sábado, 15 de agosto de 2009

REVISTA ISTO É COMEU O PÃO QUE O DIABO AMASSOU


Agora é que a revista Isto É, uma das vedetes da midia rechochudinha, voltou a criticar o senador Fernando Collor de Mello.

Pois a revista comeu o pão que o diabo amassou, uma vez que, em 2005 e 2006, a revista fazia campanha para ter Collor, amigo do empresário da Editora Três, Domingos Alzugaray, no Senado. A revista defendeu Collor a ponto de inclui-lo na lista das 100 pessoas mais influentes no Brasil segundo a Isto É.

Agora, a Isto É paga o caro preço da propaganda "collorida", cujo caráter tendencioso recebeu vista grossa dos "líderes de opinião" e da patota que fazia comunidades pró-Collor no Orkut, uma delas comparando ele a Juscelino Kubitschek (?!). Ora, ora, quem é inteligente sabe que Collor foi o anti-JK. O JK queria substituir produtos importados por aqueles produzidos no Brasil (ainda que, em parte, nas filiais de empresas estrangeiras instaladas no país). Collor fez o inverso, injetou mais produtos importados para "aquecer" a economia. JK foi o presidente da boa música caipira, da Bossa Nova e do samba autêntico. Collor foi o presidente do breganejo, do "funk carioca", da axé-music, da lambada e do sambrega.

Collor apóia Sarney. Aliás os fãs de Vítor & Leo, João Bosco & Vinícius, Belo, Alexandre Pires, Chiclete Com Banana etc deveriam ser solidários com José Sarney, porque, sem ele, esses nomes da música brega não estariam fazendo sucesso e nem sequer existido no mercado.

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