terça-feira, 10 de agosto de 2010

"PAÇOCA" DA IMPRENSA GOLPISTA: FOLHA DÁ MAIOR AVAL PARA TECNOBREGA



COMENTÁRIO DESTE BLOG: Tecnobrega está fora da mídia, né? Fala sério!! A vedete da mídia golpista, a Folha de São Paulo, dá o maiorrrrrr apoio ao ritmo brega-popularesco do Pará.

E, além do mais, quanto custa esta aparelhagem pesada? Para certos "caros amigos", deve custar R$ 1,99, o popular "dois real", já que para eles os empresários do tecnobrega - os tais donos de "aparelhagens" - não têm dinheiro para comprar um sítio, mas têm para fazer aparelhagens, luzes, vestuário para os tecnobregas. E jabaculê para as rádios.

Mas a máscara cai e nossos pseudo-esquerdistas de plantão devem estar apavorados com a FALHA abraçando a mesma causa pró-brega que eles. A mesma Folha de São Paulo que, segundo Paulo Henrique Amorim, já está plantando notícia, fabricando escândalos contra o BNDES.

Para quem duvida do apoio da Falha ao tecnobrega, clique no link. Há também a reprodução de parte da reportagem - não é montagem de Front Page, é real mesmo - sobre o tecnobrega. Abaixo, reproduzimos a reportagem, que cita ainda a histórica (no sentido que José Serra é histórico) aparição de Gaby Amarantos, a Beyoncé do Pará, no Domingão do Faustão (que é da Rede Globo, sabiam, "caros amigos" do brega?).



NÃO DÁ PARA NÃO LER O AVAL ENTUSIASMADO DA DEMOTUCANA FOLHA PARA RITMOS BREGA-POPULARESCOS COMO O TECNOBREGA.

Beyoncé do Pará aposta em aparelhagem pesada para mostrar tecnobrega em SP

Bruna Bittencourt - Folha de São Paulo

Gaby Amarantos não economizou para sua primeira apresentação solo em São Paulo: mandou trazer uma aparelhagem de Belém, que chega de caminhão à capital paulista.

"É uma navezinha que eu mandei fazer", diz sobre a parafernália típica das festas paraenses.

À frente do Tecno Show, Gaby é uma das figuras mais conhecidos --e menos discretas-- do tecnobrega, o brega tradicional sobreposta à música eletrônica, que nasceu em Belém.

Nesta terça, ela se apresenta dentro do projeto Prata da Casa. No repertório, tecnobrega, tecnomelody, guitarrada e carimbó misturados à batidas eletrônicas.

"Música paraense, basicamente", conta Gaby, que canta faixas como "Poderoso Rubi", "Melô da Masoquista" e "Tô Solteira". Foi a última faixa, aliás, que lhe valeu o título de Beyoncé do Pará.

Gaby foi neste ano uma das atrações do Recbeat, festival de música que acontece em meio ao carnaval recifense.

"Eu estava com um maiozinho preto e cantei a versão de 'Single Ladies'. Quando vi, as pessoas estavam gritando 'Beyoncé! Beyoncé!'".

O rótulo lhe rendeu mais tarde uma apresentação no "Domingão do Faustão".

ORQUESTRA

O próximo disco da cantora tem produção de Carlos Eduardo Miranda (Rappa, Mundo Livre), Kassin e Berna Ceppas, da Orquestra Imperial.

O grupo contou com a participação da cantora em várias de seus shows. O primeiro convite veio quando a banda visitava Belém.

"Eles me contaram que foram visitar os pontos turísticos da cidade e em todos eles escutavam as minhas músicas."

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