segunda-feira, 17 de agosto de 2009

ELVIS PRESLEY


Eu estava ocupado para escrever sobre o falecimento de Elvis Presley, em 16 de agosto de 1977.

Elvis foi uma das vítimas das pressões do show business, tal foram Carmen Miranda, a ex-princesa Diana Spencer, Kurt Cobain e Michael Jackson. Todos de uma forma ou de outra pagando o preço da fama, falecendo precocemente por conta das armadilhas e acidentes do mundo do espetáculo.

Elvis era talentoso. A ponto dele, um jovem rapaz que só queria gravar um disco para presentear a sua mãe, ser contratado por uma gravadora e virar um dos mais populares cantores de rock do mundo. Mas, pouco depois, foi domesticado pelo empresário Tom Parker (pseudônimo de um degredado holandês), fazendo músicas românticas e filmes tolos que fizeram a festa dos canastrões que vieram na sua cola.

Por isso a domesticação de Elvis Presley, junto ao desgaste de roqueiros antigos (Chuck Berry, Little Richard, Jerry Lee Lewis e Bill Haley) e o falecimento prematuro de novos talentos (Buddy Holly, Eddie Cochran, Richie Valens), fez os EUA deixarem de reinar no mapa roqueiro, deixando o ritmo de lado em nome de outros estilos como o twist e a soul music. Os ingleses tomaram a dianteira, naquele início dos anos 60.

Não vou falar muito de Elvis, aqui, por questões de tempo e espaço, mas ele é um exemplo de como o controle empresarial é nocivo ao artista ou à celebridade. Além dos ídolos acima citados, podemos também citar Frank Sinatra e Roberto Carlos, também pressionados pelo mundo do espetáculo, mas puderam manter a longevidade (Roberto ainda mantém), apesar dos altos e baixos nas carreiras.

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