domingo, 9 de agosto de 2009

VOMITÓRIO



Pedimos desculpa para quem almoçou, por lançar notas tão nojentas. Mas missão de informar é isso aí. E eu, humildemente, sou jornalista para isso, para alertar a vocês de certos males do "istablishimenti".

Lide de notícia do Terra Diversão: "Andressa Soares, a Mulher Melancia, marcou presença na feijoada da Estação Primeira de Mangueira, neste sábado (8), no Rio de Janeiro. A dançarina sambou de minissaia no evento da escola de samba carioca e acabou deixando a calcinha à mostra."

Argh!! E nada da Mulher Melancia sequer "conhecer melhor" um empresário, jogador de futebol, dirigente de escola de samba etc.. E cadê o MC Gonzo que era quase um "namorido" dela?

Outra: na lista de "nomes da música de que você ainda vai ouvir falar", do antropólogo brega Hermano Vianna (irmão biológico de Herbert dos Paralamas do Sucesso, mas irmão ideológico de Paulo César Araújo) recomenda o horripilante grupo baiano Fantasmão. Aqui está a nota escrita pelo antropólogo:

"Grande sensação do carnaval baiano de 2009, misturando kuduro angolano e samba-duro baiano. Tudo duro! É tanta firmeza que a banda tem mais de mil comunidades de fãs no Orkut".

Argh! Mais de mil comunidades pró-Fantasmão no Orkut? Que nojo!

Detalhe: Hermano Vianna ainda lança a seguinte pérola: o Fantasmão é um dos "cinco novos reis do Brasil ciberperiférico. Ilustres desconhecidos para gravadoras e a mídia tradicional, são megapopulares na internet e nas ruas brasileiras".

Pura marola. O Fantasmão já é queridinho da "mídia tradicional" regional. Nada de udigrudi, Hermano!! E, por trás desse sucesso "das ruas", há muito empresário rico faturando por trás. Existe mídia gorda regional, mas o irmão do Herbert Vianna parece ignorar essa realidade. Isso é que ser bairrista pelo avesso.

Um comentário:

Marcelo Delfino disse...

Até em beleza feminina as escolas de samba já foram melhores. No passado, a maioria das musas dos GRES eram bem mais bonitas e simpáticas que a Mulher Melancia.

Quanto ao sr. Hermano Vianna, o pai dele era um competente piloto de caça da Aeronáutica. Hoje, quem voa e viaja na maionese é o próprio Hermano.