sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

VIRADOURO: BOTAR CRIANÇA PARA RAINHA DA BATERIA NÃO DEU CERTO


Francamente. A escolha de uma menina de sete anos para ser rainha da ala da bateria da escola de samba Unidos do Viradouro - posto que em outros tempos pertenceu à ex-modelo Luma de Oliveira - , não deu certo.

Mesmo com o sinal verde do Juizado de Menores, a menina Júlia Lira, filha do presidente da escola de samba, Marcos Lira, é muito nova para assumir tal posição. E nem é por questões de moralismo, embora o papel de rainha da bateria expresse sensualidade. Mas, para um país que empurra a pornografia do É O Tchan e do "funk carioca" (FAVELA BASS) para a criançada, impunemente, escolher uma menina ainda pequena para ser rainha da bateria parece "natural", aos olhos dos incautos e dos pais e mães dotados de omissão e desleixo moral.

Em todo caso, a Unidos do Viradouro levou a pior no júri carnavalesco, há alguns dias, e caiu para o chamado Grupo de Acesso, espécie de segunda divisão do Carnaval carioca. Bem feito para as pretensões "generosas" do sr. Marcos Lira, que, além disso, se julgou injustiçado pelo júri.

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