrentar sua própria tragédia.

A EXTREMA ARROGÂNCIA DE OLAVO BRUNO E EUGÊNIO RAGGI



Quem acompanha nosso blog sabe a arrogância extrema de certas pessoas, totalmente reacionárias e que se acham "juízas da verdade", a ponto de agredirem e usarem ironias violentas quando seus pontos de vista não se provam convincentes.

Disfarçados de "internautas comuns", eles no entanto deixam passar que se envolvem de alguma forma na causa que trabalham, não sendo simpatizantes comuns. No caso da música brega-popularesca (Música de Cabresto Brasileira), eles têm alguma relação com o próprio esquema de divulgação ou promoção de seus ídolos.

Numa pesquisa da Internet, em associação com vários fóruns e sites que contam com a participação de cada um deles, associado ao tipo de mensagem por eles escrito, conclui-se que:

1) Olavo Bruno Ferreira de Sousa aparece em vários fóruns de Internet sobre cultura e mídia, e até num fotolog de ônibus.

2) Eugênio Arantes Raggi é um professor de Belo Horizonte que provavelmente deve ter algum amigo ou parente trabalhando como produtor de uma emissora de TV aberta da capital mineira (não é a Globo, porque Raggi costuma atacar a rede). Possui perfil no portal de Luís Nassif.

Os perfis de ambos, tanto através de mensagens agressivas contra minha pessoa, quanto à defesa do brega-popularesco, mostram uma arrogância e um esnobismo comuns, embora diferentes nos métodos, nos detalhes e nos ídolos defendidos.

Comecemos com os ataques violentos. Nota-se o nervosismo deles quando se dirigem para atacar meus argumentos.

Eugênio Raggi, incapaz de ser convincente quando tenta creditar como "natural" o sucesso dos ídolos popularescos, chega a fazer uma pergunta pessoal, com o claro efeito de me ofender. Ao creditar meus questionamentos como sendo "um sub-produto da Guerra Fria" (nota-se que Eugênio Raggi é de direita), ele me pergunta: "Aliás, você adota um visual à moda Luciana Genro, com madeixas desgrenhadas ou o oleoso-pentecostal à maneira HH?"

A violência verbal de Olavo Bruno segue um método mais moleque. Em seu texto publicado no blog Mondo Pop - os links dos textos de Raggi e Olavo estão publicados no final desta postagem - , Olavo só dispara frases mesquinhas contra meus sites, como Preserve o Rádio AM e este blog, além de dirigir ofensas pessoais contra mim. Isso depois de dar uma de "bonzinho" elogiando meus textos noutro site, Ensaios Patrimoniais (a mensagem foi deletada).

Para sentir a fúria caluniosa de Olavo Bruno, eis as "pérolas":

"A casa vai cair para O Kylocyclo".

"A casa vai cair pro jornalista Alexandre Figueiredo Pereira".

"Lulu Santos, Chico César e o editor do preserve rádio am são três hipócritas".

Eugênio Raggi e Olavo Bruno dizem não gostar de "funk carioca". Mas outras tendências brega-popularescas, sobretudo o brega "de raiz", eles adoram. Olavo Bruno defende o breganejo, a axé-music e, dos bregas pioneiros, saiu em defesa de Benito di Paula. Eugênio Raggi defende o sambrega, o forró-brega e também defendeu os bregas pioneiros, como Waldick Soriano e Odair José, ou através do endeusamento de Paulo César Araújo, cujo livro Eu Não Sou Cachorro Não Raggi classificou de "bíblia" (ou seja, uma "obra literária indiscutível", segundo ele).

Nervosos em seus argumentos - daí a vontade de agredir - , Raggi e Olavo Bruno cometem seus deslizes. Raggi chamou o grupo New Kids On The Block (de Boston, Massachusetts, EUA) de "inglês". Já Olavo Bruno, em sua pobreza argumentativa, sem o pedantismo de Eugênio Raggi, chega mesmo a escrever muito mal suas mensagens, de tão nervoso que estava. Vejam esta frase truncada:

"Todo Mundo fala que o Benito De Paula é brega, mas quando o Roberto Carlos gravou a música quero ver voce de perto de 1974 é cultura é chique quanta bobagem."

Não vou aqui mostrar todos os argumentos deles escritos em fóruns de músicaou de outros assuntos na Internet. Mas sabe-se que Olavo Bruno escreve mensagens em fóruns sobre breganejo e, no fórum "Movimento Country Brasil", ele teve a arrogância de convidar outros internautas a visitarem O Kylocyclo, para acompanhá-lo na campanha difamatória a mim e a este blog. Eugênio Raggi, por sua vez, colabora sobretudo no fórum "Samba & Choro" e a arrogância dele é conhecida pelos integrantes do fórum, que, em maioria, definem ele como um chato.

É lamentável que hajam pessoas assim, tão grosseiras, tão reacionárias. E que se acham os juízes absolutos da cultura brasileira, quando na verdade só querem defender o sucesso do momento, arrumando desculpas das mais diversas, às vezes claramente estúpidas, noutras pedantes.

Mas os próprios ídolos popularescos, certamente, evitam entrar em contato com caras assim, porque eles, no seu radicalismo argumentativo e violento, acabam causando o efeito contrário do que pretendem, porque acabam dando ao público a impressão de que os ídolos popularescos contam com defensores violentos e intolerantes. Daí para o "povão" achar que Vítor & Léo e Alexandre Pires têm fãs violentos é um pulo, no decorrer dos rumores.

Imagino Vítor & Léo evitando se aproximarem do Olavo Bruno por causa disso. "Peraí, Olavo Bruno é muito agressivo, essa língua venenosa dele vai acabar tirando público da gente". E o Alexandre Pires, diante do Eugênio Raggi: "Olha, meu caro, ele até quer me defender, eu agradeço, mas do jeito que ele fala só vai dar problema para mim".

A arrogância sem limites de Eugênio Raggi e Olavo Bruno e sua obsessão de ficarem com a palavra final em tudo que escrevem fará com que, no decorrer do tempo, eles sejam sufocados pelo próprio veneno de suas línguas. Até porque suas fúrias irônicas, pedantes e irritadiças ainda causarão problemas, não mais para mim, mas para outros internautas que os dois enfrentarão em futuras polêmicas. Porque seus argumentos enfraquecerão de tão nervosamente confusos e desesperados, abatidos por pessoas com mais pé-no-chão e boas argumentações.

É esperar para ver.

LINKS RELACIONADOS:

REACIONÁRIO INVEJOSO ESPINAFRA MPB E ATACA O KYLOCYCLO

MENSAGENS SUBLIMINARES II - SAMBREGA ("Ingênuo" Raggi Parte 1)

MENSAGENS SUBLIMINARES II - SAMBREGA ("Ingênuo" Raggi Parte 2)

MENSAGENS SUBLIMINARES II - SAMBREGA ("Ingênuo" Raggi Parte 3)

MENSAGENS SUBLIMINARES II - SAMBREGA ("Ingênuo" Raggi Parte 4)