sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

CENSO 2010 PODE SER FEITO PELA INTERNET



Esta é a novidade do IBGE. O recenseador fornece uma senha para um morador e ele e sua família respondem um questionário na Internet, num prazo de dez dias. Fora desse prazo, o recenseador voltará à casa para fazer a entrevista ali mesmo, ao vivo.

Será que os homens que, escondidos dos recenseadores, foram omitidos pelo Censo 2000, finalmente vão aparecer no Censo 2010? É hora de aparecer, porque a supremacia feminina na população é praticamente uma ilusão, com tantas mulheres comprometidas e uma preocupante mortalidade de mulheres jovens em todo o país, pela violência, pelas doenças, acidentes, erros médicos e outros motivos.

Isso sem falar que a maioria das mulheres está comprometida (mesmo as boazudas que ficam recusando pretendentes potencialmente contam, cada uma, com pelo menos dois pretendentes em potencial), se casando como quem bebe água. É como se surgisse homem feito capim em terra molhada.

Está muito difícil arrumar uma mulher bacana para namorar. Se as mulheres fossem mesmo maioria, não haveria essa dificuldade.

5 comentários:

Leonardo Ivo disse...

Voce só levou em consideração as mulheres jovens. E as idosas?E as de meia idade? Se voce for noter bem apartir dos 55 anos a população masculina cai drasticamente e ter homem apartir dos 60 para as mulheres se tornam muito complicada. Se voce for no asilo você veráo que eu estou falando. E tem mais, ha tempos atrás, coisa de 6 anos, o jornal O Dia chegou a fazer uma reportagem sobre o assunto em que até para mulheres de 30 estava começando a ficar dificil arrumar homem. E tem mais outro detalhe, homens saem mais para rua, ja as mulheres de qualquer idade ficam mais em casa. E por isso que no censo se ve mais mulher do que homem, pois tem este contigente enorme depois dos 50 que supera duas vezes a quantidade mausculina existente e tem se o fato de boa parte das mulheres ficarem em casa, mesmo as que trabalham. Soma-se a isso também que os homens morrem mais rápido que as mulheres, pois além de se arriscarem mais, tanto em atividades licitas como ilicitas, eles possuem organismos mais frageis que os das mulheres, por incrivel que pareça, internamente falando.

Leonardo Ivo disse...

Continunando: Tudo isso é levado em consideração pelo IBGE. Para se ter uma idéia de como tem mais mulher do que homem, vai parao interior de Minas, da Bahia e do Nordeste, por exemplo, e vê se você vai ficar sozinho? Tenho varios amigos meus que viajavam para o interior destes estados citados no carnaval só por isso. Fora aqueles que trabalham embarcados, se conhece algum, ele com certesa irá confirmar o que eu estou te falando.

Marcelo Pereira disse...

Leonardo, me desculpe discordar de vc. Vc tem coerência em muitas idéias que vc posta em seu blog e admiro bastante. Mas desta vez, vc é suspeito para falar sobre vida afetiva. Vc está bem na vida afetiva.

O ponto de vista de quem se dá bem na vida afetiva é completamente diferente de quem não se dá bem. O vencedor é sempre um otimista míope. É como acontece no Capitalismo: os ricos não entendem a situação dos pobres, assim como quem é feliz no amor não entende a situação de quem não é. Schumacher sempre correndo na frente, vai passar a corrida toda preocupado com o japonês que só corre por último?

Trabalhei no Censo anterior e sei que existe mecanismos para esconder a quantidade de homens em nosso país. O mito do excesso de mulheres é interessante para um país machista como nosso, que define a fêmea como um "produto" e o macho como "consumidor". Para atrair mais investidores e mais mão de obra, usa-se a fêmea como "isca" e aí vem muitos estrangeiros ou pessoas de outros estados ou municípios para ajudar a desenvolver economicamente uma grande cidade.

Indícios mostram que os homens já são maioria no país, mas o PiG e as regras sociais não querem admitir. É desconfortável imaginar que existem poucos "produtos" para uma grande demanda.

Bares boates e festas não são um bom termômetro para medir quantidade de pessoas. Machos trabalham e para isso estão largando cada vez mais as noitadas, frequentadas majoritariamente por mulheres, que não gostam de paquerar "em qualquer lugar". Aí elas vão para as noitadas, não encontram homem e pensam que eles não existem. Existem sim. Apenas estão preocupados com coisas muito mais importantes que uma bebedeira em plena madrugada.

Marcelo Pereira disse...

Outras coisas:

Mesmo com a saída de muitos homens do interior para tentar emprego nas capitais, o comportamento eufórico das mulheres do interior nada tem a ver com falta de homem. É porque todo forasteiro vindo de outras cidades representam novidade para elas. Algo semelhante acontece nas zonas urbanas com a chegada de homens estrangeiros.

E as idosas estão sobrando porque os homens idosos estão preferindo se unir com mulheres jovens, algo estimulado pela atual novela das oito. Como homem não é objeto, é "sujeito", ele ainda é muito valorizado mesmo na velhice.

Marcelo Pereira disse...

Lembrando que trabalhei no Censo 2000 não como recenseador, mas como supervisor. Conheço bem os bastidores do Censo.