segunda-feira, 27 de julho de 2009

ÔNIBUS BLANCO NÃO É IGUAL A ÔNIBUS BRANCO







Vejam só que absurdo. Ônibus com nome de Blanco ("branco", em espanhol) que não são brancos. E ônibus com nome de Verdemar que não é verde, mas branco.

Será que ninguém vai acabar com o "vitiligo visual" dos ônibus de Salvador, Bahia? Gente, acione o Ministério Público da Bahia, o Ministério Público Federal, a Assembléia Legislativa da Bahia, o Raimundo Varela, os jornais comunitários. Tudo, menos a Rádio Metrópole de Mário Kertèsz, porque é "171".

Vamos acabar com essa pouca vergonha dos ônibus de Salvador ficarem na maioria com o visual fantasmagórico do "branquinho básico". Isso, repito, é um desrespeito ao passageiro de ônibus baiano, obrigado em média a pagar R$ 132,00 por mês para os empresários de ônibus baianos, que se escondem no sindicato patronal com sigla esquisita (SETPS) e pronúncia mais esquisita ainda ("Setépis" - socorro, Pasquale!!).

E os "líderes de opinião" de Salvador, frouxos, nem estão aí para reclamar. Se comportam como meros aluninhos aplicados da mídia gordinha. Devem estar olhando para o coqueiro para ver se cai dali uma morena bem bonita, sem se dar conta que mulher interessante e solteira, em Salvador, está se tornando cada vez mais raro de haver.

Comparem então o ônibus branco da Transportes Verdemar, de Salvador (Bahia), com os dois da Transportes Blanco, de Nova Iguaçu (RJ), da Baixada Fluminense. E olha que a Baixada Fluminense tem uma estrutura urbana que lembra as regiões de São Caetano, Pirajá, Cajazeiras e Paripe da capital baiana.

Mas o pessoal da Baixada Fluminense pelo menos tem ônibus de verdade.

Nenhum comentário: