domingo, 21 de novembro de 2010

O QUE É UMA MOÇA LEGAL - CONTINUAÇÃO



Já mostramos o caso de Leandra Leal no festival Planeta Terra - o que nos faz chorar, se lembrarmos que as paniquetes e enigmas como Lucilene Caetano, só para dizer as boazudas "mais radicais", vão para vaquejadas e micaretas (argh!) - , e agora mostramos o caso de outra atriz de Passione, Larissa Maciel, também famosa por sua deslumbrante beleza, inteligência e ótimos referenciais.

Só para dar água na boca, na edição deste mês da revista Seleções do Reader's Digest, há uma seção intitulada Eu e Minhas Preferências, que mostra o que cada celebridade anda apreciando de livro, CD, filme e sítio da Internet.

Pois olha o que Larissa citou como seus referenciais:

LIVRO: O livro de ouro da mitologia, de Thomas Bunfinch. Bunfinch (1796-1867) foi um escritor e estudioso em mitologia, nascido nos EUA.

CD: Kind of Blue, de Miles Davis. Nem precisamos dizer que músico é este, grande mestre do jazz. O disco é de 1959.

FILME: A Vida dos Outros. Filme alemão de 2006, dirigido e escrito pelo cineasta Florian Henckel von Donnersmarck. Filme de arte, mesmo, dos mais reflexivos.

WEBSITE: The Sartorialist - http://thesartorialist.blogspot.com. Blog estadunidense sobre moda.

Depois eu vejo o Orkut e a maioria das moças que estão lá preferem apreciar péssimos referenciais. Grupos de sambrega, duplas breganejas, livros de autoajuda, sítios da Internet sobre... Bobagens? Ou comunidades do Orkut do tipo "Rio qdo (quando) cai o alfinete no chão". E ainda se acham as mais sabidas e que seus (péssimos) referenciais estão sempre em alta. Coitadas... Marias-coitadas...

Isso é o que a mídia faz estragando as mentes da maioria das moças comuns. Tenho que ser politicamente incorreto, mesmo, porque a situação não está para brincadeira. A maioria das mulheres que virtualmente se interessaria por mim tem referenciais que são um horror.

São essas moças que se encontra facilmente em feiras de agropecuária, que recusam os pretendentes de seus sonhos para ficar com rapazes esquisitos que, embora pacatos, divergem totalmente do perfil cultural dessas garotas.

Infelizmente, essas moças não dão sequer para conversa. O que eu vou conversar com elas? Somente receitas de bolo, buracos nas ruas, qualidade do pão e outras banalidades? Com uma mulher inteligente, eu conversaria sobre isso e muito mais. Só que mulher inteligente disponível é coisa muito rara de se ver no Brasil.

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