segunda-feira, 7 de setembro de 2009

FLUMINENSE NA PINDAÍBA: LIÇÃO PARA OS AMARELÕES


Se a $ele$$ão Bra$ileira de Futebol, nas eliminatórias para a Copa, estivesse na situação do Fluminense Futebol Clube no Campeonato Brasileiro deste ano, estaríamos salvos.

Já pensou a $ele$$ão Bra$ileira fora da Copa? Teríamos mais tempo para trabalhar, descansar e viver a vida, sem esse fanatismo tolo do futebol.

CALCINHA PRETA: GRUPO CONSTRANGEDOR EM MOMENTO VERGONHOSO


Calcinha Preta numa aparição no Domingão do Faustão, em maio de 2009.

Quem assistiu ao Domingão do Faustão - meus pais assistiram - teve que ver o horrendo grupo de Sergipe, Calcinha Preta (inimigo mortal dos fãs da Antena Um, por ter massacrado muitos sucessos do pop adulto estrangeiro, sem perdoar "The Unforgettable Fire", bela música do U2), viu o grupo cantar o refrão de "Você não vale nada", forró-brega bem ao estilo das velhas cafonices de duplo sentido dos anos 70, só que em ritmos diversos, mesmo aqueles de gosto duvidoso.

O resultado não podia ser patético. O grupo - na verdade, parte dele, pois só compareceram os vocalistas - , que já são uma #%@$#%#$%, ficou ainda pior cantando o "tema da Norminha" até mesmo em ritmo de valsa. Não bastasse tudo do grupo ser horroroso, sobretudo o nome e o desrespeito que fizeram com Bono Vox & companhia, realmente ninguém merece uma armação como esta, que deveria cair rapidinho no esquecimento, não fosse o apoio dos latifundiários, líderes ruralistas, empresários de eletrodomésticos, supermercados, políticos de direita e outros oligarcas da "República Velha Pop" da direita interiorana brasileira.

CAMPANHA FICHA LIMPA


2010 vem aí e as campanhas eleitorais também. Por isso, temos que tomar cuidado porque os velhos corruptos do país, assim como seus similares emergentes, herdeiros ou não daqueles, podem mais uma vez convencer os eleitores a votar neles, com uma campanha engenhosa falando mais uma vez em "cidadania", "boas propostas" e "grandes projetos".

Quem acompanha O Kylocyclo sabe bem das denúncias que o blog faz, tanto da juventude pseudo-esquerdista que pede o fechamento do Congresso Nacional a pretexto de acabar a corrupção, mas, durante as campanhas eleitorais, convence os amigos e simpatizantes a votarem nos mesmos políticos corruptos, sempre com aquela desculpa "é só ele que faz, mesmo!".

Outra denúncia é o fato de que boa parte da sociedade baiana ter caído, feito patinhos órfãos, na falácia da Rádio Metrópole FM, emissora de Salvador (BA) que fez de tudo para enganar os baianos, de campanhas pseudo-cidadãs altamente tendenciosas até seduzir de forma hipócrita a esquerda baiana, para esta depois ser espinafrada por seu dono, ninguém menos que Mário Kertèsz, que num passado recente foi um dos políticos mais corruptos de toda a história da Bahia. Mesmo fora da vida política, o ex-prefeito de Salvador, mesmo assim, fez politicagem sob a capa do radiojornalismo, de qualquer maneira usando de toda demagogia para iludir e enganar os cidadãos.

Por isso mesmo é que a Campanha Ficha Limpa é uma idéia do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), que tem o apoio do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea). Está disponível o vídeo institucional, de 9 minutos, a respeito do Projeto de Lei sobre a Vida Pregressa dos Candidatos, que pretende banir a candidatura de pessoas envolvidas em delitos como homicídio, corrupção e tráfico de drogas, entre outros.

Mais detalhes podem ser conhecidos através deste vídeo, de nove minutos, tempo bem menor do que a campanha eleitoral de muitos políticos corruptos. Não custa assistir a este vídeo.

EMMA WATSON NA UNIVERSIDADE


A deliciosa e belíssima atriz Emma Watson, que encerrou de vez sua fase Hermione, estréia sua temporada como estudante universitária. Inglesa (na verdade nascida em Paris mas criada na Inglaterra), a maravilhosa Emma escolheu a Universidade Brown, em Rhode Island, EUA, para cursar literatura.

Sua estadia nos EUA já fez a atriz adquirir recentemente um sotaque americano, na forma de falar. Ela tem o sotaque britânico, mas já fala certas frases no tom anasalado dos estadunidenses.

Emma Watson não vai abandonar a carreira de atriz. Mas ela concentrará sua rotina nos estudos, e serão alguns anos como universitária. Aliás, Emma não quer ser reconhecida pelos colegas como "a atriz de Harry Potter" e sim como uma "estudante do Reino Unido".

TUMULTO MARCA IDA DO BEIRUT A SALVADOR


A indústria fascista da axé-music não permite que artistas estrangeiros se apresentem em Salvador (a não ser quando cooptados pelos axezeiros). Quando acontece, geralmente são nomes decadentes - como o grupo dançante Double You, tão inexpressivo na Europa e cujo vocalista Willian Narraine, estranhamente, fala como se fosse brasileiro - ou em fim de carreira, como a cantora disco Gloria Gaynor.

Quando aparece um grupo que ainda está em ascensão e faz uma música de qualidade, como o norte-americano Beirut, ocorrem incidentes como no festival PercPan, quando o vocalista, trompetista e violonista do grupo, Zach Condon, com seu português iniciante, disse "Todos vocês podem ver" pronunciando como se dissesse "Todos vocês podem vir".

Aí a platéia invadiu o palco, deixando a banda em situação constrangedora até o término da apresentação, aliás até pouco antes. O grupo se retirou e foi para o camarim, e os organizadores tiveram uma discussão com os músicos antes deles serem convencidos a voltar. Depois, no biz, o grupo tocou uma música - creio que é "Nantes", que aqui aparece no vídeo do YouTube - e Condon fez uma apresentação sozinho, ao violão.

Incidentes como estes são nada diante de alemães trocando de roupa no recinto principal do Aeroporto Dois de Julho - que ainda se chama Luiz Eduardo Magalhães (cadê a coragem, Jacques Wagner, para retomar o antigo nome?) - e de professora fazer baixarias num evento de pagodão. Mas não deixam de ser constrangedores, para uma banda que queria mostrar seu som.

E não é qualquer coisa. O Beirut surpreende porque são jovens fazendo um som influenciado em música folclórica européia e americana. A música "Elephant Gun" - que apareceu na trilha da minissérie Capitu, da Rede Globo - é uma amostra do que o Beirut sabe fazer, um som fortemente acústico e tradicional, feito por uma geração que quase se tornou escrava da música eletrônica e do hip hop.

Abaixo está o vídeo gravado com o Beirut no PercPan, tocando "Nantes":

PLANTÃO DO SHOWRNALISMO ESPORTIVO


- E aí, Ricardo Teixeira, depois da vitória do Brasil sobre a Argentina, o senhor dormiu tranquilo?

- Sim, nunca dormi tranquilo em minha vida. Sim, foi o meu dia. Nunca me senti tão realizado.

- Sem dúvida, o senhor foi a pessoa mais realizada nesse espetáculo todo.


Ricardinho Teixeirinha deve ter sonhado com uma "piscina" cheia de dólares e, antes de dormir, em vez de contar carneirinhos, contava os craques da $eleção Brasileira pulando um a um a cerca.

Coitados dos argentinos.

MAURO FERREIRA EXAGEROU NOS ELOGIOS AO BREGANEJO DANIEL


A única ressalva que posso fazer do Daniel (de quê, afinal?) é que ele se tornou um ator razoável, como se vê na novela Paraíso da Rede Globo. Mas, como cantor, continua um "mala sem alça" irrecuperável. Mas tais qualidades até o Fábio Jr. também tem, um grande ator que, como cantor, é chato de galocha.

Mas o carioca Mauro Ferreira, que, pelo jeito, deve ver a roça brasileira sob os olhos distantes do cidadão-zona-sul, elogiou até demais o breganejo do cantor remanescente da dupla João Paulo & Daniel.

Em primeiro lugar, Daniel se comporta mais como um crooner, na "melhor" (se é que pode-se dizer melhor) das hipóteses, é como se um cantor do programa Ídolos gravasse um repertório de música caipira. Em segundo, porque a produção se empenhou num tratamento luxuoso e pomposo, afinal é a trilha-sonora de uma refilmagem de um antigo filme caipira.

Mas se os críticos elogiam cantores neo-bregas que gravam clássicos da música brasileira, podemos comparar isso a professores paternais e bondosos que dão nota dez para alunos que fazem mero trabalho de cópia. É aquela coisa: indica-se um livro para estudo, digamos, de História do Brasil, e o aluninho vai copiar, literalmente, o texto indicado do livro, sem redigir suas próprias impressões e idéias sobre ele. O aluno se limitou a fazer um trabalho de cópia, de copidescagem, mas a professora, que provavelmente nunca leu o livro (não teve tempo, com marido e filho pra criar), deu nota dez para o trabalho.

É assim que a crítica faz com Daniel, com Leonardo, com Alexandre Pires, com Chitãozinho & Xororó, com Belo, com Exaltasamba, com Zezé Di Camargo & Luciano, toda vez que qualquer um deles grava um clássico da MPB, seja Ataulfo Alves ou Cornélio Pires, seja Djavan ou Milton Nascimento, seja Paulinho da Viola ou Renato Teixeira. A crítica aplaude sem entender realmente o espírito da coisa, sem entender o pedantismo reinante entre esses ícones do brega-popularesco.

Mas Mauro Ferreira faz parte daquela turma de deslumbrados, como também o historiador Ricardo Cravo Alvim faz parte. De formação urbana fechada, não tem a menor idéia do que é realmente a música caipira autêntica. Esforçados à primeira vista, até conhecem a música caipira verdadeira (e já antiga), mas acham que o usurpador e deturpador breganejo iniciado por Chitãozinho & Xororó são continuidade da verdadeira música rural.

Inezita Barroso era urbana, mas passou férias na fazenda de um tio e se aprofundou nas pesquisas sobre música caipira autêntica. Mas esses jornalistas e intelectuais ouvem músicas "corretas" dos ídolos breganejos e pensam que isso é música caipira de verdade. Pouco sabem deles do horroroso repertório autoral desses ídolos.

O que dá a falsa impressão de sofisticação nessa ala pedante do brega-popularesco é que para "artistas" como Daniel, Alexandre Pires e Zezé Di Camargo etc, etc e etc, é que eles, como contratados das grandes gravadoras, contam com equipes técnicas que outrora trabalharam com os medalhões da MPB, que não estão mais no elenco dessas gravadoras. São arranjadores, produtores, artistas gráficos, engenheiros de som, músicos de estúdio, que são obrigados a fazer um aparato luxuoso para fazer os ídolos neo-bregas mais "palatáveis" a públicos mais abastados. Tudo embalado direitinho, num aparato luxuoso que, mesmo cuidadoso, soa muito falso. São interesses meramente comerciais que levam a esses recursos de pompa e tecnologia, nada que a história da MPB faça se lembrar com saudade daqui a 50 anos.

Esse aparato, no entanto, é a manobra certeira da indústria breganeja (como é no sambrega, por exemplo). É um aparato que lembra, por simulacro, os valores "tradicionais" da família brasileira, os clichês do sertanejo estereotipado, do sambista estereotipado. Supostamente, não há a "maldade" que funqueiros e pagodeiros da pesada exibem nas noitadas suburbanas, por isso é que um breganejo "família" e um sambrega "mais amigo" dão a falsa impressão de que "é coisa diferente". Tudo parecendo uma volta aos valores tradicionais ou um resgate às tradições culturais ameaçadas. Mas não é.

Todavia, se hoje até funqueiros da pesada, ou bregas mais explícitos como Waldick Soriano, são elogiados cegamente pela mídia, deixando nossa sofrida cultura encurralada num beco-sem-saída da cafonice dominante, também os sambregas como Alexandre Pires e Belo (defendidos por um Eugênio Raggi arrogante e irônico) e breganejos como Daniel e Leonardo (defendidos por um Olavo Bruno arrogante e irônico) recebem este apoio cego de gente infuenciada de uma forma ou de outra pela mídia gorda.

O que a indústria faz é apenas "amestrar" os neo-bregas num trabalho luxuoso e pomposo. Chega a ser ridículo haver pessoas que atacam a MPB autêntica por ela sofisticar demais os arranjos, quando os neo-bregas são elogiados por fazerem justamente a mesma coisa.

Se a MPB passou por uma fase comercial e pasteurizada no final dos anos 70 e começo dos anos 80, o que motiva críticas justas mas também ataques exagerados, no entanto é essa mesma "MPB pasteurizada", que causa nojo aos críticos mais cegos, que serve de fonte para a "sofisticação" neo-brega que esses mesmos críticos elogiam e defendem. O breganejo Daniel copiou da cantora Simone a idéia de usar a assinatura como logotipo.

Os neo-bregas não têm luz própria, precisam se apoiar em clássicos alheios para se autopromoverem. Qual é o "clássico" do cantor Daniel? Nenhum. "Estoy (sic) apaixonado", cantará algum desavisado. Mas isso é de uma inexpressiva dupla estrangeira jogada numa trilha de novela da Globo. João Paulo & Daniel é que gravaram uma versão.

E olha que os grandes nomes da MPB autêntica são figuras humanas verdadeiras, são artistas autênticos, enquanto os neo-bregas (que querem se equiparar aos primeiros, mas não podem) precisam de muita tecnologia, muito marketing e muita pompa para fazerem algo próximo ao de um simulacro de MPB. Simulacro que anda iludindo uns e provocando a cegueira de outros, estes os que espinafram este blog.

Passados os anos, ninguém vai se lembrar do que "artistas" como Daniel, Leonardo, Belo e Alexandre Pires gravaram em suas carreiras.

DIA DA PÁTRIA


Brasil, tão sofrido Brasil, cantado por Ari Barroso, Renato Russo, Cazuza, Clemente (Inocentes) e outros, abatido pela corrupção do Congresso Nacional, pelo reacionarismo dos mercadores da "cultura brega", pela prepotência dos grandes veículos de rádio, jornal, revista e TV, pela desordem de valores.

Brasil, você não é Pasárgada. Não sou amigo do "rei". E, na vida amorosa, só posso ter a mulher que eu não quero na cama que me escolherem. Vida de faquir.

Tenho que perder o "preconceito" de tudo, desde que mantenha o preconceito contra o meu prazer. O que eu quero e necessito pouco importa. Não posso crescer como um ser humano. Só posso ter curtições fúteis, vícios, vulgaridades.

A impunidade é tão grande que certos impunes já são adorados. O que dizer dos machistas que exterminam suas namoradas e esposas e passam a rasteira nos homens de bem na hora de conquistar novas namoradas? O que dizer daquele político corrupto que se travestiu de radiojornalista e é considerado "honesto" até por quem diz odiar os corruptos? E dos jovens pseudo-esquerdistas, direitistas nos neurônios, que pregam o fechamento do Congresso Nacional para "limpar o país" mas, em cada eleição, sempre recomendam a "galera" para votar nos mesmos corruptos que usurpam o poder na nação?

A ditadura militar quis salvar-lhe, Brasil. Mas lhe fez ficar cansado. Envelhecido em anos, apesar da idade jovem de pouco mais de 500 anos, você, Brasil, voltou a ter aquele fedor mofado de República Velha, apenas modificado por aparatos cibernéticos. Fizeram de você uma República Velha mais pop, com a mesma política de café-com-leite agora empurrando funqueiros, duplas breganejas, axezeiros e outros fisiológicos musicais, apoiados claramente pelos fisiológicos da mídia e da política.

Queria morar noutro país, Brasil. Não, não, não me decepcionei com você. Você é legal, tem uma bela paisagem, um belo clima, que já se altera graças aos latifundiários que massacram suas florestas.

Eles, os latifundiários, se acham donos de tudo, com direito de destruir aquilo que têm. Destroem a floresta amazônica, acabam com a fauna e a flora, exterminam seringueiros acreanos, missionárias estrangeiras, e querem destruir até a Música Popular Brasileira, mandando seus pupilos espinafrarem blogs como o meu, na maior arrogância.

Por isso estou triste. Saber que, se fosse mais idiota, conformista e aceitasse qualquer porcaria que está na moda, estaria feliz. Mas, se os reacionários de plantão me apoiariam neste caso, as demais pessoas me desprezariam.

Será que estar com os "mais fortes" é bom? Ir para o trio elétrico, ou para uma vaquejada ou "baile funk", me casar com a ex-dançarina de "funk" ou pagode só para ter os glúteos dela no meu colo, será que isso é a fórmula da felicidade? Eu, com a máxima segurança, sei que não.

Prefiro lutar pelos injustiçados. Os reacionários continuarão a não gostar. Vão me botar adjetivos que não tenho: "invejoso", "preconceituoso", "perturbado", "bitolado", "ressentido" e outros mais.

Prefiro lutar por você, Brasil, que eu sei bem que não foi o vitorioso do jogo do último sábado. Você, Brasil, não é o país dos ricos corrompidos, do espetáculo alienante do futebol, da música idiotizada e caricata. Você, Brasil, é um país rico e mal-compreendido. Preso na camisa-de-força da cafonice, da alienação, do conformismo. Os fantasmas da ditadura militar ainda rondam seu território, seduzem jovens que nasceram até depois do fim do AI-5, que passam a defender "novos AI-5" para permitir a libertinagem deles em detrimento da liberdade nossa.

Por isso, Brasil, você sofre, sente dor, padece. Sua dor não está na mídia, não está na voz dos privilegiados, não ecoa entre os "líderes de opinião", nem nas elites e oligarquias que lhe controlam e lhe tomam suas riquezas. Sua dor, no entanto, é um grito que a mídia grande não pode sufocar. E que os reacionários de plantão não podem abafar.

Brasil, você já mostrou sua cara e sua dor. Você já nos disse que país é você. Já optou pelo povo nas ruas. Mas, infelizmente, ainda querem lhe fazer uma caricatura.

Brasil, você é grande. Reaja contra aqueles que pensam pequeno mas querem dominá-lo.

Estou com você, Brasil.

REGIANE ALVES VAI SE CASAR


Mais uma atriz lindíssima e classuda vai se casar. Será em outubro, de acordo com informação do portal Ego.

Quem será a próxima, afinal?

Enquanto isso, uma certa ex-dançarina de pagode, descontente por não ter conseguido se passar por "atriz 'cult'", agora se passa por "dançarina de 'zouk'", como se seu ex-grupo, um horripilante embuste de bunda music, como se quisesse justificar sua falsa imagem de "encalhada". Este mês faz dois anos que ela não assume romance algum, desde que jogou fora o noivado com um engenheiro-empresário que iria mudar a vida dela.

É bom deixar claro que essa ex-dançarina foi namoradeira durante a adolescência e afirmou, numa revista de circulação nacional, que seu maior sonho é casar e ter filhos. Ela tem 31 anos, já ficou pra titia, e cismou que vai ficar esperando algum "cara legal" - talvez um loser? - para se casar com ela. O que ex-dançarinas de pagode e "funk" têm na cabeça para agora aceitarem losers para namorar?

Nesse universo "sem preconceitos" do popularesco, nós, nerds, intelectuais e diferenciados, estamos com medo, porque o que tem de musa ou fã de popularesco assediando rapazes feito nós no Orkut e nas ruas das cidades, é de meter medo. Em Salvador, se tivesse que fazer reportagem sobre o Salvador Fest, eu corria o risco de ser estuprado pelas fãs do Psirico e Fantasmão, que nunca viram homem na vida. E eu acho esses grupos um horror!!

Acho que terei que aprender alemão e francês, além de trabalhar melhor o inglês e espanhol, se eu quiser ter uma namorada que preste. A não ser que ocorra um milagre nesse país vestido com a camisa-de-força da "cultura brega".