quarta-feira, 1 de julho de 2009

BANDEIRANTES À DIREITA



O "líder de opinião" está de luto.

Não foi por causa de Michael Jackson. O viciado em informação, como é o nosso conhecido "líder de opinião", já sabia que o astro pop iria morrer, desde muitos debates com os amigos no botequim. Já estava preparado, com aquele habitual cinismo dos pseudo-intelectuais de bar, metidos a se equipararem com os jornalistas e, aqueles e estes, com a intelectualidade.

O "líder de opinião" está de luto porque sua querida TV Bandeirantes, que ele apostava ser "mídia de centro-esquerda", está bem direitista. Numa reportagem do Jornal da Band, agiu em defesa dos ruralistas, no episódio do ministro Carlos Minc. Nosso parecer é que Minc foi exagerado nos seus protestos contra a bancada ruralista do Congresso Nacional, mas do jeito que a Band abordou, mesmo dentro das regras corretas do telejornalismo, ficou subentendido que a emissora dos Saad punha a mão no fogo pelos grandes proprietários de terras (verdadeiros "patrocinadores" do programa Terra Nativa, da referida rede, e de parte do repertório da popularesca Band FM).

Outro episódio foi a censura ao programa humorístico CQC, comandado por Marcelo Tas. O humorístico foi proibido de reportar a campanha pela saída de José Sarney da presidência do Senado e do Congresso Nacional, vide sucessivos escândalos de gastos de verbas públicas em despesas particulares e nepotismo.

Embora José Sarney, em tese, apoie um governo teoricamente de centro-esquerda, como o de Lula (que deixou de ser esquerda há um bom tempo), sabemos muito bem seu passado direitista (Sarney surgiu há mais de 50 anos como integrante da chamada "Bossa Nova da UDN"), seu apoio ao golpe e ditadura militares, e sua aparente indefinição ideológica que o faz embarcar em qualquer oportunismo político, como todo político fisiológico.

Por isso, constatamos a atitude da TV Bandeirantes, que não consegue esconder seu direitismo, parecendo voltar às origens de 45 anos atrás, quando seu proprietário era ninguém menos que o avô de João Carlos Saad, o político Adhemar de Barros.

O "líder de opinião" deve estar chorando ao lado do seu similar baiano, que tal qual os fãs de Michael Jackson, que não acreditam ainda que ele morreu, também não acredita que a Rádio Metrópole de Salvador é direitista.

MÍDIA GORDA DÁ VIDA MANSA AO "FUNK CARIOCA"



Que vida mansa vivem os empresários do "funk carioca".

Criam, junto com a mídia gorda, uma retórica que engana até a mídia de esquerda. A mídia gorda já deu todo um tratamento vip para os "funkeiros", que nem imaginaríamos que ela iria longe com essa "ditabranda funkeira".

Pois agora tem-se uma pérola da mídia gorda, obesa e popozuda: a Folha de São Paulo chamou o DJ Marlboro de "músico". Isso mesmo: agora o empresário e DJ de "funk" foi elevado à categoria de "músico", "criador de música", como se as porcarias que ele faz fossem o supra-sumo da arte contemporânea. E o pior é que tem gente trouxa que acredita nessas lorotas todas.

Coitado do povo brasileiro, coitado da cultura nacional, vítimas de todo esse festival de mentiras.

OS LATIFUNDIÁRIOS ESTÃO COM TODAS


Dupla breganeja João Márcio e Fabiano, lançada no quadro Garagem do Faustão, do Domingão do Faustão, da Rede Globo, expressa a grande safra de "sertanejos caricatos" que assola o Brasil.

Os grandes proprietários de terras do Brasil estão com todas. Andam investindo adoidado em novas "duplas sertanejas", pois num só esquema, nos últimos anos, vemos surgir verdadeiras pragas como César Menotti & Mariano, Victor & Léo, João Bosco & Vinícius e outros similares, verdadeiras ervas daninhas a parasitar a MPB e sobretudo a música caipira autêntica, que corre o risco de desaparecer soterrada por gerações sucessivas de usurpadores, de Chitãozinho & Xororó a esta dupla da foto, João Márcio & Fabiano, lançada pelo quadro Garagem do Faustão (nome pretensioso) do Domingão do Faustão da Rede Globo. Ou seja, é a mídia gorda investindo em breganejo, um bom aviso para a mídia de esquerda que não entende o problema real da música brasileira.

É sempre essa música estereotipada, evocando referências duvidosas como Bee Gees, Bon Jovi e Waldick Soriano, além de seus integrantes usarem chapéus de caubói, numa estereotipação de segunda mão, porque se inspira numa outra estereotipação do cowboy norte-americano, numa fase ultra-comercial da country music, nos anos 90.

Os historiadores de MPB, cuja formação se limita ao ponto de vista da Zona Sul carioca, ignoram completamente esse problema acerca da música caipira. Para eles, tudo é lindo. É como alguém que ouve uma inocente moça sendo estuprada e morta e pensa que ela estava transando com o namorado e sofrendo um delicioso orgasmo. Basta um breganejo maquiavélico aparecer diante de platéias lotadas para o historiador, ingênuo, achar que o "sertanejo" é um dos "renovadores" da música caipira nacional. Quanta tolice.

É horrível que a música breganeja cresça de forma assustadora, e agora fortunas imensas são investidas, tanto para tentar salvar veteranos como Chitãozinho & Xororó e Zezé Di Camargo & Luciano da decadência inevitável, com notas pagas sobre as mesmas "apresentações vibrantes" publicadas na mídia de celebridades, quanto para lançar novos nomes, para confundir todos aqueles que odeiam o breganejo e têm que fazer listas imensas sobre os nomes que não prestam, para evitar que algum saia incólume.

Pior é que agora a coisa foi longe demais, seja para lançar filmes sobre ou com breganejos, ou para empurrar o sertanojo para lugares ainda hostis ao estilo, como o Rio de Janeiro. É fácil empurrar o breganejo porque ele é praticamente a forma musical de um ideal conservador, supostamente associado aos "valores sociais elevados", com todo aquele discurso que se conhece das Marchas Deus e Liberdade que instalaram a ditadura militar.

São os mesmos latifundiários, que fazem de tudo para manter seu domínio no interior do país, que investem nos breganejos e também no forró-brega de Calcinha Preta, Aviões do Forró, Banda Calypso e outros, que são outra história. Aqui interessa criticarmos o breganejo, com toda a lorota dos "meninos que adoravam cantar" que sempre integra a biografia desses ídolos de vozes esganiçadas ou apenas patéticas (como por exemplo o Daniel - de quê, afinal? - que, como cantor, mais parece um imitador do Barney Rubble, vizinho dos Flintstones).

A música caipira está ameaçada. O Clube da Esquina mineiro está alerta à próxima ação usurpatória dos breganejos. Mesmo os herdeiros de Vinícius de Moraes, Garoto, Lamartine Babo, Ary Barroso e outros estão também em prontidão diante da próxima ação pedante dos breganejos. Principalmente porque hoje os breganejos não esperam mais o quinto LP para exibirem falsa sabedoria: eles tiram onda até antes de gravar qualquer disco, como João Márcio e Fabiano, que destruíram uma canção caipira antiga bancando uma caricatura de cantores de boleros (coitado do Trio Los Panchos) e depois estraçalharam com uma cover de uma música do Neil Diamond gravada por Elvis Presley.

HISTÓRIA ENGRAÇADA


Certo domingo, meu irmão Marcelo, do blog Planeta Laranja, foi assistir à televisão quando passava uma reprise do filme Pretty in Pink, de 1986. É um filme do tempo de nossa adolescência, que foi protagonizado pela maravilhosa Molly Ringwald (hoje atuando no teatro e sempre comprometida na vida amorosa, creio que já no segundo casamento).

Quando vimos o personagem amigo da protagonista, Marcelo comentou que gostaria de saber o paradeiro do ator Jon Cryer, que fazia este personagem.

Horas depois, fomos ver um seriado no Warner Channel, que tem o Charlie Sheen no elenco. De repente, havia outro cara que participava do seriado, como um dos três protagonistas (outro era um menino gordinho que hoje é adolescente). Trata-se de Two and a Half Men. Aí, outro dia depois, constatamos que o outro cara em questão é o mesmo Jon Cryer de Pretty in Pink.

Foi uma forma gozada de se responder a uma pergunta. Não por acaso, o mesmo ator é o terceiro nas duas fotos, da esquerda à direita.

SOLTEIRA QUE CURTE "FUNK" É COMO MENINA MALCRIADA


Das jovens solteiras que curtem a Música de Cabresto Brasileira, as adeptas do "funk carioca" são as que mais problemáticas. Arrogantes ao extremo, elas parece que menos se importam com questão de afinidades pessoais e só querem namorar para atingir vantagens materiais e até mesmo fúteis.

Aliás, o universo do "funk carioca" é totalmente fútil. As funkeiras não são exceção à regra, muito pelo contrário, são a regra na sua forma mais típica.

No Orkut, vamos que as garotas que curtem breganejo - a dita "música sertaneja" - são as mais ingênuas, tolas e piegas, e que as que curtem sambrega - o samba pasteurizado de cunho brega-romântico - , embora menos tolas, são tão piegas e com ar mais "convencido". E há as que curtem forró-brega, que podem estar também dentro dos outros dois tipos citados neste parágrafo.

Mas nenhuma delas é tão arrogante quanto as fãs de "funk carioca".

Estas parece que não querem se envolver com homens que expressam afinidade com elas. Jogadores de futebol, pitboys, gangues de funkeiros, policiais militares, pagodeiros e lutadores de jiu-jitsu do subúrbio, quando elas namoram esses homens parece que o namoro se dissolve à menor divergência.

É só um jogador de futebol, por exemplo, falar com uma namorada funkeira que tem uma filha de uma relação anterior para a relação terminar sem qualquer tipo de diálogo. Em divergências bem mais sérias, mulheres classudas normalmente evitam se divorciarem de seus maridos empresários ou profissionais liberais.

Isso é porque a funkeira é, além de arrogante, impulsiva. É egocêntrica, narcisista, interesseira, brigona, temperamental. Não quer namorar homens de sua afinidade porque eles são tão impulsivos quanto elas.

Mas, quando uma funkeira cisma com algum homem de perfil diferenciado, sobretudo mais dócil, dos alternativos aos nerds, é bom estes homens tomarem cuidado: namorar funkeira é encrenca na certa.

Não adianta aparecer orkuteiro com conversa de faquir dizer coisas do tipo "eu sou nerd, namoro funkeira e sou feliz" porque ou ele está mentindo quanto ao namoro, ou simplesmente é um falso nerd. Assim como apareceram na TV muitos emos enrustidos que se diziam "roqueiros verdadeiros" que "eram felizes" namorando funkeiras ou pagodeiras. Isso é porque esses boyzinhos não passam de mauricinhos mimados que pensam que Guns N'Roses e Bon Jovi são classic rock.

Namorar funkeira é um pesadelo, para homens que não são durões nem machistas. Funkeira é mandona, autoritária, falsa, pode ser infiel se achar que deve e ainda por cima é metida. A funkeira pode parecer dócil com um namorado nerd, mas quando ela está com as amigas vai falar horrores dele.

Um exemplo disso tudo. De repente, uma funkeira fala mal do namorado nerd com as amigas. "Ele parece um mariquinhas mimado. Sabe o que ele foi ver na televisão? 101 Dálmatas!!". "Ninguém merece", diz a outra amiga, também funkeira. "Ele ainda come Nescau às colheradas", emenda uma terceira, e todas as garotas caem na gargalhada. Depois, a funkeira com namorado nerd, sempre afeita a uma mentira, diz que "respeita e ama muito" seu namorado. Mentira.

A funkeira só quer conquistar vantagens pessoais. Se pega um nerd, um universitário, um beatnik ou um fã de jazz, é para aparecer e tirar onda em certos ambientes frequentados por esses rapazes. Mas, arrogante e temperamental, a funkeira não tem o menor receio, nem mesmo o mais ínfimo escrúpulo, em espinafrar o namorado no papo com as amigas. Espinafrar mesmo, ridicularizando o cara, coisas que se o próprio namorado soubesse, ele não só romperia o namoro como poderia processar a funkeira por danos morais.

Por isso mesmo, namorar mulher que curte brega-popularesco é sempre um problema. Namorar uma mulher que curte "funk" é mais que isso, é sempre um monte de problemas.

FAMOSAS: FUNKEIRAS SÃO MAIS LERDAS PARA ARRUMAR NAMORADO APÓS FIM DE NAMORO



Pesquisa O Kylocyclo de análise de mulheres famosas revela que as mulheres mais vulgares hesitam muito mais para arrumar um novo namorado do que as menos vulgares.

Entre 2003 e 20o9, foram pesquisados sites e revistas de celebridades e musas jovens de diversos tipos foram analisadas, das atrizes de novelas da Rede Globo às chamadas "mulheres-frutas", as mais vulgares do "funk carioca".

Dividimos as musas da seguinte forma: atrizes balzaquianas (nascidas entre 1963 e 1976), atrizes jovens (entre 1977 e 1989), jornalistas, dançarinas de pagode e musas do "funk" (sejam as intérpretes, sejam as dançarinas).

Foi dada a seguinte constatação, na média:

As atrizes balzaquianas tendem a ter um casamento mais longo, por mais problemático que seja. Não estando casadas, levam geralmente de cinco dias a seis meses para arrumar um novo namorado.

As atrizes jovens levam geralmente de cinco dias a um ano para arrumar um novo namorado.

As belas jornalistas levam geralmente de dois dias a cinco meses para arrumar um novo namorado, isso quando não estão casadas. Se casadas, tendem a ter casamento duradouro, ainda que seja problemático.

As dançarinas de pagode levam geralmente de dois a cinco anos para arrumar um novo namorado. Lerdas para engatar um namoro desfeito com outro, é muito difícil que elas desencalhem em um prazo inferior a dois anos.

As musas do "funk carioca", no entanto, são mais lerdas ainda, levando em média de quatro a oito anos para arrumarem um novo namorado e, quando se casam, o casamento parece tão sólido quanto um castelo de areia.