quinta-feira, 3 de setembro de 2009

ACADEMIA COLLORIDA


Fernando Collor é o mais novo "imortal" da Academia Alagoana de Letras. Intelectualidade fisiológica.

Na Bahia, pelo menos, não se chegou a eleger o equivalente baiano de Collor, Mário Kertèsz (hoje fingindo que é "radiojornalista"), para a Academia Baiana de Letras. Kertèsz é tão pedante quanto Collor, mas na aparência mais parece um Paulo Maluf de barba. Collor, pelo menos, é um ex-galã (com 60 anos, hoje está mais para sugar daddy.

Na Bahia, há intelectuais que apoiam abertamente o astro-rei da Rádio Metrópole, e pelo jeito é uma intelectualidade que gosta de apanhar, já que ninguém rompe com essa rádio e seu egocêntrico dono, que andou atacando no ar, para todo o território baiano onde essa FM "171" irradia, figuras tarimbadas da imprensa de esquerda e da intelectualidade de vanguarda na capital baiana.

Mas, nas Alagoas, como devem se comportar os "líderes de opinião"? Será que têm coragem de aplaudir abertamente o grande marajá collorido?

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