sexta-feira, 9 de outubro de 2009

ANIVERSARIANTES LEGAIS DE 09 DE OUTUBRO


Este seria um outtake que estaria apenas no Twitter. Mas publico o mesmo assunto como bônus, para lembrar de personalidades legais de 09 de outubro.

BRITISH INVASION - John Lennon teria feito 69 anos e John Entwistle teria feito 65. Ótima pedida para a garotada de hoje botar na festa o som dos Beatles e do Who.

CINEMA FRANCÊS - Jacques Tati teria feito 102 anos. Fazia cinema tipicamente europeu, mas influenciado pela comédia de Charles Chaplin.

CULTURA BRASILEIRA - O poeta modernista e um dos maiores estudiosos e militantes culturais da história do Brasil, Mário de Andrade, teria feito 116 anos. Mário de Andrade foi um dos fundadores do IPHAN, só para entender o valor desse grandei intelectual.

Portanto, boas dicas culturais para a moçada sair da pasmaceira clubber: ouvir discos dos Beatles e Who, ver filmes do Jacques Tati e ler livros de e sobre Mário de Andrade.

Internauta reprova mensagem de funqueiro


Na comunidade EU ODEIO "FUNK" CARIOCA do Orkut, mandei um tópico sobre a mensagem que recebi de um defensor do ritmo carioca. Recebi uma resposta de apoio, de um membro que usa o pseudônimo de Tony Iommi Deve ser fã do Black Sabbath, mas é mera coincidência um comentário desses vir de algum fã de rock, sobretudo pesado. Aqui vai o comentário dele:

TONY IOMMI:
Eu acho isso algo um tanto curioso, o primeiro argumento de defesa de muitos funkeiros é dizer que a voz ou o som da favela é o Funk. Ele está sendo muito mais contraditório do que ele disse que você supostamente foi, pois, se o Funk é o som de lá, por que trata pessoas moradoras das mesmas como marginais, sendo que eles mesmos sabem que a maioria desses moradores são pessoas que mereciam dignidade?

E, seja quem for esse anônimo, MC, ou se é de alguma associação de apoio a este barulho, deveria pelo menos saber do que está falando, ou ter algum nível intelectual, mas essa mensagem pode ser comparada à postagens de crianças que ouvem Funk, e que se irritam com qualquer coisa que dizem sobre o mesmo. Pff.

LEILA SCHUSTER VAI SE CASAR


Pouco tempo depois de se separar do empresário Hélio Viana (que outrora foi sócio da Pelé Sports), a ex-Miss Brasil Leila Schuster marcou para 21 de novembro próximo o casamento com o presidente da filial brasileira da coreana Kia Motors, empresário José Luiz Gandini.

A essas alturas uma ex-dançarina de pagode - que perdeu a chance de se casar com um empresário em 2007 - deverá estar de caso com um rapaz dentro das instalações do programa A Fazenda 2.

BREGA-POPULARESCO APROVEITA MEMÓRIA CURTA PARA MENTIR


Quem acompanhou todas as tendências musicais do brega-popularesco - a Música de Cabresto Brasileira, a suposta "música popular" que toca muito nas rádios - nos últimos 25 anos, deve perceber o quanto o discurso hoje adotado em defesa dessas tendências é absolutamente mentiroso.

Vejamos o que o discurso pró-popularesco tenta nos convencer:

1) OS CHAMADOS ÍDOLOS POPULARES AGORA SE CONSIDERAM "VÍTIMAS DE PRECONCEITO" - Eles venderam muitos discos, contribuíram para o sucesso comercial de revistas, rádios e TVs e lotavam platéias. Mas de repente passaram a adotar um discurso de que são "rejeitados", "sofrem preconceito", "têm todas as portas fechadas para eles". Ingratos, não aceitam o sucesso que tiveram e querem atingir uma reputação que não são capazes de obter. É o que se chama de marketing da rejeição, quando o ídolo popularesco usa como recurso marqueteiro o mito de que seu mérito está em ser "rejeitado".

2) ESSA "MÚSICA POPULAR" SE DIZ REPRESENTAR A "DIVERSIDADE CULTURAL" - No passado, cada tendência da Música de Cabresto Brasileira se lançou como um único modismo. Era o que os críticos musicais chamavam de "monocultura". Veio o brega romântico de Sullivan & Massada, a onda da lambada, a onda do breganejo, a axé-music, o "funk" e outros ritmos. Hoje todos eles, juntos, agora vendem a imagem de "diversidade" para tentar calar as vozes sensatas da oposição à MCB. Isso é mito, porque não existe diferença essencial dos ritmos brega-popularescos, até porque em dada ocasião um grupo de axé-music pode fazer sambrega, uma dupla breganeja pode fazer forró-brega e um grupo de sambrega pode fazer breganejo. A superficialidade da MCB não permite que ela seja considerada parte genuína da diversidade cultural brasileira.

3) A "MÚSICA POPULAR" DE SUCESSO HOJE NUNCA TEVE JABACULÊ - Essa conversa envolve alguns ídolos bregas propriamente ditos, várias duplas breganejas e todo o "funk carioca". Mentira pura. Toda a Musica de Cabresto Brasileira se sustentou através do jabaculê pago nas rádios. Foram mais de quinze anos pagando jabá, se alimentando do propinoduto midiático, para depois dizerem que "nunca houve jabá", que os ritmos brega-popularescos "nunca fizeram o devido sucesso".

Conversa para boi dormir. A mídia aproveita a memória curta das pessoas para relançar o jabaculê musical brasileiro como se fosse o "novo folclore", apostando no sentimentalismo fácil das pessoas e na desinformação reinante nelas.

Belo Horizonte é primeira capital a desmentir mito de "cidade mulher"


A cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais, é a primeira capital brasileira a desmentir o mito de "cidade-mulher" que existe nas cidades brasileiras localizadas no litoral ou em regiões metropolitanas desenvolvidas (se não localizadas no litoral).

Outrora conhecida como capital brasileira com maior número de mulheres, Belo Horizonte registrou, no levantamento recente do IBGE, divulgado esta semana, uma proporção de 92 homens para cada grupo de 100 mulheres, representando um equilíbrio populacional entre os dois sexos, e mostrando a queda da diferença populacional entre homens e mulheres.

No entanto, a tendência apresentada pela capital mineira é nacional, já que, para cada grupo de 100 mulheres, o número de homens varia entre 87 e mais de 100, o que pode contribuir para o fim futuro do mito de que o Brasil é um "paraíso" de mulheres disponíveis. E que, em todas as capitais com supremacia feminina na população, tal índice está diminuindo a cada censo.

Outro aspecto neste sentido observado em Belo Horizonte, é que, segundo o IBGE, os mineiros estão se casando mais, numa proporção de oito casamentos por cada grupo de mil habitantes.