terça-feira, 27 de outubro de 2009

FALTA HOMEM MESMO?


Situação 01 - EMPATE TÉCNICO ou VEM MAIS HOMENS POR AÍ

Os dados do Censo afirmam que a maior parte dos Estados brasileiros apresenta equilíbrio entre homens e mulheres na população, apesar da aparente maioria feminina. São, em média, 92 homens para 100 mulheres, segundo os dados oficiais.

Mas a julgar pela ausência tanto de homens de classes abastadas (sobretudo executivos, que viajam muito) e de homens pobres (que, sem condições de vida, vivem clandestinamente), o número de homens na população brasileira pode ser bem maior.

Na vida amorosa, dá para perceber o quanto é grande a quantidade de homens. Até as mulheres que se dizem sozinhas possuem, pelo menos, três pretendentes. Se eles agradam ou não elas, problema delas.

O que se sabe é que está cada vez mais difícil encontrar mulher disponível neste país.

Situação 02 - MUITOS HOMENS NÃO VÃO PASSAR A NOITE NOS BARES

É muito comum, nas boates, as mulheres reclamarem: "Está faltando homem, está faltando homem!!". O galo canta na esquina e todo mundo pensa que só está sobrando mulher neste país (cá para nós, o que eu vou fazer com uma mulher bebum, por mais bonita que ela seja?).

Elas têm que saber que boa parte dos homens trabalha na manhã seguinte e por isso tem que ir para casa dormir. Até mesmo comerciantes que trabalham nas manhãs de fins de semana e feriados.

Mas, mesmo sem considerar esta tese, já se nota, nas comunidades do Orkut, nos blogs e outras expressões na Internet, que os homens a cada dia perdem o interesse em passar as noites sentados no sedentarismo alcoólico dos bares e boates.

HÉLIO COSTA DISSE QUE FERNANDO COLLOR É "INJUSTIÇADO"


Em entrevista ao jornalista da Folha de São Paulo, Kennedy Alencar, o ministro das Comunicações Hélio Costa, ao responder a idéia sucinta sobre cada presidente da República, disse que Fernando Collor é um "injustiçado". Segue o que o jornalista perguntou e o que o entrevistado respondeu:

K. A. - Fernando Collor de Mello.

H. C. - É... Um injustiçado.

K. A. - Injustiçado?

H. C. - É. Um injustiçado.

Não houve porquês nem outras delongas. Mas sabemos o claro equívoco do ministro, até porque, no âmbito das Comunicações, Collor deu sequência à farra de ACM e Sarney com rádios e TVs. Durante o governo Collor, começou-se a degradação geral da programação radiofônica e televisiva, sobretudo através do crescimento das atrações jornalísticas, humorísticas e musicais ligadas ao brega-popularesco.

Nem precisamos dizer sobre o que Collor fez na política. Todos que sabem de política sabem muito bem.

PERGUNTAS, PERGUNTAS, E RESPOSTA, NENHUMA!1


Qual é a facilidade das mulheres de beleza expressiva e personalidade interessante de se tornarem comprometidas? Por que quase não sobram mulheres assim disponíveis?

ISSO É QUE DÁ APOIAR O "FUNK CARIOCA"...


"Brasil! Bunda! Bunda! Bunda! Bundas redondas de primeira linha! Por todos os lados! É um tsunami de bundas!"

É o que comenta, de uma forma machista e grosseiramente entusiasmada, o rapper Diddy, que outrora era P-Diddy e Purry Daddy e que no cotidiano atende pelo nome de Sean Combs.

Ele falou das mulheres que ele viu nas praias cariocas, certamente, mas muito desse entusiasmo calipígio é favorecido pelo "funk carioca", que tão equivocadamente quer passar a imagem de "movimento cultural" a todo preço. Pois Diddy havia ido a um "baile funk" da cidade e se EN-TU-SI-AS-MOU com tudo aquilo.

Isso é que dá apoiar o "funk carioca". Acaba promovendo a imagem do Brasil no exterior como um país de bundões.

DILUIÇÃO DO SAMBA, NO PLANO NACIONAL, NÃO POSSUI MERCADO HEGEMÔNICO PRÓPRIO


Os dois ritmos que diluem o samba brasileiro, o sambrega do Sudeste e o porno-pagode da Bahia, evidentemente, são dois fortes mercados regionais do brega-popularesco. Possuem ampla penetração na mídia, possuem um lobby fortíssimo e as revistas e sites de celebridades dão um enorme espaço para seus ídolos ou para personalidades relacionadas.

No entanto, os dois fenômenos são apenas fortes mercados regionais. O sambrega - de Alexandre Pires, Belo, Exaltasamba, Grupo Revelação, Raça Negra, Pixote, Grupo Molejo, Katinguelê e outros - e o porno-pagode - de É O Tchan, Harmonia do Samba (*), Psirico, Pagodart, Parangolé, Saiddy Bamba, Guig Guetto, Nossa Juventude e, mais recentemente, O Troco - não possuem um mercado hegemônico próprio, no plano nacional, apesar de serem ritmos de destaque na Música de Cabresto Brasileira.

No plano nacional, três tendências popularescas é que seguem mercados hegemônicos. Primeiro é a axé-music, por sua fortuna astronômica, favorecida tanto pelas altas taxas dos blocos carnavalescos baianos quanto pelo lobby político do falecido Antônio Carlos Magalhães. Segundo é o breganejo, ou a dita "música sertaneja", que é diretamente patrocinado tanto pelas tradicionais oligarquias rurais, os grandes latifundiários, quanto pelos empresários neoliberais do agronegócio. Em terceiro, há o "funk carioca", que, embora não seja hegemônico no Brasil, possui um lobby que trabalha para associar o "funk" ao mercado turístico nacional.

Por isso, nesses três mercados hegemônicos, as demais tendências bregas e neo-bregas têm que se apoiar em um dos três maiores mercados popularescos. O esquemão breganejo é famoso por abrigar, em seu mercado, tanto os primeiros ídolos bregas (Waldick Soriano, Odair José etc.), quanto o forró-brega (mercadologicamente tratado como um "breganejo dançante").

Por isso mesmo, a opção para o sambrega e para o porno-pagode é embarcar noutros mercados para sobreviver. Normalmente, o sambrega se apoia no breganejo, até porque ídolos como Raça Negra, Só Pra Contrariar e outros se apoiaram nos fenômenos comerciais Leandro & Leonardo e Chitãozinho & Xororó, em 1990. A apresentação de Alexandre Pires no festival de Barretos, neste ano, é um sintoma disso, assim como a penetração do sambrega em eventos de agronegócio e de festas juninas e julinas.

Já o porno-pagode, normalmente, sobrevive como um sub-produto da axé-music. Isso apesar de grupos como É O Tchan e Companhia do Pagode emprestarem seus referenciais ao "funk carioca". Mas normalmente o "funk" e o porno-pagode não se misturam, para evitar comparações.

Há rumores de um acordo mercadológico entre funqueiros e os empresários de axé-music que impede o porno-pagode de Psirico, Pagodart e Parangolé façam sucesso nacional para não atrapalhar os projetos hegemônicos do "funk", já que ambos os ritmos, que apostam na imbecilização cultural, também possuem alto teor grotesco-pornográfico.

(*) O grupo do cantor Xanddy havia aderido há um bom tempo ao sambrega, apesar de ser baiano e atuar no esquema do carnaval baiano.

PROVÁVEL DESPEDIDA


Um conhecido dirigente do "funk carioca", em edição deste mês de um veículo da mídia de esquerda, escreveu um artigo que soa como despedida de sua coluna na publicação.

Ele descreveu a vitória de sua causa funqueira, bajulou a mídia alternativa e agradeceu a todos aqueles que apoiaram ele.

Embora nada tenha sido anunciado, o artigo soa como uma carta de despedida, já que, nos bastidores do "funk carioca", seus defensores, empresários e militantes, agora que tomaram o establishment da mídia grande, não precisam mais fazer proselitismo funqueiro na mídia esquerdista.

Além disso, os dirigentes e empresários funqueiros se preparam para 2010, antevendo a grande mobilização direitista que já começa a se esboçar no âmbito político e midiático.

As oligarquias funqueiras querem se aliar aos poderosos.

TRANSPORTE DESGOVERNADO


No Paraná, na região de Cascavel (PR) - na foto, um ônibus de Céu Azul, município da região - , ônibus escolares são usados para transportar pacientes para os hospitais.

Na Bahia, ônibus destinados para transportar pacientes do interior para hospitais em Salvador simplesmente levam os moradores das cidades interioranas para morarem na capital baiana, entregues à própria sorte.

Enquanto isso, na fauna popularesca...


Outra Priscila, só que ligada a um universo vulgar de badalações compulsivas e ocas, ficou solteira.

Mal começou a namorar um empresário filho de um bicheiro carioca, ela terminou com ele.

Trata-se da insossa Priscila Pires, ex-Big Brother Brasil, que apesar de ser jornalista tem o QI de uma ex-dançarina de pagode.

Ou seja, uma pretensa musa tão vulgar, apesar de meio pedante, que não tem a menor graça. Eu, namorar ela? Nem morto!!