domingo, 22 de março de 2009

Resse Witherspoon


Como tem nativa do signo de Áries bastante graciosa. Aqui está um exemplo, a super-gracinha Reese Witherspoon, que completa 33 anos hoje. Linda, doce, um amor.

"ROQUEIROS" DE BUTIQUE MUDAM DE PRAIA



Pois é, lembram-se daqueles jovens esquentadinhos que queriam que a Rádio Cidade carioca fosse "roqueira" e o resto é que se danasse? Era uma tribo autoritária, temperamental, ao extremo, cuja personalidade era algo como a versão grunge / poser / emo dos estudantes da Mackenzie que se envolviam com o Comando de Caça aos Comunistas.

Como se vê, eram jovens de extrema-direita, embora mentirosamente eles se auto-proclamem esquerdistas (taí os típicos pseudo-esquerdistas). Mas também essa juventude mora nos condomínios ricos da Barra da Tijuca e Recreio dos Bandeirantes, embora jurem na Internet que moram na Pavuna ou na Baixada Fluminense.

Mas o tempo mudou e a patota que dizia "morte aos funkeiros" mudou radicalmente de postura. Seu locutor favorito, o Rhoodes (ver foto acima), agora está na rádio popularesca Beat 98 (antiga 98 FM) se envolvendo com "funk carioca", sambrega e o escambau, numa área que é mais sua praia (Rhoodes ficou conhecido como o locutor que odiava rock mas investia no segmento).

Com isso, os "roqueiros" de butique, aparentemente fanáticos e intransigentes, mudaram completamente o discurso. Principalmente porque hoje em dia são os funkeiros que oferecem a "merenda" para a rapaziada...

PÉROLAS DO FUNK - I


Vamos começar esta série mostrando as "pérolas" que os defensores do "funk carioca" fazem para promover o gênero.

Deu no Segundo Caderno de O Globo, no dia 22 de março de 2009.

Na apresentação do Kraftwerk, grupo alemão que abriu o show do Radiohead, na Praça da Apoteose do Rio de Janeiro, dois dias antes da edição do jornal, um sujeito não identificado saiu da apresentação do célebre grupo de música eletrônica, bastante aborrecido.

O almofadinha em questão soltou a seguinte "pérola" ao defender o "funk carioca" em detrimento dos músicos alemães:

"Os caras daqui (os funkeiros) vivem na favela, têm conteúdo (sic). Esses aí não têm nada".

O cara deve ser um desses orkuteiros do mal que acham que beber e dirigir é cidadania, que a única razão de viver do ser humano é ganhar dinheiro, ser famoso e ir para a noitada (que ele entende com o ridículo termo de "balada"), mas que vem com aquele discurso pseudo-humanista de que o ridículo "funk carioca", espécie de bunda music local, "têm conteúdo e vem da favela".

Tanta ingenuidade desse cara. E os ricos empresários do "funk" ficam mais ricos ainda com otários desse tipo.

MÍDIA GORDA APÓIA BREGA-POPULARESCO


Waldick Soriano, Zezé Di Camargo & Luciano, Banda Calypso, Calcinha Preta, Alexandre Pires, Belo, Daniel (de quê, afinal?), Amado Batista, Chitãozinho & Xororó, todo o "funk carioca", toda a axé-music.

Os ídolos e os ritmos ditos "populares" (e que de uma forma ou de outra seguem a cartilha da cafonice "cultural" são vistos como se fossem os excluídos da grande mídia, correto?

ERRADÍSSIMO!!

Todos eles receberam sempre o apoio das ricas elites latifundiárias, das oligarquias e aristocracias urbanas, dos políticos de direita mais conservadores, e, acima de tudo, da mídia gorda que é representada, aqui, principalmente pela Rede Globo e Folha de São Paulo.

Todos esses ídolos alimentaram suas carreiras através do jabaculê das rádios e do apoio marqueteiro da mídia bem gorda, para nos últimos anos enganarem até a intelectualidade de esquerda (não seria de pseudo-esquerda?) vendendo uma falsa imagem de "excluídos", de "vítimas de preconceito"?

Principalmente o "funk carioca", que vende uma imagem bastante mentirosa de "movimento dos sem-mídia", mas que tem todo o mais explícito apoio das Organizações Globo, até bem mais do que a farsa do "caçador de marajás" Fernando Collor de Mello.