segunda-feira, 11 de outubro de 2010

JORNAL O FLUMINENSE DEU DESTAQUE AO GRUPO RUSH



Saudades da Fluminense FM. Enquanto os 94,9 mhz do Grande Rio hoje só rolam noticinha, a não ser em horários de corrida de F-1, o jornal O Fluminense, no último domingo, botou na primeira página de seu Segundo Caderno uma reportagem sobre a banda canadense Rush, que veio ao Brasil e se apresentou na Praça da Apoteose.

Certamente meu xará Alexandre Torres Amora tem que engolir isso, enquanto as ondas radiofônicas que antigamente tocavam os clássicos do rock hoje transmitem até o reacionarismo irônico de Bóris Casoy.

Uma das mais conhecidas e prestigiadas bandas de rock dos anos 70, o Rush tem a façanha de ser a única banda de rock progressivo que faz a cabeça dos skatistas e sua peculiaridade é que o letrista do grupo não é o vocalista, mas o baterista Neil Peart, fã de quadrinhos e que passou por uma fase muito difícil de sua vida (ficou viúvo e perdeu a filha num acidente). Os outros integrantes são o baixista-vocalista Geddy Lee e o guitarrista Alex Lifeson.

Claro, o grupo era figurinha fácil na antiga "Maldita". Tanto que até um programa na Fluminense FM teve o mesmo nome do trio. E, sem dúvida alguma, uma das maiores bandas de rock do Canadá, e também do mundo. Sempre mantendo o mesmo estilo, renovando sem aderir a modernices desnecessárias, porque, afinal, como toda grande banda de rock, o Rush só está preocupado em ser tão somente o Rush.

Algum roqueirinho ainda está preocupado com aquela banda de metal farofa que também veio ao Brasil? Para quê, se o veterano trio canadense oferece do bom e do melhor no universo das guitarras?

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