terça-feira, 22 de setembro de 2009

KRUPA: A BELA E A FERA


Joana Krupa, bela modelo nascida na Polônia e radicada nos EUA.


Gene Krupa, inesquecível baterista da era de ouro do jazz dos EUA.

VÊM MAIS INÉDITAS DE JIMI HENDRIX!!


A irmã de Jimi Hendrix, Janie Hendrix, divulgou que deve ser lançado anualmente novo material deixado pelo músico de Seattle, um dos grandes mestres do classic rock.

Hendrix gravou muita coisa no seu estúdio Electric Lady, e deixou letras, melodias e vídeos inéditos. Novos discos serão lançados com mais gravações feitas pelo guitarrista.

LIVRO FAZ ANÁLISE OBJETIVA SOBRE MÚSICA BREGA


Eu vi hoje na Biblioteca Central da Universidade Federal Fluminense, em Niterói (RJ), o livro de Carmen Lúcia José, Do Brega ao Emergente (São Paulo: Marco Zero, 2001), que faz uma análise objetiva da música brega e de toda a ideologia que está por trás.

O livro certamente soaria um romance de terror para o Paulo César Araújo. Ou um livro de piadas sem graça para o Hermano Vianna. Patrícia Pillar, então, nem vai saber de querer ver sequer a capa deste livro.

Pois o livro, além de falar do contexto de dominação social que está por trás do brega, considera como tais os primeiros ídolos breganejos, como Chitãozinho & Xororó e Leandro & Leonardo. Há gente que não os considera bregas e existe até uma torcidinha que quer ver Chitãozinho & Xororó entre os grandes nomes da MPB (nem sonhando, "galera"). Até o Ricardo Cravo Alvim e o Renato Teixeira caíram nessa armadilha.

Mas Carmen Lúcia José, não. Ela trata o brega como se fosse brega, e não como um suposto "lado B" do Tropicalismo e dos malditos da MPB setentista.

Não li o livro, apenas folheei algumas páginas, e pretendo comprá-lo para estudar e questionar todo esse universo musical que rola nas Nativa FM, Band FM, Transcontinental e Beat 98 da vida. Se o livro vai até o breganejo safra 1990, seus questionamentos no entanto oferecem subsídios para entender também a axé-music, o "funk carioca", o forró-brega e outros ritmos popularescos que vieram depois.

O livro é menor que Eu Não Sou Cachorro Não de PC Araújo. Rende uma leitura rápida e agradável, sem as besteiras contidas no livro do "historiador dos bregas".

CONSELHOS AO MARIDO DE PATRÍCIA FRANÇA


Caro Wagner Pontes, você não acha que esse traje não está muito cafona? E que você está com um jeitão sisudo demais para um homem de sua idade (mais novo que Supla e Dinho Ouro Preto)? Esses sapatos desconfortáveis não lhe machucam os pés, não?

Rapaz, se você tem 42 anos, eu tenho 38, e mesmo assim quando vou a um shopping sempre uso um par de tênis e uma roupa mais descontraída. Se a situação favorecer eu andar de bermudão, ando de bermudão numa boa.

Por acaso, você já deu caminhada hoje, Wagner? Você tem porte de magro, mas anda meio fora de forma. A Patrícia avisou que, passada a amamentação de seu futuro bebê, ela vai para a ginástica. Melhor você ir junto. Eu já estou fazendo caminhadas e estou em ótima forma. Não use sua empresa como desculpa para não fazer ginástica. Será preciso alguém chamar um sargento do exército para lhe obrigar a fazer abdominais, corrida e flexões de braço?

Daqui a alguns meses, quero ver você bem mais magro e bem menos sisudo. Você vai estranhar a princípio, mas vai gostar.

ÔNIBUS: DOIS PESOS, DUAS MEDIDAS


SALVADOR (BAHIA)
Salvador, que já tinha poucos ônibus circulando, já tem 17 a menos. Que devem ser substituídos por uns dez (alguns carros velhos deverão ser consertados).


REGIÃO METROPOLITANA DO RIO DE JANEIRO (RJ)
Já o Rio de Janeiro promete adquirir mais de mil novos ônibus.

DANIELE SUZUKI


Daniele Suzuki, finalmente, apresenta Tribos.

Bonitinhas, mas ordinárias


“Me joga no Google/ Me chama de pesquisa/ E diz que eu sou tudo que você procurava”, cantam as breganejas Ana Elisa e Mariana na música "Google".

Não obrigado. Não estou a fim. Tenho 38 anos. Não sou moleque para pagar pau para qualquer música brega. Se bem que já tem moleque que também não paga pau para isso.

Não vou gostar de fulana porque ela é bonitinha, se os referenciais dela são um horror. Eu ainda tenho respeito aos meus princípios.

Talvez quem deva gostar é o assessor de comunicação do Vítor & Léo, o coronelista Olavo Bruno.

Tati Quebra-Barraco virou evangélica


É esse o destino de nomes popularescos quando estão em baixa irremediável: virar crente. Entrar numa seita evangélica, porque a carreira não consegue mais ter o mesmo êxito, isso apesar do apoio da mídia gorda mais populista.

Pois agora Tati Quebra-Barraco virou a nova a virar crente. É o segundo nome do "funk", em duas semanas, a anunciar tal conversão. O primeiro nome foi MC Marcinho, do sucesso "Poderosa", intérprete de "funk melody" que havia sobrevivido a um acidente de carro, mas ficou paralítico.

Tati Quebra-Barraco, no entanto, causou surpresa no meio funqueiro. Ela foi o primeiro hype promovido pelo "funk" quando o ritmo popularesco carioca investiu numa retórica "socializante", no seu mais recente modismo, a partir de 2003.

Apesar de todo o oba-oba da mídia em relação à Tati Quebra-Barraco e mesmo com a estratégia marqueteira às avessas de não colocá-la para aparecer no Domingão do Faustão, a funqueira não lançava material novo há muito tempo. Ela havia gasto todo o lucro do seu sucesso comercial com lipoaspirações e plástica.

Aparentemente, Tati não deixará de apresentar seus sucessos de letras grotescas e do mais baixo calão.

Se Tati Quebra-Barraco encerrar sua carreira musical - infelizmente, isso não está em cogitação - , ela não fará a menor falta. Sua música (?) é muito ruim de fazer os tímpanos sangrarem de tanta dor.