quarta-feira, 19 de agosto de 2009

VIVIANE PASMANTER


Numa época em que jovens atrizes engatam um namoro após outro, atrizes e jornalistas mais adultas permanecem casadas e musas popularescas têm medo até de arrumar namorado, uma atriz classuda e belíssima se destaca entre as solteiras do momento.

Trata-se de Viviane Pasmanter, charmosa, graciosa e encantadora, com uma voz doce de menina e um vestuário discreto e simples. Ela já foi casada com um empresário, tem dois filhos desta relação, mas hoje ela está sozinha, entre o cuidado com os filhos e sua profissão de atriz.

É um exemplo do que deve ser a solteira brasileira: viver, viver com prazer, mas em busca de crescimento humano, busca de conhecimento, de aperfeiçoamento pessoal. Viver com alegria, com prazer, com espírito de aprendizado, que é a verdadeira sabedoria.

RECADO AOS REACIONÁRIOS


Me chamam de "preconceituoso" quando falo mal de certas coisas. Gente reacionária que simula discurso "militante-cabeça" para defender coisas nada militantes e sem pé nem cabeça. Gente que simula frases melífluas que parecem "humanitárias", mas nada tem de humanitária. Gente que só quer questionar quem questiona os erros do mundo. Só se revolta com aqueles que se revoltam com os absurdos da atualidade.

Não posso falar o que penso, não posso ouvir senão os valores da mídia gorda/gordinha, não posso defender valores mais edificantes do que esses que estão por aí. Tenho que dançar conforme a música mais popularesca, porque senão os filhotes do AI-5 - o "AÊ-5" (Ato Excremencial Número Cinco) - vão me chamar de "preconceituoso", "hipócrita", "viado", coisas que eu realmente não sou.

Se fosse pela vontade deles, eu teria mais é que liderar uma caravana pedindo o Nobel da Paz ao renomado intelectual José Sarney, que é generoso com sua família, dando emprego a seus parentes no Senado. Teria que me casar com uma dançarina de pagode ou com uma "funkeira", chamar os breganejos de "deuses" para cima, e se estiver aborrecido, é só encher a cara de cerveja e fumar um "baseado". Coisas que eu, pessoalmente, não faço e nem quero fazer.

Segundo esses reacionários, eu teria que acreditar que o futebol vai mudar o mundo e substituir a Educação, que a axé-music é uma música maravilhosa e o breganejo idem, que o "funk carioca" é só poesia e beleza. Então, para completar, só falta defender o Nobel da Paz para o nosso "humilde" Ribamar.

Se esses reacionários estiverem em algum movimento "Fora Sarney", estarão cometendo uma grande mentira. Foi Sarney que ajudou a fazer prevalecer tudo aquilo que esses caras acreditam e defendem.

MAIS UM REACIONÁRIO


Texto de mau gosto e extremamente preconceituoso. Não parece vir de alguém educado que pareça apreciar a "boa música". (Flávio Oliveira)

Texto de mau gosto é este de um fã de axé-music mais preocupado em atacar quem não gosta desse estilo. Gente de baixa auto-estima, que deveria ficar quieta no seu lugar levantando os bracinhos e cantando ao som daquilo que ele gosta.

É sempre a mesma desculpa dos fanáticos da axé-music. Segundo tais pessoas, temos que ser politicamente corretos e aplaudirmos até o "pum" que algum pagodeiro baiano lançar O General Emílio Garrastazu Médici estaria orgulhoso.

Afinal, a democracia parece não ser nossa, mas da turma autoritária e reacionária que fez esse país dotado de senadores maranhenses, DJs e MCs de "funk carioca", ídolos breganejos e de sambrega, cantores de axé-music, tecnocratas, executivos da mídia, chefões da ANJ, diretores do FMI.

É o mesmo papo de "liberdade", "cidadania", "boa música", "democracia", que as elites autoritárias e prepotentes usam para se manterem no poder.

Porque o espaço que essas pessoas querem não é o deles, mas o NOSSO.

A MPB autêntica perde espaços, tornou-se proibido pensar (a não ser dentro do padrão tolerado pela grande mídia), questionar virou um ato anti-social, a cultura autêntica está ameaçada de desaparecer, e a gente tem que ficar feliz com cantores de axé-music ocupando terrenos que não o deles, criando um pequeno "império romano" a transformar o país numa grande micareta.

Preconceituoso é esse Flávio Oliveira, que mal sabe de metade da história real da axé-music, um ritmo que nasceu dentro do projeto populista de Antônio Carlos Magalhães. Preconceituoso é ele, sim, porque não entende as razões das quais reprovo a axé-music e a enquadro dentro da Música de Cabresto Brasileira.

Se ele quer viver no mundo da fantasia da axé-music, símbolo da ideologia do espetáculo de que nos alerta, sabiamente, José Arbex Jr., tudo bem, que viva. Que compre seus abadás e vá para tudo que for micareta e até na matriz das micaretas, o Carnaval baiano.

Só não venham os defensores da axé-music nos cobrar elogios a seus ídolos, como se houvesse uma "unanimidade" em torno da axé-music.

Pois a axé-music não é unânime, está longe de ser a melhor música do mundo, e as críticas que eu faço se baseiam justamente nos micos e na música superficial que esses ídolos da axé-music fazem.

BAND NEWS FM E O BAIRRISMO PAULISTA


Ontem, no programa de Ricardo Boechat na rede Band News FM - Band News Fluminense FM incluída - , depois de um telefonema maçante de um cara falando sobre futebol (acho que é um ouvinte), que ainda despejou no ar um antipático "você vai ver", o programa terminou com um tributo à cidade de São Paulo, creio que numa série dedicada às cidades brasileiras.

Não podemos dizer que é uma crônica, mas um tributo locucionado, onde até se tocava música (a-han!!!), a "São Paulo, São Paulo", do Premeditando o Breque (atual Premê), música aliás que a antiga Fluminense FM já tocou na íntegra. É uma paródia à "New York, New York", sucesso na voz de Frank Sinatra.

Só que, em cima da música, teve a voz de uma locutora que fazia exaltações bairristas à capital paulista (nada contra a cidade de São Paulo, até gosto muito da cidade, mas a declamação da locutora mostrava um entusiasmo de alguém que acha que só a capital paulista pode ser a "melhor cidade do país"), numa atitude mais próxima do showrnalismo do que no jornalismo cidadão e prestador de serviço.

Como se não bastasse o pachorrento telefonema falando sobre futebol, um tema que não deveria estar no cardápio do rádio FM mundial, mas está, em nome do jabaculê dos dirigentes esportivos, que dão gorjeta (lavagem de dinheiro?) a toda FM que se encane em passar futebol de alguma forma. E futebol é prato predileto do showrnalismo.

AS QUATRO ESTAÇÕES - LEGIÃO URBANA


O grupo Legião Urbana, a princípio, não causou o impacto positivo com o quarto LP da banda,As Quatro Estações, lançado em agosto de 1989.

Eu estava acostumado com aquelas músicas punk do grupo, e de repente a Legião lança um disco mais melancólico, com frases como "vocês culpam seus pais por tudo, isso é absurdo" e "disciplina é liberdade", coisas estranhas para ouvidos adolescentes. Com a ressalva de que sempre adorei meus pais, só via a frase estranha no contexto da Legião. Estava com 18 anos, então.

Mas, pensando bem, o disco é um grandioso divisor de águas e é um álbum excelente. Passado o impacto do final de adolescência, pude valorizar o disco como uma obra-prima. Renato Russo estava aborrecido com um turbulento concerto da sua banda, em Brasília, em 1988, bruscamente interrompido e cuja violência de policiais e alguns jovens causou vários feridos.

É uma grande prova de que a Legião Urbana tem, no rock brasileiro, uma importância comparável aos Beatles. E As Quatro Estações é o Sergeant Pepper's da Legião Urbana. Assim como o quarteto de Liverpool preparou seus fãs para Sgt. Pepper's com algumas canções de Rubber Soul e Revolver, como "Eleanor Rigby", "Yesterday" e "Tomorrow Never Knows", o grupo brasiliense preparou os fãs para As Quatro Estações com "Andrea Dórea", "Angra dos Reis" e "Tempo Perdido". A primeira fase da Legião Urbana se encerrou em 1988, assim com a dos Beatles foi em 1966. Um ano depois de cada efeméride, veio a segunda fase, que foi até o fim.

As Quatro Estações, portanto, mostra a Legião Urbana mergulhada no lirismo, na musicalidade e na melancolia, e, ainda que distanciado da ótima fase influenciada pelo Aborto Elétrico, deu início a outra ótima fase, num outro contexto que permitiu à banda de Renato Russo ser reconhecida até pelo universo da MPB.

Com este disco, a Legião Urbana não deixou de ser politizada, mas foi mais longe na sua temática poética, na personalidade, nem sempre bem compreendida, de Renato Russo e nas boas melodias e arranjos. E a Legião se afirmou como um dos grandes grupos do rock brasileiro, cuja força musical continuará viva, influindo novas gerações, mesmo bem depois da morte de seu vocalista, em 1996.

BARRETOS 2009 - AS FÃS DE "SERTANEJO" SE DARÃO BEM NO AMOR


Uma boa hora para as solteiras deixarem de procurar nerds no Orkut e encontrar os homens dos seus sonhos é na festa de peão boiadeiro de Barretos (SP), edição 2009.

Não vale elas voltarem para casa sem fazer contato com algum pretendente.

Em vez delas se limitarem a comer bolos, cuscuz, canjica etc, elas poderiam aderir às paqueras dos maiores vaqueiros do interior paulista, muitos com pinta de galã de novela.

Barretos 2009 é tiro e queda para as fãs de "música sertaneja" encontrar maridos. Que elas larguem o Orkut e encarem as verdadeiras oportunidades.

Nerds feito eu não servem para elas.

MULHER GIGANTE ESTÁ INDO LONGE DEMAIS


A megalomania da Mulher Gigante (daí a alcunha dada aqui a ela) não tem limites.

Ela se apropria de qualquer tendência musical, como se fosse "dona" da música brasileira. Aliás é o maior cacoete da axé-music, o de bancar o "dono" da música brasileira, barrando o mercado para outros movimentos musicais em Salvador, mas entrando em outros mercados (como Florianópolis e Belo Horizonte) sem pedir licença.

Ela é algo que uma versão piorada de Caetano Veloso, neste sentido. Caetano, pelo menos, tem inteligência e conhecimento cultural, em que pese uma eventual queda pelo brega-popularesco. Mas a cantora baiana, no entanto, não esconde seu pedantismo, forçando a barra duetando com banda de Rock Brasil, gravando Clube da Esquina ou aparecendo ao lado de tenor italiano. Ela quer se apropriar, gratuitamente, de qualquer coisa, que é bom até o João Gordo tomar cuidado, porque a Mulher Gigante, ou então sua clone Garota Gigantinha, podem aparecer para gravar música dos Ratos do Porão num tributo oportunista e falso.

Vemos na primeira foto a Mulher Gigante fazendo cara de que se lambuzou demais de doce, neste caso o doce do espetáculo, da fama incessante, como se fosse uma ex-BBB prestes a dominar o mundo. Na segunda foto, ela, na sua gravidez, poderia muito bem se guardar em casa, dar um tempo à superexposição e esperar, sossegada no seu descanso, o nascimento e os primeiros quatro meses de vida do filho (é o que determina a lei, quanto à licença-maternidade). Mas, pela obsessão da visibilidade, a Mulher Gigante fez até uma aparição exibicionista ao lado de um sambista carioca, num evento promovido por uma emissora de TV paga.

Não vou aqui dizer as gafes da cantora, que é tida como "Rainha da MPB" enquanto esse título seria muito mais digno se dado à Marisa Monte e Maria Rita Mariano. Mas é fato que a cantora baiana, além de ser, em talento, superada de longe por Marisa e Maria Rita, é também ultrapassada por cantoras brilhantes como Roberta Sá (que nunca foi "cria" do reality show Fama, da Rede Globo, até porque já tinha uma carreira antes do programa), Ana Cañas, Tiê e outras que não fazem ecletismo gratuito e nem integram o brega-popularesco.

Sei que os reacionários não gostam desse meu comentário, e que fariam tudo para defender sua "rainha". Mas é bom segurarem a irritação e evitarem ler este meu blog. Se gostam tanto da Mulher Gigante e da Garota Gigantinha, fiquem ouvindo os discos delas, vão aos shows delas, colecionem suas fotos. Se preocuparem com quem não gosta delas é perda de tempo. Assim como é inútil esperar que essas duas cantoras de axé-music tenham algum lugar nobre na Música Popular Brasileira.

A MPB autêntica não vai perder tempo com mediocridades deste tipo.

IMPRENSA PATRONAL: ANJ COMEMORA 30 ANOS


A Associação Nacional de Jornais comemora 30 anos de criação. Ontem houve uma cerimônia envolvendo os grandes executivos da mídia, e discursos foram feitos em nome da "liberdade de expressão", palavra linda mas vazia de sentido verdadeiro, porém tão utilizada pelos barões da imprensa conservadora.

Pois foi a ANJ que propôs a dispensa da exigência do diploma para interessados em se tornar jornalistas. Uma lorota que anda iludindo muita gente boa, que acredita que o fim do diploma aumentará as vozes de defesa da cidadania. Grande mentira.

Em primeiro lugar, devemos desfazer vários mitos:

1) LIBERDADE DE EXPRESSÃO, PENSAMENTO, INFORMAÇÃO E IMPRENSA - Esses quatro elementos, tão usados como sinônimos, são coisas totalmente diferentes, embora se integrem ocasionalmente. Liberdade de expressão é a liberdade de fazer ou dizer alguma coisa e mostrar para outras pessoas. Liberdade de pensamento é a liberdade de desenvolver e expressar o pensamento. Liberdade de informação é a liberdade de transmitir dados e conhecimentos. Liberdade de imprensa é a liberdade de veículos que trabalham com jornalismo funcionem numa dada sociedade. Só que os sonhadores deslumbrados da mídia gordinha (já que a mídia gorda é vista por estas pessoas como se fosse uma "bruxa má") confundem tudo e, daí para confundir o direito de qualquer cidadão de pensar e expressar seu pensamento com o direito de alguns profissionais de imprensa mais destacados em expressar seu pensamento, é um pulo.

2) JORNALISMO NÃO É O PROFISSIONAL DA CIDADANIA - Jornalista é aquele que transmite informações, independente de sua missão em ajudar ou depreciar a humanidade. Essa profissão tem caráter neutro, e não é o jornalismo que é "cidadão", mas alguns profissionais de imprensa, identificados com os problemas sociais, que se comprometem em defender as causas sociais, dentro de sua missão profissional. Tomem muito cuidado, no entanto, com as armadilhas do discurso. Há somente poucos jornalistas que se comprometem, de fato, com a cidadania, mas os outros, sem qualquer compromisso com a cidadania, pegam carona no prestígio dos primeiros.

3) DISPENSA DO DIPLOMA É UMA AFRONTA À EDUCAÇÃO - Enquanto as pessoas cretinamente deslumbradas acreditam que a dispensa do diploma tornará o jornalismo mais "cidadão", elas mal conseguem ver que o ato aprovado pelo Supremo Tribunal Federal em favor da ANJ é um ataque à Educação brasileira, desmoralizando todo um processo árduo de criação e desenvolvimento das faculdades de Comunicação. O diploma é desvalorizado e tido como "lixo burocrático", desprezando o verdadeiro significado do diploma de jornalismo, que é de comprovar uma formação acadêmica onde se aprendem procedimentos responsáveis na profissão jornalística, como saber falar e escrever, saber a história da Comunicação, os tipos de redação de textos existentes, os erros éticos, gramaticais etc que devem ser evitados, e por aí vai. Cursar uma faculdade de Comunicação ou Jornalismo não deve ser vista como perda de tempo ou elitismo. Para tornar o jornalismo mais democrático, o ideal seria democratizar também o ensino superior de jornalismo.

4) DISPENSA DO DIPLOMA SÓ EMBURRECERÁ A IMPRENSA - Dispensar a exigência do diploma jornalístico para profissionais de imprensa não trará mais vozes para os meios de comunicação e nem transformará a imprensa num meio plural e cidadão. Só fará o jornalismo se tornar mais burro, mais tendencioso, mesmo aparentemente "na melhor das intenções". Vai ter mais gente que não sabe a diferença entre crônica e resenha, que escreverá textos em português errado, que cometerá até mesmo equívocos éticos. E mesmo que o rigor das empresas de comunicação crie um padrão "profissionalmente correto" para ser seguido, ele não será mais do que mera "linha de montagem" que irá domesticar o mau jornalista, o que não o fará um excelente profissional, mas uma marionete que apenas fará um trabalho "razoável", que garanta o sucesso do veículo de imprensa no qual faz parte e que não represente riscos à estabilidade empresarial deste mesmo veículo. O que não é tarefa muito fácil, aliás.

Por isso mesmo, para aqueles que acham que jornalismo sem diploma é mais "cidadão", vamos ver se esse pessoal continuará pensando assim daqui a cinco ou dez anos.

SHOWRNALISMO COLOQUIAL



Showrnalismo, do contrário que os "líderes de opinião" acreditam, não é somente mostrar escândalos, cadáveres e grosserias.

Showrnalismo é também subordinar a informação ao coloquialismo excessivo e viciado.

Vejam as notícias colhidas de dois órgãos de imprensa, que cometem o equívoco de investir na gíria "balada", sobre os treinos da Seleção Brasileira de Futebol.

Manchete do jornal EXTRA, de 18 de agosto de 2009:

"CBF VAI BARRAR CONVOCAÇÃO DE BALADEIROS PARA A SELEÇÃO".

Notícia da página de esportes do jornal O FLUMINENSE, do mesmo dia 18.03.2009:

"BALADEIROS NÃO TERÃO VEZ"

Pior disso tudo é que a expressão coloquial "baladeiros" - derivativo da citada gíria "balada", invenção da mídia grande - foi usada por ambos os jornais sem aspas, forçando a barra no coloquialismo burro e viciado. As notas deveriam ser escritas da seguinte forma, segundo as normas (esquecidas) do (outrora) bom jornalismo, substituindo "baladeiros" por "farristas":

"CBF VAI BARRAR CONVOCAÇÃO DE FARRISTAS PARA A SELEÇÃO"

"FARRISTAS NÃO TERÃO VEZ".

Deve-se levar em conta que "farrista" é uma expressão coloquial, mas não é gíria, podendo ser usada sem qualquer problema pela imprensa. Lembremos que, antes da finalidade de vender mais jornal, a imprensa escrita deveria antes manter o bom senso, o bom idioma e não investir num coloquialismo à toa, sobretudo com gírias que não têm a menor serventia social, não surgiram nas ruas, não fazem parte do povo nem de qualquer "tribo" juvenil, mas tão somente é uma invenção de executivos da mídia e do entretenimento. Pois "balada" é uma gíria criada por esses executivos.