segunda-feira, 18 de maio de 2009

RÁDIO DE "SERTANOJO" TIRARÁ ANTENA 1 DO AR


Infelizmente, a ganância dos donos de rádio no Brasil tira bons projetos do rádio. No Rio de Janeiro, é a vez da rádio Antena Um desaparecer do dial, a partir do dia 31 de maio. No seu lugar, entrará a horrenda rádio Tupi FM, dedicada ao breganejo.

É o segundo golpe da Música de Cabresto Brasileira no dial FM carioca, nos últimos seis meses. Em dezembro, a rádio de rock Venenosa FM, que não era transmitida no Grande Rio embora fosse aí sua sede - seu sinal no Estado era nos arredores de Rio Bonito e de Parati - , saiu do ar para dar lugar a outra emissora medonha, a Mania FM, espécie de Beat 98 mais capenga.

A entrada da Tupi FM no rádio carioca faz a alegria dos coronéis latifundiários, grandes proprietários de terras improdutivas, mas que são os maiores patrocinadores dos ídolos breganejos, de Chitãozinho & Xororó a Victor & Leo, passando por zilhões de duplas, cantores ou grupos que empastelam a música caipira e, às vezes, vampirizam o repertório da MPB autêntica, sobretudo o Clube da Esquina, vítima predileta dos breganejos (que sentem a maior inveja dos mineiros, pela poesia e musicalidade destes).


Já a Antena Um é uma rede de rádios que tocam pop adulto, com um repertório bem mais criterioso do que rádios como a JB FM do Rio de Janeiro e a Globo FM de Salvador, que sucumbem às frescuras pop que descaraterizam sua postura light.

É verdade que a Antena Um comete o erro de não tocar música brasileira, com exceção da carioca, que tem esta virtude. Mas o repertório geral prima pela qualidade, principalmente tocando o som dos anos 60 e 70.

Não é qualquer rádio que toca nomes como Rupert Holmes e Laura Nyro, nomes respeitáveis da música internacional que, no entanto, pouca gente ouve e admira no Brasil. Por isso mesmo, apesar de tantas outras rádios com o rótulo de "pop adulto", o fim da Antena Um carioca representará uma lacuna irreparável, além de ser uma grande falta de respeito substituir seu perfil pelo do breganejo ou sertanojo, pois, apesar dos ídolos breganejos como Zezé Di Camargo & Luciano reclamarem de falta de espaço no dial carioca, eles já entram facinho, facinho nas rádios de brega-popularesco, além do fato da Nativa já divulgar amplamente seus ídolos.

O rádio, como meio de comunicação, perde com o fim da Antena 1, assim como perdeu com o fim da Fluminense FM e com a conversão "roqueira" de muito mau gosto da Rádio Cidade. Só ganham os empresários e o mercado jabazeiro, além daqueles ouvintes sem personalidade que são tratados feito um sorridente gado bovino pelos coronéis radiofônicos e pela mídia popularesca, que é mídia gordíssima do mesmo jeito.

Mas a última esperança da Antena 1 ficar no ar depois de maio existe, se todos nós formos para a Rua Cândido Gaffrée, na Urca, no Rio de Janeiro, em frente ao prédio da (por enquanto) Antena 1 para protestar contra seu fim. Segue o protesto escrito pelo amigo Marcelo Delfino, do Tributo ao Rádio do Rio de Janeiro (http://www.radiorj.com.br).

PROTESTO CONTRA O FIM DA ANTENA 1 FM 103,7

Data: Domingo, 31 de maio de 2009

Hora: 14:00

Local: Porta da Rádio Antena 1 FM

Cidade: Rio de Janeiro

Endereço da rádio: Rua Cândido Gaffree, 165 - Urca - Rio de Janeiro - RJ

Antena 1 - A Lite FM do Rio

A hora é de protestar. Nada de assistir passivamente o fim da última grande boa rádio do Rio de Janeiro em FM. Prevista para a virada deste mês de maio para junho, a saída da Antena 1 do dial representará o fim da última trincheira de resistência do rádio FM carioca dos anos 80, o melhor dial FM da história desta cidade.

Estejamos lá na porta da Antena 1 protestando pacificamente contra mais essa arbitrariedade e mais essa negociata com uma concessão pública, que é propriedade do povo, que nunca é consultado sobre o que fazer com os canais de rádio.

Sugerimos que os amigos compareçam vestindo camisetas pretas, em sinal de luto pelo fim da Antena 1.

PATSY KENSIT


Mais uma mulher lindíssima usando camisa abotoada para dentro da calça, um tipo de roupa que talvez dê muita coceira nas mulheres-frutas brasileiras ou mesmo nas ex-dançarinas de pagode que viram dublês de ativistas sociais ou de atrizes de teatro.

Trata-se de Patsy Kensit, atriz inglesa que começou criancinha em O Grande Gatsby, de 1974, que foi casada com um integrante do Big Audio Dynamite - não, não foi o Mick Jones - , com o vocalista do Simple Minds, Jim Kerr, e com o cantor do Oasis (que recentemente se apresentou no Brasil), Liam Gallagher.

Como toda mulher classuda e de beleza e jeito sofisticados, Patsy acabou de se casar pela quarta vez, com um DJ, o que mostra que não é só no Brasil que as belas não param em serviço. E mostra o quanto as mulheres classudas têm mais vantagem sobre as mulheres "jecas" vidradas em Exaltasamba, Bruno & Marrone, Chicletão, "funk" e outras barbaridades.

DESRESPEITO COM OS CIDADÃOS DE SALVADOR



Vejam que absurdo nos ônibus de Salvador. Esses ônibus são de três empresas diferentes, Modelo, São Cristóvão e Transol, e das três só as duas primeiras são associadas entre si. Mesmo assim, não é desculpa alguma para todas adotarem um visual idêntico, ou seja, apelando para o visual fantasmagórico que vai contra a tradição multicolorida da capital baiana.

Torna-se crescente risco dos sofridos cidadãos baianos pegarem ônibus errados, principalmente os trabalhadores, e, além deles, deficientes, idosos e analfabetos, que já tem dificuldade em diferenciar o ônibus mesmo através das cores. E, pegando ônibus errado, são obrigados a pegar outro ônibus, o que é perda de tempo e dinheiro para quem paga e de tempo para quem usa a gratuidade, o que também não é menos incômodo.

Mas é esse risco de pegar os ônibus errados que garante a fortuna extra e abusiva dos gananciosos empresários baianos, que, de tão ignorantes, matutos e maus administradores, mantém até um sindicato patronal com sigla confusa e pronúncia risível, o SETPS, popularmente (e erroneamente) pronunciado como "Setépis".

Por isso é que Salvador conta com um dos piores sistemas de transporte coletivo do país. É bom que todos saibam desta triste realidade.

A INGENUIDADE DA REVISTA CAROS AMIGOS


Neste blog, temos uma seção que mostra as diversas ingenuidades de gente que deveria defender a cidadania integralmente, mas cometem algum deslize em virtude do deslumbramento, da credulidade, para não dizer a compactuação com o "sistema", numa e noutra ocasião.

É um alerta que se faz, aqui, para a opinião realmente pública, para que desilusões como a do envolvimento dos históricos políticos José Dirceu e José Genoino em episódios de corrupção ou da reviravolta ultra-reacionária da ex-vedete da "mídia fofinha" Folha de São Paulo não peguem desprevenidos os cidadãos.

Pois a personagem desta seção é agora a revista Caros Amigos, que vem se despontando como expressivo veículo da midia de esquerda de nosso país, resistindo mesmo com o falecimento de três de seus fundadores nos últimos meses. Caros Amigos comete até a façanha de falar do Oriente Médio, segundo a ótica esquerdista, quebrando um tabu de décadas, afinal esquerdista falar de Oriente Médio era tido como coisa inútil, supérflua. Sem falar que o periódico afrontou a tirania da Folha de São Paulo, que, a pretexto de condenar os governos populistas da América Latina, chamou a ditadura brasileira de "ditabranda", como se amenizasse o terrível papel histórico do regime dos generais de 1964-1985.

Mas, apesar das inúmeras virtudes da Caros Amigos, há o grande defeito do aspecto da cultura brasileira. Até agora, Caros Amigos não conseguiu enxergar a sombra da direita político-econômica que está por trás dos ídolos brega-popularescos (a Música de Cabresto Brasileira) que são apoiados, explicitamente, pela mídia gorda que Caros Amigos condena no plano político-ideológico. Mas o mal não para por aí. Está na ingenuidade do periódico ter contratado um funkeiro para escrever coluna em suas edições.

Apesar de por vezes o discurso soar bem intencionado, MC Leonardo nada tem a ver com a mídia de esquerda. Como também nada tem a ver o PSOL lutar pela preservação do "funk carioca". São grandes tolices que só fazem as elites da direita política, econômica e midiática brasileira caírem nas gargalhadas, afinal, neste caso, os "professores" são odiados, mas suas lições, ao serem seguidas, comprovam o êxito da influência da direita até mesmo na intelectualidade de esquerda do Brasil.

MC Leonardo faz parte do tempo em que o horrendo "funk carioca" era chamado de "rap", mesmo nada tendo a ver com o rhythm and poetry do hip hop original. É do tempo, também, que o "funk" não tinha o tal "tamborzão", mas a reles batida do "pum" que acompanhava o vocal que simulava um arremedo de cantiga de roda. Mas Leonardo, o MC - mas que completa a trinca brega-popularesca de Leonardos com o irmão do breganejo Leandro e com o irmão do Michael Sullivan - , adota um discurso igualzinho ao de gente como MV Bill e Mano Brown, o que valeu a inclusão do funkeiro na equipe de articulistas da Caros Amigos.

O que Caros Amigos não sabe, no entanto, é que MC Leonardo voltou à tona com a ajuda da mídia gorda, através da inclusão do risível "Rap das Armas" na trilha sonora do filme Tropa de Elite, que até o reino mineral reconhece como uma produção da Globo Filmes.

Outra coisa que até o reino mineral está careca de saber é que o discurso de MC Leonardo em prol do "funk carioca" é exatamente o mesmo discurso, com todos os verbetes, verbos e pontuações, que o Segundo Caderno de O Globo e a Ilustrada da Folha de São Paulo veicularam anos atrás, um discurso que as empresas dos irmãos Frias e dos irmãos Marinho defendem até hoje, embora não se tenham repetido aquelas reportagens sobre o "funk carioca" nos cadernos culturais (talvez para não irritar a intelectualidade menos ingênua, capaz de derrubar uma Ilustrada com uma simples monografia de um periódico universitário de Comunicação).

Em outras palavras, foi justamente a mesma mídia gorda que condena o movimento dos sem-terra, as manifestações contra o imperialismo em Davos e outras manifestações de similar envergadura, que criou e difundiu esse discurso "social" que promove o "funk carioca".

Para piorar, é essa mesma mídia gorda que tirou o MC Leonardo do limbo, e que o põe em cartaz na mídia. Afinal, pouco importa se é "funk de protesto", "funk proibidão" ou "funk do popozão", a baixa qualidade e a indigência artística do "funk" é uma só, e que promovê-lo como "movimento social", "patrimônio artístico" e "rebelião dos sem-mídia" só faz a mídia gorda dar gargalhadas, porque esse discurso todo só comprova e reforça o poder da mídia grande, à qual interessa promover a mediocridade cultural e o remexer de popozões para ludibriar o povo e manter o controle social.

PASSEATA DOS ENCALHADOS


Uma comunidade do Orkut organizou, recentemente, uma passeata para o Rio de Janeiro e São Paulo, com um tema hoje insólito: os manifestantes protestam contra carência na vida amorosa.

Certamente a vida amorosa brasileira vive uma realidade dramática. O Brasil é um país dos desencontros amorosos, onde os casais errados se juntam. O triplo conflito entre a tradição machista e os padrões das classes dominantes, a emancipação feminina e os valores populistas de direita lançados pela Música de Cabresto Brasileira, geram verdadeiras aberrações conjugais, onde a afinidade pessoal, que é o mais importante, todavia quase nunca é levado em conta.

Num passado recente, aliás, milhares de mulheres perderam a vida por causa da escolha de maridos errados, na base do pragmático-maquiavélico tripé força, dinheiro e convenções sociais. Ou seja, elas preferiram escolher homens que eram muito cuidadosos nos gestos comportamentais em um jantar de velas, mas que não tinham equilíbrio psicológico suficiente para suportar um fim de noivado ou casamento. Acabaram levando tigre por lebre. De 1977 até agora, a fúria machista levou a melhor até nos tribunais, mas esses machistas mal desconhecem que outros homens também se irritam com a fúria dos primeiros. Se para um machista, todo homem é amigo, essa tese não passa de uma tola fantasia.

Mas, fora do âmbito violento, também ocorrem os desencontros. Empresários sisudos que se casam com jornalistas ou ex-modelos de personalidade brilhante. Cinquentões ou idosos sem a menor disposição para a jovialidade que se casam com mulheres bem mais jovens que eles. Mulheres provincianas que sonham com o Fábio Jr. mas se recusam a namorar os sósias dele que por ela se apaixonam, preferindo os excêntricos nerds que elas conheceram no Orkut (e que certamente não as querem para namoro). Funkeiras e pagodeiras que rejeitam funkeiros e pagodeiros por causa de divergências tolas, mas que assediam universitários com divergências bem mais sérias e inconciliáveis.

Até pouco tempo atrás, a mídia gorda tentava dar a impressão de que bares e boates eram os únicos lugares para paqueras. Só que essa campanha, além de esconder o lobby dos empresários de bares e boates com a mídia, também teve como consequência negativa a violência conjugal movida pelo álcool, mas não apenas a violência conjugal, mas a geral. Só de 2003 para cá, inúmeros casos de violência e morte nos bares e boates, além de brigas com feridos, ocorreram, causando aflição em famílias que não raro perdiam seus entes queridos em incidentes assim. E, convenhamos, é raro alguém ir para as noitadas sem tomar alguma dose de álcool.

Com isso, nos últimos três anos, a mídia mudou seu discurso. Os bares e boates foram trocados por restaurantes. Já não se trata mais de enfatizar qualquer pessoa procurando qualquer pessoa para namorar, mas colegas de trabalho ou faculdade em azaração com outros colegas do mesmo ambiente. Há também as paqueras em academias de ginásticas e escolas de dança, que tomaram o lugar dos agitos noturnos movidos a bebedeira gratuita e drogas, sobretudo sintéticas. Não é o paraíso, ainda, mas é uma evolução significativa.

Agora temos a novidade das passeatas. Uma ocorreu no Rio de Janeiro, na última sexta-feira. Outra, ontem em São Paulo. Já é uma volta da prática das paqueras ao ar livre, depois de tantos anos condenada ao confinamento etílico de bares e boates. No entanto, os solteiros em questão ainda pecam em qualidade. Não preciso falar dos homens, porque muitos dos defeitos de certos machos são óbvios (sobretudo a "galinhagem", querer namorar só por curtição e às vezes cometer infidelidade). As mulheres, sim, precisam ser questionadas, sobretudo pela personalidade marcada por referenciais culturais rasteiros e uma submissão aos valores da grande mídia mais popularesca (Rede TV! e SBT, principalmente, mas a Rede Globo também).

Ter referenciais culturais rasteiros influi na personalidade, sim, do contrário que certos otimistas insistem em afirmar. Imagine eu, que nunca fui de referenciais cafonas e nunca tive interesse pela Música de Cabresto Brasileira, namorar uma fanática justamente desses referenciais.

O orkuteiro mais debilóide cairá em delírio, afinal frases lindas da demagogia brasileira chegam à tona, como "As diferenças se superarão", "O preconceito vai cair", "A magia do amor resolve tudo". Pimenta nos olhos dos outros é refresco, diz o ditado. Para o papel que o "sistema" determina às mulheres classudas, esse ditado seria adaptado para "Pimenta Neves na vida amorosa das outras é refresco".

Só que a falta de afinidade não corresponde à harmoniosa utopia exaltada pelos hipócritas, que, imitando na forma o discurso pacifista e humanitário de gente como Mahatma Gandhi, no conteúdo estão mais próximos do Amigo da Onça.

A falta de afinidade significa brigas, conflitos, divergências sérias, imposição de limites de ambas as partes do casal. Brigas conjugais nada têm a ver com as músicas que ícones da Música de Cabresto Brasileira, como Leandro & Leonardo, Calcinha Preta e outros, tanto cantam nas letras. Falta de afinidade gera complicações, mal-estar, e sabemos que ninguém é totalmente igual, mas há uma grande diferença entre as divergências que dão para um convívio harmonioso e outras que geram conflitos sérios.

Sei que surgirão rapazes com aquela retórica de faquir que dirão coisas do tipo "só curto jazz e Bossa Nova e namoro uma pagodeira numa boa", que certamente não convencerão e não farão regra alguma às relações amorosas. O grande mal dos anos 90 foi justamente isso:as exceções queriam ser regras, os penetras queriam ser os donos das festas, as elites minoritárias queriam ser a voz da maioria, de preferência absoluta, da humanidade.

Portanto, em que pesem casos excepcionais, a falta de afinidade conjugal é uma realidade que não pode ser menosprezada. No futuro, certamente vários casais "solidamente" reunidos pela conveniência sócio-econômica se dissolverão, enquanto solteironas bregas desistirão de esperar por nerds excêntricos e se casarão com aqueles mesmos sósias de Fábio Jr., Alexandre Pires, do "imperador" Adriano e do Zezé Di Camargo que elas haviam dado o fora na quermesse passada.

E aí as passeatas dos encalhados darão um salto diferenciado de qualidade.

AS DEZ MAIS DO LIXO CULTURAL DAS SOLTEIRAS BRASILEIRAS


Nas consultas do Orkut e nas pesquisas pelas ruas, o que se vê na maioria das mulheres solteiras brasileiras é a predominância de um gosto musical rasteiro (a aqui conhecida Música de Cabresto Brasileira), submisso à mídia grande, de valor cultural bastante duvidoso. Pior: é um gosto musical obsessivamente defendido, e, não obstante, as solteiras sabem que esse gosto musical faz os rapazes torcerem o nariz para elas. E, mesmo assim, elas não abrem mão desse gosto musical canhestro, duvidoso, rasteiro, embora ultra-badalado pela mídia gorda. Infelizmente, são raras as solteiras que, no Brasil, possuem um gosto musical decente.

Pois esse lixo cultural tem suas dez mais, baseado nessas pesquisas. Certamente causarei polêmica, porque alguns desses ídolos são totens sagrados, para os quais alguma vírgula apontada contra eles pode render reações violentas dos fanáticos. Os ídolos incluem também derivados (como, no caso de Ivete Sangalo, há a Cláudia Leitte, e no caso do Exaltasamba, há o Pixote, junto com o Alexandre Pires, há os igualmente "românticos" Leonardo, Daniel e o "pai" de todos, Fábio Jr. - não destacado na lista porque ele já está meio gasto - e com o DJ Marlboro vai todos os seus apadrinhados). Aqui vai a lista:

1. IVETE SANGALO
2. CHICLETE COM BANANA
3. ALEXANDRE PIRES
5. BRUNO & MARRONE
6. EXALTASAMBA
7. CALCINHA PRETA
8. BANDA CALYPSO
9. PSIRICO
10. DJ MARLBORO