terça-feira, 14 de julho de 2009

EMMA WATSON


"Lá vai o cara d'O Kylocyclo falar daquela atriz de filmes infantis..."

É sério, Emma Watson é simplesmente ESTONTEANTE. A garota, que começou como uma menininha simpática, tornou-se essa mulheraça, uma evolução que podemos comparar nessas duas fotos acima.

Sem o menor exagero, Emma já entrou na competição das herdeiras de Audrey Hepburn, símbolo máximo de beleza e charme de todos os tempos. Veja Emma Watson nas fotos e entrevistas, e TODAS as dúvidas serão postas abaixo. A Hermione Grangier do filme Harry Potter é um dos mais novos símbolos de charme, encanto, beleza, graciosidade e SENSUALIDADE.

Duvidam? Vejam então a foto abaixo, com Emma esbanjando sensualidade. "Atriz infantil", né?

TEATRO MUNICIPAL FAZ 100 ANOS



Embora não seja meu forte a música clássica, é bom lembrar os cem anos do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, cuja história merece ser lembrada. O famoso edifício está em reformas, e em novembro voltará a receber o público.

RECEITA DE ROCAMBOLE


Bom, já que o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, chamou os jornalistas de "cozinheiros" e, como em outros tempos, a imprensa teve que subsituir notícias censuradas pela ditadura militar com receitas de bolo, vou na onda e publico aqui uma receita retirada do site www.receitadoce.com.br. De vez em quando, colocarei receitas para "homenagear" minha "nova" condição.

Rocambole (Bolo de Rolo)

Ingredientes:

250g de manteiga
250g de açúcar
06 ovos
01 limão verde ralado
250g de farinha de trigo
01 colher(café) de sal
goiabada
queijo do reino ralado

Modo de Fazer:

Bata a manteiga com o açúcar e as gemas, as raspas de limão, junte os ingredientes secos peneirados e as claras em neve; ponha a massa em tabuleiros untados polvilhados e leve ao forno quente para assar. Arranje a massa em 6 camadas finíssimas. Espalhe goiabada derretida no vinho, polvilhe com queijo do reino ralado e enrole como rocambole. Ponha sempre uma camada enrolada dentro de outra a enrolar.

P. S.: Vale lembrar que ADORO rocambole.

O "LÍDER DE OPINIÃO" É O PEIXE-PILOTO DA GRANDE MÍDIA



O "líder de opinião" não costuma ter grande criatividade, a não ser nos casos de jornalistas com experiência na grande mídia e que agora se ressentem da chamada "mídia gorda" da qual eles se tornaram dissidentes.

Deixemos de lado esses jornalistas e vamos para o tipo mais acessível de "líder de opinião", que são os blogueiros e os jornalistas de terceira divisão, inclusive aqueles jornalistas de esquerda que se tornam corrompidos por cortejar a "mídia gordinha", segundo escalão da grande mídia (aquele escalão que não é abertamente reacionário).

Neste caso, o "líder de opinião" tenta criar um discurso meio a meio. Como não deve expressar apreço à "mídia gorda", se apega à "mídia gordinha", à "mídia boazinha", em nome da visibilidade. Em seus blogs ultra-badalados, o "líder de opinião" faz o dever de casa, é o "aluno aplicado" que falou Juremir Machado da Silva no seu livro A Miséria do Jornalismo Brasileiro (Petrópolis: Vozes, 2001).

O "líder de opinião", como escrevi, tenta criar um discurso meio a meio. Rejeita então o discurso reacionário da Veja, das Organizações Globo em estado bruto - isso quando não veicula "funk" nem esporte, que fazem as OG parecerem "mídia boazinha" para os olhos e ouvidos do grande público - , que seria o mesmo que ser antisocial. Então corre para os braços da "mídia gordinha" ou "mídia fofa", como a Isto É e o Grupo Bandeirantes, que volta e meia investem em reportagens contra seus vilões prediletos, as autoridades da saúde pública, os parlamentares do Congresso Nacional, os assaltantes e até os times de futebol adversários ao que ele torce.

Para temperar, ele então "recheia" esse perfil com um pouquinho da abordagem esquerdista de Caros Amigos e Carta Capital. E aí, pronto. Temos o "líder de opinião" na nossa frente, ou melhor, na blogosfera a fazer a alegria da claque embevecida.

O "líder de opinião" não cria, ele copia. Qual o seu pensamento criativo, qual a abordagem original? Nada! Ele quer é fazer a média da mídia, como um conciliador entre a "mídia gordinha", a mídia de esquerda, e o leitor de nível médio que aplaude tais "líderes" até quando eles tossem.

Por isso, o máximo que o "líder de opinião" faz é extrair uma denúncia aqui e ali, seja de uma professora de uma universidade do Pará processada por um senador que não gostou de ser por ela chamado de corrupto e a vê como ameaça ao poder, seja de um jornaleco do interior da Bahia que está a serviço de uma família de fazendeiros poderosos.

Fora isso, o que se vê nos ultra-badalados blogs do "líder de opinião" são os mesmos assuntos de sempre da mídia que ele consulta: seja o Último Segundo do IG, seja o Jornal do Brasil, a TV Bandeirantes, a Band News FM, a Isto É e os veículos esquerdistas Caros Amigos e Carta Capital.

O "líder de opinião" é tão sem criatividade que se apega à visão oficial das coisas. Não questiona, por exemplo, se o "funk carioca" é mesmo o "movimento dos excluídos" que tanto se fala. Se o assunto é jabaculê no rádio FM, sua visão ainda está presa à abordagem de 25 anos atrás, quando essa prática de propina se limitava quase sempre às relações entre indústria fonográfica e programadores de rádio.

Hoje o propinoduto de FM migrou completamente para as chamadas "rádios AM em FM", deixando de ser musical, e hoje as chamadas "jornadas esportivas em FM" quase sempre escondem um gigantesco esquema de corrupção que movimenta milhões de reais. Mas todo mundo fica em silêncio, em nome do corporativismo. A imprensa escrita não denuncia este jabaculê porque não vai botar amigos na cadeia. E o "líder de opinião", muito menos, quer ficar na sua visão de 1984, que lhe é mais confortável, e também não vai querer ver seus ídolos do rádio "AM em FM" na berlinda, afinal eles são quase que semi-deuses para ele.

O "líder de opinião" prefere ir para o mundo das aparências. Se está na imprensa escrita, no rádio, TV e nos sites "autorizados", para ele é verdade. Mas se está em blogs "desprezíveis" como o nosso O Kylocyclo, ele duvida que seja algo próximo da verdade.

O "líder de opinião" é como uma criança vendo filme de mocinho contra bandido. Os "mocinhos" do "líder de opinião" são os homens da mídia, como os jornalistas de nome e até os pseudo-jornalistas de nome. Se ele for baiano, inevitavelmente ouvirá a Rádio Metrópole e lerá o jornal A Tarde. Se for paulista, lerá, meio ressentido, a Folha de São Paulo, depois da campanha anti-lulista e do episódio da "ditabranda". Também ouvirá, meio ressentido, a CBN (em FM, claro), porque a CBN quer ser mais vejista que a revista Veja. Mas então ele pode descansar ouvindo Band News, Transamérica, Rádio Bandeirantes "AM em FM", o "Estádio 97", que lhe oferecem as rações noticiosas / esportivas que ele precisa.

Os vilões do "líder de opinião" são a "mídia gorda", quando ela se torna escancaradamente reacionária, os políticos corruptos e os ladrões em geral. O que não significa que ele seja um homem rigorosamente transparente. Pelo contrário, se um corrupto como Mário Kertèsz hoje se passa por "radiojornalista", o "líder de opinião", neste caso o baiano, aplaude de pé com mais entusiasmo que um biruta que pensa ser passarinho.

Aí, quando aparecem denúncias contra líderes do senado, o "líder de opinião" logo encampa a
"bandeira da cidadania". Arrota discurso precioso: "Lama no Congresso Nacional: Legislativo é puro lodo!! O cidadão brasileiro financia essa bagunça!!". Todos aplaudem. "Vivaaaa!! O ("líder de opinião") é o maior!!", grita a claque. Chovem comentários no texto correspondente no blog feito temporal em poucos minutos. Num dia, estão lá, no mínimo, 30 ou 40 comentários sobre o texto veiculado.

Mas quando houve a campanha da Isto É para colocar o esquecido Fernando Collor de Mello no Senado Federal, o "líder de opinião" não desconfiou. Feliz com a conduta da revista Isto É, cujas reportagens investigativas lhe divertem muito, o "líder de opinião", consultando o Orkut que, lá pelos idos de 2006, tinha a maior parte das comunidades sobre Collor favoráveis ao suposto "caçador de marajás", foi dormir tranquilo, sem disparar um questionamento sequer. Estava até começando a acreditar que Collor, assim como o "injustiçado" Paulo Maluf (espécie de Waldick Soriano da política brasileira), viraram "esquerdistas", como o baiano bocó que acreditou que Mário Kertèsz virou "esquerdista".

O "líder de opinião" nem se cuidou de ver os noticiários mais recentes que mostram Fernando Collor como um senador irresponsável, que mal comparece às sessões do plenário do Senado, a não ser para legislar em causa própria. Se alguém lhe deu essa notícia, o "líder de opinião" se calou. "Collor abriu o mercado", pensou ele. "Todo o conforto que vivo, eu devo a ele, em que pese aquele horrível confisco da poupança. Melhor não mexer no cara".

O que o "líder de opinião" não sabe, porém, é que os personagens do teatro fisiológico mudam. Ele criticou a Rede Globo e a Veja, e foi pego de surpresa com o reacionarismo da Folha de São Paulo. Ele critica o fisiologismo do PMDB, sem saber que o PSDB pode lhe aprontar novas "surpresas". O jabaculê ameaça seus "heróis" do rádio FM e o "líder de opinião" fecha seus ouvidos que nem criança malcriada.

O "líder de opinião" não enxerga longe. Ele é apenas mais um óculos sem grau da grande mídia, que apenas repete a visão oficial dos meios de comunicação. Diz servir à sociedade, mas serve mesmo para seus amigos e fãs. Para ele, o valor da informação não está na coerência dos fatos e idéias apresentados, mas em quem transmite as idéias e os fatos. Com isso, perde ele no teatro informativo, porque os interesses privados acabam prevalecendo sobre o interesse público.

Eu não quero ser um "líder de opinião". Eu quero é abrir a mente das pessoas e mostrar aquilo que a grande mídia insiste em esconder.

O IMBECIL E SUA MARMITA


Isso não é queijo, é sabão em barra, mesmo!!

"Não entendo por que você diz que o cara que curte 'funk', axé-music e pagode não é inteligente. Você é imbecil, seu viado?"

FRASE DE UM PLAYBOY PSEUDO-ESQUERDISTA, ALIENADO METIDO A "CABEÇA", COMUMENTE USADA PARA PESSOAS COMO NÓS, COM SENSO CRÍTICO AFIADO. A MENSAGEM, ORIGINALMENTE NO PIOR INTERNETÊS, FOI TRADUZIDA AQUI PARA O PORTUGUÊS DIGNAMENTE LEGÍVEL.

Para tais pessoas, a marmita certa é SABÃO EM BARRA, destes com gosto horrível (os de cores amarela e verde são assim), para lavar essas bocas sujas que só falam besteira.

MALANDRAGEM FUNKEIRA



A cafajestice dos funkeiros é tal que já existem festinhas comemorando os 40 anos do "funk".

Pura malandragem.

O que está comemorando 40 anos de existência é o funk autêntico, que ao longo dos anos foi trabalhado por nomes como James Brown, Sly & The Family Stone, Earth Wind & Fire (foto), Chic, Kool & The Gang, KC & The Sunshine Band, Brothers Johnson, Tim Maia e - sim, isso mesmo! - Michael Jackson.

Esse ritmo vagabundo que chamam de "funk", que é o "batidão" ou "pancadão", mal tem 20 anos de existência.

É querer se promover demais às custas da ingenuidade alheia.

"They don't care about rock'n'roll"



Essa "pérola" é mais uma para o anedotário brasileiro, e uma mostra de como as gerações de roqueiros pós-grunge e pós-poser que surgiram nos anos 90 - na década de 80 eles nunca ouviram Fluminense FM ou similares, mas rádios popularescas, Xuxa, Trem da Alegria e o escambau - são muito, muito frouxas (e trouxas).

Tudo bem que a morte de um astro pop causou muitas comoções, pegou de surpresa muita gente e chocou muitos jovens. Mas nada justificam as manifestações surreais em torno de Michael Jackson, que foi apenas um talentoso cantor soul, um dançarino e até um intérprete e compositor bastante expressivo em seu gênero.

No entanto, ele foi reconhecido mais como um "roqueiro", um "militante sócio-político", um "poeta", coisas que ele de fato nunca foi, com todo o respeito que se deva ter a ele. Pelo contrário, essas qualidades surreais atribuídas a Michael só fazem diminuir sua importância dentro daquilo que ele sabia fazer, e são fruto mais do delírio de uma juventude com mania de fazer discursos "cabeça", ter conceitos "preciosistas" e atitudes "arrojadas", quando, na essência, nada têm de "cabeça", "precioso" ou "arrojado".

A foto que vemos é uma estátua de Michael Jackson colocada na Galeria do Rock. Se fosse num shopping center comum, seria mais adequado, mas na Galeria do Rock? E eu que achava que o apoio da Galeria do Rock, nos anos 90, àquela ridícula emissora chamada 89 FM (já naquela fase "Jovem Pan 2 com guitarras" pilotada por produtores temperamentais), fosse o máximo de patético que um reduto da cultura rock pudesse fazer.

Mas agora tornou-se um exagero tratar Michael como se fosse um "roqueiro". É coisa que, nos EUA, está mais próxima da yellow press (equivalente à nossa "imprensa marrom"). Mas aqui tal atitude é considerada de "grande justiça" e "altíssimo nível", num país onde se viaja muito na maionese.

Daqui a pouco uma dupla breganeja vai morrer e a Banda de Ipanema vai homenagear a dupla e o governo do Rio de Janeiro vai encomendar uma estátua da dupla a ser colocada na Av. Vieira Souto. Ou então um poderoso DJ de "funk" vai morrer e o Teatro Municipal vai colocar no seu interior um busto em homenagem a ele.

Por favor, tenham dó de mim!!!!