segunda-feira, 31 de agosto de 2009

A BONEQUINHA DE PANO VIROU BONEQUINHA DE LUXO





Uma das jovens atrizes surpreende pelo seu talento e por sua deslumbrante beleza. É a Isabelle Drummond, de apenas 15 anos, que faz a Bianca na novela Caras e Bocas, da Rede Globo.

Mas ela começou a ser famosa nove anos atrás, quando fez a Emília numa versão recente do seriado O Sítio do Picapau Amarelo, baseado na obra de Monteiro Lobato.

A jovem atriz tem bastante futuro, e já demonstra que em breve se tornará uma mulher classuda, já que ela tem uma beleza sofisticada, de traços graciosos e fascinantes.

Certamente ela já é uma excelente aluna do padrão de charme feminino consagrado pela atriz Audrey Hepburn, de Bonequinha de Luxo (Breakfast at Tiffany's). A quarta foto, mais recente, não deixa a menor dúvida disso.

De longe Isabelle Drummond é uma das mais belas e encantadoras de sua geração.

SE NANA GOUVEIA FOSSE MENOS VULGAR...


Se alguém vir a Nana Gouveia usando o mesmo figurino que a Elsa Pataky na foto ao lado, por favor, fotografe e mande publicar na Internet. Não vale montagem de Adobe Photoshop nem de Corel Photo Paint ou similares, até porque não se sabe que reação se terá vendo Nana Gouveia com uma comportada camisa abotoada dentro de uma calça justa com cinto e usando sandálias, um traje que equilibra sensualidade e elegância, mas que não é muito em moda no Brasil, mesmo em estações mais frias.

Se alguém vir a Nana Gouveia lendo algum livro de Teoria da Comunicação, favor fotografar e mostrar o livro que ela estaria lendo. Não vale montagem de Photoshop etc.

Se alguém vir a Nana Gouveia indo a um evento de MPB mais alternativa ou então de rock underground, jazz ou blues, fotografem e publiquem no You Tube, G1, Folha On Line etc. Nada de montagens fake etc.

Sem ironia, se Nana Gouveia tomar estes três procedimentos, aí reconhecerei nela uma mulher esforçada.

A BAIX(ÍSSIM)A CREDIBILIDADE DAS RÁDIOS FM


O jovem cantor de ópera Jean Willian, cuja carreira tem o apoio do conceituado maestro João Carlos Martins

Numa reportagem do Jornal da Band, sobre o cantor de ópera Jean Willian, que nasceu numa família pobre do interior paulista e irá estudar música clássica nos EUA, disse na entrevista que para cultura, no Brasil, custa caro. Ele comentou que, para se ter cultura, tem que comprar livros e CDs, porque quem quer estudar música não pode depender das rádios, porque a música a ser estudada não é o padrão do que as rádios tocam.

Não curto música clássica, mas respeito completamente o seu valor inegável. E não deixo de dar razão a Jean Willian, e olha que ele é de origem pobre, classe mais exposta ao lixo radioativo do brega-popularesco. É mais uma prova de que o rádio brasileiro, sobretudo FM, está em credibilidade caindo feito pedra atirada do alto de um arranha-céu, em queda acelerada, descontrolável, certa.

Na comunidade Rádio do Rio de Janeiro do Orkut, existe até um tópico em que até mesmo o seriado Malhação espinafra o rádio FM. A minissérie Som & Fúria também fez gozação com o rádio e mesmo o seriado A Diarista fez um protesto implícito num episódio veiculado pouco depois da saída da Globo FM do dial carioca, entrando no lugar a CBN.

A declaração de Jean Willian deveria deixar amarelos de medo os "ezecutivos" do Grupo Bandeirantes, na medida em que a bronca se dirige diretamente as rádios Band FM e Nativa FM. Da mesma forma que as gozações nos programas da Rede Globo deveriam fazer arrepiar de medo os "xefões" de rádios como a carioca Beat 98 e a mineira 102 FM, entre outras.

Não adianta estagiário de rádio FM, assistente de assessor de ídolo popularesco ou produtor iniciante de TV aberta de fantasiar de fã e espinafrar este blog, ocultando a função profissional porque pessoas assim não nos enganam. Fã fica em casa para curtir seu ídolo, e não para atacar quem não gosta dele. E isso não vai elevar a reputação desses ídolos. Pelo contrário, só vai criar problemas. Da mesma forma que botar gente sorridente nas imagens relacionadas às Nativa FM, Beat 98 e quejandos também não vai elevar a reputação do rádio FM, que anda muito decadente, feito doente em estado terminal, mesmo.

Belchior foi encontrado e está compondo muito


No programa Fantástico de ontem, o cantor cearense Belchior foi finalmente encontrado. Ele está no Uruguai a trabalho, compondo muitas novas músicas, traduzindo seus sucessos para o espanhol para lançar um livro cancioneiro bilíngue. Ele achou estranhas as reportagens sobre seu sumiço, mas não falou das possíveis dívidas pessoais que, segundo seus amigos, teriam motivado o suposto desaparecimento.

Mas o episódio, infelizmente, acaba soando uma campanha da mídia gorda contra a MPB autêntica, que, essa sim, está praticamente desaparecida das rádios. Com o fantasma do jabaculê começando a assombrar as rádios de MPB autêntica - a Nova Brasil FM já chegou a tocar a "Mulher Gigante" e a MPB FM atacou de Odair José - , o medo do pessoal ouvir de repente Alexandre Pires e Zezé Di Camargo & Luciano nas rádios de MPB é enorme.

Vejam só como é a imagem que a mídia gorda e até a gordinha exploram dos artistas de MPB. Imagens falsas, que a mídia cria para avacalhar a MPB autêntica, sob o apoio de filhotes do AI-5 da estirpe de um Olavo Bruno.

Vejam os exemplos tristes da campanha da mídia grande. O Chico Buarque é tido como um galanteador atrapalhado que sai com moças casadas. O Caetano Veloso é um falastrão metido a dar opinião sobre tudo. A Marisa Monte é tida como "reclusa negligente". Maria Rita, como uma "filhinha da mamãe" querendo se autopromover na mídia. Milton Nascimento, um "poeta ingênuo". E agora, o Belchior, como um "covarde desaparecido".

Em contrapartida, a mesma mídia gorda / gordinha exploram uma falsa imagem de "normais" aos ídolos popularescos. Mas isso soa uma farsa, vendo que Zezé Di Camargo & Luciano, "Mulher Gigante", Chitãozinho & Xororó, Latino, Daniel, Alexandre Pires, DJ Marlboro, Banda Calypso e outros, falam muita bobagem nas entrevistas. Todos eles patrocinados por latifundiários, empresários de supermercados e lojas de eletrodomésticos e por executivos da grande mídia, e jogados para fazer uma espécie de "MPB fake que só serve para lotar vaquejadas, micaretas, "bailes funk" e outros antros da cafonice dominante no país.

Será que ninguém vê, por exemplo, que Waldick Soriano nada teve de esquerdista, vanguardista nem sofisticado? Se lessem as entrevistas sobre ele, veriam que o cantor brega era extremamente conservador, uma UDN ambulante. E se vissem o lado oculto da trajetória dele, veriam que, se não fossem as oligarquias de Caetité (BA), Waldick nunca teria se tornado um astro nacional, e as rádios que mais apoiaram ele foram justamente as rádios que apoiavam a ditadura militar.

Por isso mesmo é que a MPB autêntica, por mais que pareça excêntrica aos olhos da grande mídia, é que representa o Brasil verdadeiro, autêntico. Seus artistas são serem humanos, e não pretensos "bons moços" que lotam vaquejadas, micaretas e "bailes funk".