segunda-feira, 6 de julho de 2009

DESCASO DAS AUTORIDADES À SAÚDE PÚBLICA


Enquanto na saúde privada vemos médicos de nome indo a festas de gala com seus smokings e aparecendo em programas de TV com terno preto da marca Hugo Boss só para lançar livrinhos de romance, na saúde pública há situações terríveis, como a de um médico do setor de emergência do Hospital Miguel Couto, que encaminhou uma paciente a ir a outro hospital, escrevendo até mesmo as linhas de ônibus que ela deve pegar (460 São Cristóvão / Leblon, da Real Auto Ônibus, e 476 Méier / Leblon, da Braso Lisboa).

Essa paciente, que estava grávida e prestes a dar à luz, acabou perdendo o bebê.

Enquanto isso, na próxima coluna social, o médico tal aparecerá num evento informal do Iate Clube ou similares, com seu terno preto Hugo Boss (traje formal) e sua esposa lindíssima.

E as autoridades pouco investindo na melhoria da saúde.

DAKOTA FANNING



Até parece que estas duas fotos mostrando a bela Dakota Fanning são muito distantes em data, mas são só apenas oito anos, entre 2001 e 2009.

É incrível como a atriz mirim, que ainda é menor de idade, tendo apenas 15 anos, tornou-se uma mulheraça sexy e já fazendo o papel da cantora do grupo de rock Runaways, Cherry Currie.

Sim, isso mesmo, Dakota Fanning fazendo o papel de roqueira sexy, deliciosa e linda, quando ainda são frescas as lembranças dela como uma menininha carola, como vemos na foto à esquerda.

"MULHER GIGANTE" NÃO VAI AO FUNERAL DE MICHAEL JACKSON



Não haverá mais o grande encontro de mega-estrelas dos dois maiores países do continente americano.

O "líder de opinião" foi para uma festa de gala


Foto de Cláudio Lara

O nosso "líder de opinião", famoso por sua falsa postura de esquerda e pelos valores "moderados" de centro-direita, foi visto há algumas semanas numa festa de gala no Copacabana Palace. Ele não foi fotografado até porque nossa equipe, na pindaíba, não pôde entrar no referido edifício da família Guinle, já que nem para hotel vagabundo de Simões Filho (Bahia) temos grana para ficar.

Mas, como primamos pela boa informação, garantimos que o "líder de opinião" esteve mesmo lá. Ele é de classe média, mas escreveu em seu blog um texto sobre sociedade tão agradável aos donos de poder - que no entanto toleraram sua leve espinafradinha à revista Caras, mas sem espinafrar a hi-so focalizada pela mesma revista - que ganhou um ingresso rapidinho de algum figurão da "mídia gordinha", cuja FM "AnêMica" (ou seja, que se comporta como um arremedo de emissora AM) foi elogiosamente lembrada pelo blogueiro "líder de opinião".

O "líder de opinião" jantou da boa comida, dançou ao som da mais empenhada orquestra, arrumou parceiras sem ir muito longe com elas, afinal o "líder de opinião" é casado e sua patroa (um misto de Cássia Kiss com Miriam Leitão) estava com ele.

Terminada a festa, porém, o "líder de opinião", já na saída do Copa (o Copacabana Palace, ora), foi informado por um amigo que ele conheceu num sindicato de trabalhadores que a presença do "líder" seria registrada nas revistas de colunismo social.

Tal foi a fúria do "líder de opinião" que ele, dias depois, escreveu em seu blog o seguinte texto:

ESCLARECENDO COMPLETAMENTE OS FATOS

Algum engraçadinho espalhou que eu fui para uma festa de gala num conhecido hotel carioca, com ingresso dado de bandeja por algum empresário.

Me senti ofendido e constrangido com essa declaração caluniosa e depreciativa à minha imagem de formador de opinião.

Acusado, eu, de me compactuar com os burgueses, posso afirmar que NUNCA estive no Copacabana Palace, pois moro bem longe dali e estive em casa com minha esposa e meus filhos. O fato de eu não ter escrito nenhum texto no blog no referido dia do evento granfino não indica que eu tenha ido a uma festa de gala.

Eu, que sou um proletário da informação, um sujeito cujo maior aliado é você, cidadão, não perderia tempo jantando com a alta sociedade, e o quanto grande é minha revolta diante de boatos sem qualquer tipo de fundamento, nem mesmo o presumível.

Quero que alguém prove por A mais B que eu estive no Copacabana Palace. Quero ver. Porque minha honestidade afirma que nunca estive lá, nunca botei os pés lá, nunca me fartei dos jantares de lá. Eu apenas vivo minha vida, como jornalista, pai de família, devoto de Deus, cumpridor dos mais sérios deveres cidadãos.

O "líder de opinião" chegou a ser fotografado. Mas o empresário da "mídia gordinha" e seus aliados se empenharam a subornar testemunhas para não falar coisa alguma e todo o material fotográfico foi apreendido para que as imagens do "líder de opinião" no evento do Copa sejam eliminadas por definitivo.

STEPHANY BRITO


Bom, mas vamos agora à xará da cantora do tal do "Cross Fox", a atriz Stephany Brito. Ela vai se casar, amanhã, com o jogador de futebol Alexandre Pato, um dos integrantes da meleção brasileira de futebol, a Seleção Amarelão que tem que vencer todas as partidas de futebol (salvo aquelas que não prejudicam a SBF em pontuação) para atender aos interesses da Nike, do Ricardo Teixeira e do Galvão Bueno.

Sendo uma atriz iniciante, a produção do casamento e da festa determinaram a atração que deverá haver no evento: "funk carioca". E o "felizardo" a apresentar-se diante dos convidados (evidentemente não sem causar algum constrangimento entre os menos pândegos) é o MC Sapão.

Como é de praxe, acordos entre os empresários de breganejo, axé-music e "funk" com os meios de comunicação e anunciantes determinam que atores ascendentes são obrigados a aderir a esses ritmos da Música de Cabresto Brasileira, se querem seguir sua carreira adiante. Não sou eu que falo, Samara Felippo já vazou essa informação quando disse que foi contratada para aparecer em uma micareta.

Por isso, Stephany Brito vai dar uma de "funkeira" pois, como a prova de talento de jovens atores e atrizes é fingir que é "funkeiro", "chicleteiro", "fã de Zezé Di Camargo" e outros fingimentos constrangedores, mas obrigatórios. Rebolar até o chão, forjar lágrimas de crocodilo diante "daquele sucesso" do Chicletão, falsa comoção no encontro com ídolos breganejos.

Se não fizerem esses "compromissos", adeus propagandas de curso de inglês e produtos cosméticos, adeus papel principal em novelas da Globo, adeus até mesmo a alguma carta de recomendação para uma produção da Rede Record. A mídia grande não tolera atores "difíceis".

MAIS INIMIGOS DA RÁDIO ANTENA UM



Eles já são inimigos da Música Popular Brasileira, porque a usurpam em nome da cafonice. Afinal, eles são ícones da Música de Cabresto Brasileira, essa "música popular" que a mídia gorda tanto apoia ecuja problemática real a mídia de esquerda ainda não conseguiu enxergar.

Mas Chitãozinho & Xororó, um dos veteranos da Música de Cabresto Brasileira e pioneiros na bregalização da música caipira, e Stefhany, uma cantora de forró-brega famosa pela tal música do "Cross Fox" (espécie de "neta" do "Fuscão Preto", uma vez que a musiquinha do Cross Fox é brega como a outra, e Cross Fox é um carro da mesma marca do Fusca, a Volkswagen - o que a indústria alemã fez de ruim com os bregas é um grande mistério), são inimigos também da Rádio Antena Um, cujos hits volta-e-meia são trucidados sem dó por ícones do brega-popularesco.

Chitãozinho & Xororó, que num passado recente simbolizavam a baixaria musical brasileira e que hoje são tidos por "respeitáveis" por historiadores da MPB à procura de um lugar na TV aberta, nem que seja como júri da "Dança dos Famosos" do Domingão do Faustão, também fizeram das suas contra o legado da Antena Um.

Primeiro, a dupla breganeja paranaense - cujo nome artístico usurpa uma obscura canção caipira e a dupla já havia feito uma pegadinha com os mais jovens ao se apropriarem e se auto-promoverem às custas de uma esquecida canção de Ary Barroso e Lamartine Babo, "No Rancho Fundo", cuja autoria muita gente desconhece - já estraçalhou com uma canção dos Hollies, famosa banda de Manchester dos anos 60. Os Hollies gravaram uma balada simpática chamada "The air that I breathe", cuja versão brasileira ganhou as histéricas vozes dos dois irmãos breganejos.

Não bastasse isso, Chitãozinho & Xororó não perdoaram sequer a memória dos Beatles, gravando uma versão de "My sweet lord", de George Harrison, que soa como uma segunda punhalada no caçula dos Fab Four, que também foi integrante da banda folk The Travelling Wilburys junto a Bob Dylan, Jeff Lynne (o maior bode expiatório do rock e líder da Electric Light Orchestra), Tom Petty e Roy Orbison.

Realmente, o que o rock inglês fez contra Chitãozinho & Xororó para os dois breganejos paranaenses se voltar contra os britânicos é um grande mistério.

A Stefhany, no entanto, também chegou com apetite para trucidar boas canções. A canção "Eu Sou Stefhany (No Meu Cross Fox)" não é mais do que a versão de "A Thousand Miles", composição da bela e talentosa cantora e pianista Vanessa Carlton que, apesar de ser apenas um ano mais velha que Britney Spears, tem uma visão musical de longo alcance, que remete a Kate Bush, rock progressivo e folk music dos anos 60-70.

Só que Stefhany, uma moça de 17 anos, não tem sequer 0,0001% do talento de Vanessa Carlton. Pelo contrário, a garota do "Cross Fox" é, como dissemos, uma cantora de forró-brega, estilo que é famoso por triturar músicas estrangeiras de qualidade (o Calcinha Preta metralhou até "The Unforgettable Fire", música menos badalada do U2).

Realmente o que Vanessa Carlton fez contra a jovem Stefhany é um mistério.

Vestida como uma sub-paquita, Stefhany chegou a ser vendida como cult pela mídia gorda que não entende de cult culture (vamos rotular assim para a "galera" entender), sobretudo o site EGO (do portal Globo.Com), página pouco recomendada para os "descolados" procurarem o que está na vanguarda da cultura mundial.

Não vamos comentar a letra, porque eu tenho muita coisa para fazer. Mas, em se tratando de brega-popularesco, dá para perceber o que significa a "canção" da Stefhany: LIXO. Como também é o repertório dos "sofisticados" Chitãozinho & Xororó.