domingo, 10 de outubro de 2010

BON JOVI É A TRADUÇÃO DA MEDIOCRIDADE NO ROCK


BON JOVI, NOS ANOS 80 - Se o metal farofa era o emo dos anos 80, o Bon Jovi era uma espécie de Restart da época.

O jornalista do Whiplash disse que a apresentação do Bon Jovi no Rio de Janeiro foi boa, mas poderia ter sido melhor.

O cara do Whiplash está sonhando?

Quem ele pensa que o Bon Jovi é? O Led Zeppelin?

O Bon Jovi é um dos ícones mais piegas do metal farofa, que nunca foi grande coisa.

Quem conhece a história do rock sabe que a única coisa que os posers merecem é o esquecimento.

Até porque, se temos nomes como Led Zeppelin, Van Halen, AC/DC, Kinks, Jimi Hendrix Experience, Black Sabbath, Rainbow, Thin Lizzy, Iron Maiden, etcetera, etcetera e etcetera, para que se preocupar com umas bandecas de metal farofa?

A onda poser foi tão ridiculamente comercial que até os filhos do falecido Ricky Nelson (daquela onda de cantores bonitinhos do final dos anos 50 que pensavam que faziam roquenrol e gravaram baladas açucaradas) aderiram, e, cá para nós, nomes como Bon Jovi, Guns N'Roses, Poison e Mötley Crüe só são "roqueiros" para uma juventude arrogante e pseudo-rebelde que se educou com Xuxa e Gugu Liberato na infância e virou aquela terrível geração golpista que ouvia as rádios 89 FM (SP) e Rádio Cidade (RJ) nos anos 90.

A propósito, a plateia que foi ver o Bon Jovi adorou ver o Fresno como banda de abertura. Tudo a ver.

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