terça-feira, 4 de agosto de 2009

JENNIFER HOT LOVE HEWITT




Não deu para resistir. Seis fotos da estonteante Jennifer-Love Hewitt de biquíni, sapatos de salto alto e jogando tênis.

Isso é uma prova de como a sensualidade da mulher classuda flui naturalmente. Nada de traseiros empinando, mãos nos joelhos, rebolados grotescos. Jennifer Love-Hewitt - que, para notarmos o nível de sua beleza, interpretou Audrey Hepburn num especial para TV e ainda se vestiu como a atriz belga quando comemorou 30 anos de idade - esbanjou sensualidade sem pretensões, sem talvez qualquer propósito.

Jennifer Love Hewitt: sua beleza natural, seu corpo maravilhoso, seu rosto lindíssimo, tudo flui espontaneamente, com graça, encanto e sedução.

MICHELETTI

MICHELETTI É ABOMINÁVEL:


Roberto Micheletti, golpista que se tornou presidente de Honduras.

MICHELETTI É ADORÁVEL:


Luísa Micheletti, a linda, deliciosa e super-gracinha apresentadora da MTV.

FERNANDO COLLOR DEFENDE JOSÉ SARNEY



O queridinho da revista Isto É, o senador Fernando Collor de Mello, já fez um discurso raivoso em defesa da permanência de José Sarney na presidência do Senado e do Congresso Federal.

Tudo pelo fisiologismo.

Mas o nosso "líder de opinião" está estremecido, porque ele havia esquecido da trajetória de Fernando Collor, e nos últimos anos passou a gostar do suposto "caçador de marajás" porque ele modernizou o país e passou a apoiar Lula. Mas também nos últimos dias o "líder de opinião" passou a odiar Sarney pelo simples fato de que o político maranhense dublê de escritor e dublê de amapense é odiado por toda a mídia, da Veja à Caros Amigos. E, sabemos que o "líder de opinião", tão tido como "senhor da boa informação", não passa de peixe-piloto da mídia gorda/gordinha...

BAIXADA-BARRA MOSTRA CARÁTER POLITIQUEIRO DO "POOL"



A operação Baixada-Barra, de linhas de ônibus que ligam a Barra da Tijuca aos municípios da Baixada Fluminense (exceto Itaguaí, que há mais tempo tem linha para o bairro carioca), por ser operada quase toda em sistema de "pool", apresenta indícios de projeto politiqueiro. Cerimônias pomposas, licitações duvidosas, com a participação do governo carioca do PMDB, partido marcado pelo fisiologismo político. Aliás, o sistema de "pool" dos ônibus é a versão busóloga do fisiologismo político.

O sistema de "pool", caraterizado pela operação por mais de uma empresa de uma linha de ônibus, é tecnicamente inviável e é uma medida que só é admissível em caráter emergencial e provisório, feito em caso de falência de empresa de ônibus. Não seria admissível, todavia, adotar o "pool" como medida permanente, mesmo com desculpas apresentadas em discursos habilidosamente "bonitos", como "botar mais ônibus nas ruas" ou "diminuir custos de operação".

Esses discursos geralmente são difundidos na Internet por funcionários ou parentes de empresários de ônibus, que omitem essas condições para assim, se passando por busólogos comuns, convencerem qualquer pessoa a apoiar o sistema de "pool" que interessa tão somente aos interesses empresariais diversos, desde o faturamento alto com um serviço pela metade, seja para atuar em regiões de bairros de interesse político estratégico, uma vez que os empresários de ônibus estão entre os que financiam campanhas políticas.


"POOL" EM SALVADOR TEM CLAROS INTERESSES POLÍTICOS

Na caótica cidade do Salvador (Bahia), onde as oligarquias determinam suas leis e seus princípios e o povo que se dane ou que obedeça quietinho a qualquer paliativo pseudo-revolucionário que lhe for imposto, o sistema de "pool" não passa de uma grande armação dos empresários de ônibus - reunidos no sindicato patronal SETPS (da pronúncia risível "Setépis") - para aumentar seus faturamentos com um inchaço no número de linhas, que permite solicitar empréstimos faraônicos dos bancos federais, fenômeno parecido com o da dupla transmissão AM/FM no rádio.

Afinal, o transporte de ônibus de Salvador é um dos piores do país. Para não dizer o pior. A distribuição de áreas de bairros por empresas é a mais bagunçada, a empresa pega o bairro que quer (ou não quer, se a decisão cabe a uma outra empresa politicamente mais favorecida), pouco importa onde fica o bairro a ser servido. Alguém imaginaria, no Rio de Janeiro, a Auto Viação Bangu servindo a linha 571 Glória / Leblon? Não. Mas tem empresa sediada em Cajazeiras (algo como a extrema Zona Norte da capital baiana) servindo linha de Itapuã (que, geograficamente, é como se fosse o Recreio dos Bandeirantes da capital baiana).

O "pool" então foi uma armação feita por grupos políticos desde o final dos anos 80, quando Mário Kertèsz, Fernando José e Antônio Carlos Magalhães estavam assim, assim tão aliados, e todos juntos com Fernando Collor. A coisa depois começou a ruir, com linhas de ônibus em "pool" se desmanchando, ao virarem cada uma linha de uma empresa só (que é o ideal).

Mas com o circo carlista (de Antônio Carlos Magalhães) da segunda metade dos anos 90 e o carnaval fisiológico de João Henrique Carneiro, o "pool" - com sua versão para terminais de ônibus chamada "frota reguladora", que na prática se comporta como um sistema de ônibus pirata feito por empresas "legalizadas" - voltou com seus longos contratos de operação.

CONCLUSÃO

O sistema de "pool" em nenhum momento traz benefícios reais para os passageiros. Tem mais desvantagens do que vantagens. Muitas das linhas envolvidas apresentam até irregularidades piores, como os comboios das empresas envolvidas que põem carros em excesso num momento, mas em outro deixam em falta. Além disso, nenhuma empresa envolvida tem autonomia operacional, dependendo sempre da outra parte, o que complica o serviço.

Além disso, o "pool" só disfarça a irresponsabilidade de uma empresa de ônibus numa linha acrescentando a irresponsabilidade de outra. Somar a irresponsabilidade de uma empresa com a de outra não significa um serviço mais responsável. O "pool" só serve como meio demagógico de iludir as massas com projetos mirabolantes para o transporte coletivo.

O melhor mesmo é que UMA ÚNICA EMPRESA sirva determinada linha de ônibus, e que tenha o compromisso de fazer um serviço responsável. Fica mais justo, mais organizado, mais simples e muito mais benéfico para os passageiros.

NENHUMA das defesas apresentadas em relação ao sistema de "pool" tem consistência. Elas só convencem até certo ponto, por causa do discurso bem articulado. Mas, em dado momento, tais argumentos perdem o sentido, quando a lógica se mostra às pessoas.

Esse discurso em defesa do "pool" apresenta falhas grotescas, como o suposto direito de escolha do passageiro a uma empresa de ônibus, semelhante ao de uma mercadoria ou de um time de futebol. Essa escolha NÃO EXISTE. O passageiro pega o ônibus que chegar primeiro e parar perto dele. Pode estar lenhado ou não, o passageiro pega o ônibus que estiver ao seu alcance, sob o risco de, ao correr para o outro de sua preferência, perder os dois ônibus.

Outras falhas são a "parceria" e a "redução de custos". No primeiro caso, a defesa do "pool" falha porque nesse tipo de operação, não existe parceria, mas uma feroz competição desleal, que inclui até verdadeiros "pegas" de ônibus para disputar passageiros, não raro causando acidentes.

No segundo caso, a falha consiste no fato de que isso é desculpa para empresa com muita linha de ônibus aumentar seu acervo de linhas. Se a linha é muito longa e a empresa não possui dinheiro para operá-la integralmente, é só ela largar uma outra linha de menor percurso e servir integralmente a linha longa.

A conclusão mais segura é de que o sistema de "pool" nos ônibus é TECNICAMENTE INVIÁVEL.

SOBRE O CASO JOVEM PAN FM DE SÃO PAULO



A comunidade Dial do Rio de Janeiro já divulgou notícia sobre o risco de extinção da Jovem Pan 2, FM, para virar retransmissora da Jovem Pan 1, AM.

Provavelmente o caso ainda está em fase de discussões entre o proprietário do Grupo Jovem Pan, Antônio Augusto Amaral de Carvalho, o Tuta, e seu filho, Antônio Augusto Amaral de Carvalho, o Tutinha.

Até agora não se sabe oficialmente de quem parte a intenção de acabar a JP2, mas é bem provável que ela parta do pai, Tuta, já que o Tutinha - que chegou a fazer um personagem no programa "Pânico da Pan" - trata a Jovem Pan 2 como se fosse sua "filha".

Ultimamente, a Jovem Pan 2 retransmite alguns noticiários da Jovem Pan 1, entre eles o Jornal da Manhã. Já se falou até na intenção da FM retransmitir as jornadas esportivas da AM. Por outro lado, a Jovem Pan 1 tem várias afiliadas em FM, uma delas em Manaus, cujo Estado, Amazonas, ironicamente tem a sigla AM.

Se a Jovem Pan 1 paulista migrar para a FM, é possível que, numa reformulação da programação, o "Pânico da Pan" seja o único programa remanescente da FM. Ele seria feito para concorrer com o "Na Geral" da Rádio Bandeirantes.