sexta-feira, 18 de setembro de 2009

"FUNK" NAS ESCOLAS? MESMO?


"Funk" não é modismo? "Funk" é cultura? "Funk" é cidadania?

Os funkeiros apelam muito, porque sabem que não têm luz própria. Não têm força própria, mas querem insistir. Daí a foto que publicamos, da última reunião dos funqueiros na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro (ALERJ - essa sigla pode dar trocadilho maldoso, hein? Tipo "ALERJ à cidadania"), em que os milionários mega-empresários do "funk carioca" botaram faixas pretensiosas com as mais demagógicas frases do tipo "Funk não é modismo, é necessidade", "Funk é arte", "Não ao preconceito". Tudo lorota, tudo conversa para boi da Baixada Fluminense dormir.

Imaginemos então o tal "funk nas escolas" que os DJs Marlboro e Rômulo Costa, antes "rivais" um do outro e ambos do "esquerdista" MC Leonardo, mas todos unidos diante do carnaval político-fisiológico da ALERJ, no bairro carioca do Castelo.

Falam que ensinar o "funk" vai trazer cidadania, esclarecimento, cultura, arte, etc. Evidentemente nós, eu e vocês, leitores, duvidam muito dessa conversa que, de tão mentirosa, envergonharia até o Pinóquio, aquele boneco de madeira que era considerado mentiroso, até surgirem os absurdos existentes no Brasil.

Vamos exemplificar a situação com o ensino gramatical daquela música do MC Créu. Dizem os defensores do "funk" que isso é poesia. Então tá. Vamos ver:

Créééééuuuu (8x)
Créu. Créu. Créu. Créu. (bis)
Créu, créu, créu, créu, créu, créu, créu, créu. (bis)
Cré-é-é-é-é-é-éuuuuuuuuu (bis)
CCCCCCCCCRRRRRRRRRRRÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉÉUUUUUUUUUUU (bis)

Então, defensores do "funk", gostaram da "rica mensagem" contida na letra? Vão agora dizer que isso é um poema concreto feito nas favelas, não é?

Deixem de palhaçada!! Os poetas concretos não fariam um asneirol desses, mesmo limitando seus poemas a um jogo de palavras, sílabas ou mesmo formas gráficas.

Isso tudo é apenas IMBECILIDADE. É o RÍDÍCULO, o ABJETO, o CRETINO.

"Funk", definitivamente, NÃO É CULTURA.

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