domingo, 10 de outubro de 2010

SUÉTER DE MANGA CURTA É OPÇÃO PARA OS TOPS


A maravilhosa Liz Hurley com suéter de manga curta.

A banalização dos tops anda cansando a imagem de muitas mulheres, sobretudo boazudas, marias-coitadas e similares.

Parece que elas passaram a usar blusas que elas parecem ter comprado para dar de presente para seus afilhados de 10, 12 anos.

Tudo bem que um top cai muito bem conforme o contexto, contanto que sejam mulheres tipo Marisa Miller, Miranda Kerr, Maria Menounos e Eliza Dushku.

Mas o que vemos é a banalização das blusas curtas, usadas até mesmo durante o inverno, sem qualquer contexto nem pretexto. E as miseravonas vão na onda porque assim compram uma blusa de tamanho menor, porque é mais barato.

E até muita mulher fora de forma passou a usar tops também porque custa mais barato e o lugar onde mora vive um calor intenso, mas até no inverno usam, e depois pegam pneumonia e não sabem por quê.

Outro problema também é quando essas mulheres vão para uma entrevista de emprego com camisa abotoada bem curtinha, que mal consegue esconder a cintura da calça, e aí quando não conseguem emprego, ficam reclamando à toa.

Enquanto isso, mulheres classudas preferem correr por fora e um dos trajes que anda muito raro hoje, mas que foi muito comum entre os anos 50 e 80 são os suéteres de manga curta, que em inglês tem o nome pomposo de tipped knitted shirt.

São blusas que podem parecer curtas, mas é porque o movimento do corpo faz a base elástica subir, mas há a opção de baixar a camisa na altura do cinto da calça, o que dá uma aparência discreta, ao mesmo tempo charmosa.

Tornou-se, para mim, antológica a aparição de Angelina Muniz com um suéter de manga curta verde, na novela Vereda Tropical, da Rede Globo, aparentemente não aproveitada na versão editada exibida no canal GNT.


Kelly McGillis e seu suéter de manga curta branco, numa cena do filme Top Gun.

Também tornou-se antológica a atriz Kelly McGillis, no filme Top Gun, usando suéter branco de manga curta, na cena toda do bar, incluindo a cantoria de "You've Lost That Lovin' Feelin'" e também a cena de Kelly e Tom Cruise conversando no banheiro feminino.

Esse tipo de blusa é unissex, mas dá um tom especial de sensualidade nas mulheres. É mais elaborado, elegante e ao mesmo tempo simples, e uma blusa de tamanho médio oferece até duas opções: mostrar a barriga, caso das mulheres que, por exemplo, se espreguiçam ou erguem os braços para vibrar em torcida ou para pegar algum objeto do alto, ou esconder a barriga, se não precisa erguer os braços para coisa alguma.

Há várias dessas blusas que são feitas de crochê, outras de tricô, e outras de algodão. E podem ser ornamentadas ou parecerem camisas pólo comuns com a base elástica em listas verticais no tecido.

As mulheres que usavam esse tipo de roupa davam um show de charme, e há também os uniformes colegiais relativamente antigos, nos anos 70 e 80, que apostavam na blusa do tipo tipped knit shirt, o suéter de manga curta. As meninas combinando calça comprida com o suéter escolar de manga curta, dependendo do caso, seduziam sem o menor esforço.

Já a banalização dos tops e das blusas curtas comuns já rendem até mesmo piada para as moças jecas que insistem em ser "gostosas" à força: pergunta-se a elas se elas passaram algum ácido encolhedor de roupas.

Um comentário:

Lucas Rocha disse...

Do mesmo jeito que as boazudas e marias-coitadas usam tops e shorts curtos até nos dias mais frios do inverno, os injustíssimos sisudões usam terno, gravata e sapatos de verniz até na hora da caminhada.